Veio e Passou como um Cometa

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" A vida é um lápis que escreve a nossa história do nosso futuro, que a borracha nunca se apagará as nossas páginas da nossa vida da jornada".

"Pânico é um medo que causa sofrimento real por algo inesperado que apavora, trava, atormenta e o faz refém". Luiza Gosuen

"O Sacrário é o perímetro mais nobre de qualquer localidade, até que essa extensão encontre um outro, e se estenda pelo mundo."

Ei!!! Hoje nao é mais um dia... Hoje é O dia...Esse é o propósito de viver... não repetindo o tempo, mas aproveitando cada oportunidade como se fosse única... Pode ser que neste momento você esteja desanimado… cansado das infinitas tentativas.... Lhe digo que, com esse sentimento no universo você não é o único...Existem até problemas maiores que os seus...

O que eu posso lhe dizer é:
DESISTIR NÃO É UMA OPÇÃO

Não desista dos seu sonhos, acredite nos seus passos, "cicatrizes são marcas que apenas um verdadeiro guerreiro possui". O dom das lágrimas, faz parte do crescimento. O melhor lugar para derramá-las é na presença de Deus... mesmo em meio a dor.

DESISTIR NÃO É UMA OPÇÃO, TIRE O "D" COLOQUE O "R".... FORMARÁ RESISTIR...

É resistindo as lutas diárias que aprendemos, e como um rio contornamos as dificuldades e renovamos constantemente os nossos passos, rumo a superação...

⁠⁠No mundo encantado, negociar é saber oferecer exatamente o que precisam e cobrar um preço justo pelo o que você tem a oferecer.
No mundo real, negociar é ganhar mais e oferecer menos.

⁠A primeira coisa que um hóspede que eu receber em casa precisaria aprender é que não há nela um único objeto que esteja ali por acaso. Existe uma razão para ele estar exatamente naquele local. Mas alguns não se importam com isso e subvertem uma ordem que foi criada exatamente para que a as coisas atendessem à sua finalidade. Da vez que um deles voltou pra casa eu precisei lhe ligar várias vezes para saber onde havia guardado cada objeto de meu uso diário. Se a intenção era que falássemos com mais frequência, então alcançou sucesso total!

⁠O mundo não é bom ou ruim conforme os parâmetros usados para descrevê-lo, mas apenas um reflexo do que trazemos em nós mesmos. Desse modo só conseguirá ver beleza nele quem se mostrar apaixonado pela própria existência.

⁠Toda pessoa que se vitimiza precisa de um vilão pra justificar seu papel de vítima e dar caráter de argumento à interpretação deturpada que faz dos fatos. Então sempre se verá atacada, independente de agressão, para ter a quem culpar por seus próprios rancores.

Você não é crente, é um cliente esperando o milagre.

⁠Sentava-se no chão, e respirava fundo com o caderno aberto à frente, um branco de silêncio. Branco de tudo o que não conseguia dizer, um branco que ameaçava engolir o resto de tudo que construiu. Ele olhava para aquela página como quem olha para o próprio fim. Sabia que nunca se entra duas vezes na mesma história, mas naquele dia não conseguia entrar em história nenhuma.

SANGUE DE PRETO

Caçados e acorrentados,
homens e mulheres,
por um povo diferente,
tribo de brancos como as nuvens do céu,
traídos pelos nossos, ao léu!


No barco, um balanço tonteante,
e o barulho do chicote constante.
Eu, sem saber, sem entender,
escutava o choro e o gemido
de um povo que estava ali sem querer:
um povo tirado de sua terra natal
para servir como animal.


Pés e mãos acorrentados,
mulheres seguravam seus filhos
adoentados, desmaiados.
Só se escutavam os gritos
e o barulho daqueles que nos faziam mal.


Meu povo é guerreiro,
mas naquele momento,
só choro e gritos de medo.
Gritos que perpetuaram por tal ação,
longos dias, com tanta trucidação.
Meus irmãos, irmãs,
sendo jogados ao mar,
pois já escasso estava o que alimentar.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Na calada da noite, murmúrio:
Caçados e acorrentados,
homens e mulheres,
por um povo diferente,
tribo de brancos como as nuvens do céu,
traídos pelos nossos, ao léu!


