Vc pode Correr eu te Pego

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Oh, eu não me importaria, Hazel Grace. Seria um privilégio ter o coração quebrado por você.

UM DIA:

UM DIA; Alguem irá se importar comigo,
do mesmo jeito que eu me importo com vocês.
UM DIA: Alguem irá me ouvir,
do mesmo jeito que eu os ouço.
UM DIA: Alguem irá cantar minhas musicas,
do memo jeito que eu canto as deles.
UM DIA: Alguem irá me compreender,
do mesmo jeito que hoje eu os compreendo.
UM DIA: Alguem irá se lembrar de mim,
do mesmo jeito que eu me lembro de todos.
UM DIA: Algue, irá me ver do mesmo jeito ,
que eu os vejo
UM DIA: Alguem irá chorar do mesmo jeito,
que eu hoje choro.
UM DIA: Alguem irá se lembrar de mim,
do mesmo jeito que eu os lembro.
UM DIA: Alguem irá se lembrar que eu existo,
do mesmo jeito que eu me lembro que eles,
existem.
UM DIA: Alguem irá me amar do jeito,
que eu amo você.
E espero que apenas um dia ninguem sofra,
do mesmo jeito que hoje estou sofrendo por ti,
Assim um dia eu possa encontrar alguem que me,
ame de verdade do mesm jeito que eu ti amo.
jack

Por que eu estou com tanto medo de perder você, quando você nem mesmo é minha?

Eu sei que não vai funcionar, a não ser que alguém crie uma lei proibindo as garotas de irem pra cama com quem não estão verdadeiramente apaixonadas.
(Tudo pode dar certo)

Se eu pudesse voltar atrás, nunca teria beijado...
E nunca teria abraçado... Porque de nada vale essa dor!

Agora eu vejo