No barco, um balanço tonteante,
e o barulho do chicote constante.
Eu, sem saber, sem entender,
escutava o choro e o gemido
de um povo que estava ali sem querer:
um povo tirado de sua terra natal
para servir como animal.


Pés e mãos acorrentados,
mulheres seguravam seus filhos
adoentados, desmaiados.
Só se escutavam os gritos
e o barulho daqueles que nos faziam mal.


Meu povo é guerreiro,
mas naquele momento,
só choro e gritos de medo.
Gritos que perpetuaram por tal ação,
longos dias, com tanta trucidação.
Meus irmãos, irmãs,
sendo jogados ao mar,
pois já escasso estava o que alimentar.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Na calada da noite, murmúrio:

— Meu Deus, meu Deus,
por que nos abandonaste?


Criaturas desalmadas,
que além de tudo isso,
ainda nos faziam assistir
nossas mulheres serem violentadas.


É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.
Preto sem eira nem beira,
forçado a dormir
sobre a própria sujeira.
É sangue, sangue de preto,
no chão onde à noite me deito.


De longe, consigo ver terra firme!
Uma ponta de esperança
renasce em meu coração.
Chegando, sou chamado
de Preto João!
Sinto a areia entre meus dedos,
e com o resto das minhas forças
tento escapar.
Escuto um estrondo —
meu peito começa a sangrar!


— Meu Deus, meu Deus,
por que me abandonaste?
É sangue, sangue de preto,
na areia onde, por fim, me deito.

O tempo passou, o chicote calou,
mas a dor no peito não se apagou.
Mudou o discurso, mudou até a nação,
mas tem muita gente com a alma de trabalhador nas mão.


A única coisa que mudou, então,
foi o nome dos patrão —
antes chamados de senhorzinho,
agora têm CNPJ e razão!.

Ser um profissional criativo é colocar em prática o dom da criação que Deus depositou em nós.

É bem verdade que cometi erros no passado. Você seria um erro?

Taças roubadas,
corações feridos,
histórias que doem
sem pedir licença.


Um encontro intenso,
na ânsia de ser,
de ter,
de sentir,
de estar.


A razão grita: não.
O desejo arde: sim.
E o óbvio infame
se impõe —
não dá.


Fica o gosto amargo
do fracasso,
a sombra da inutilidade,
o eco da insuficiência.


A realidade,
crua e implacável,
não tem como consertar.

Praticar o bem não é uma ação episódica a ser planejada para um momento futuro, mas uma postura permanente a nortear a condução do ser social.

Quando me sinto extremamente fragilizado por um tempo maior do que o razoável para me sentir dessa forma tenho que me questionar se é a vida mesmo que está me batendo muito forte, ou se sou eu que estou me posicionando de forma inadequada frente a ela. Muitas vezes não é o mundo que é tão ruim quanto parece, mas nós é que somos fracos demais para amenizar os impactos que outros rebatem sem maiores dificuldades. Esse entendimento é fundamental para uma decisão que pode fazer toda a diferença: devo concentrar minha energia para mudar o contexto à minha volta ou o que tem que ser mudada é minha postura interior de reação? A solução pode estar na resposta a esta pergunta!

Cada qual adota o comportamento que é melhor para sua vida, e a escolha é um direito inalienável da pessoa humana. Nosso histórico de perdas e ganhos é que vai nos mostrar qual o melhor modelo, daí porque há de se buscar entender e respeitar as diferenças.

Quando não se sabe separar assuntos verticais dos horizontais, um deles acaba sempre por se transformar num grande problema.

Cada um a seu nível, o homem erige monumentos, entalha frases em árvores, imprime sua pegada no cimento ou até escreve nas portas dos banheiros. Mas
o ponto comum é que todos buscam, de alguma forma, deixar a marca de sua passagem. O maior de todos os crimes é se omitir.

O sucesso deve ser um estado buscado mas nunca atingido, já que o maior dos problemas é satisfazer-se e parar de buscar.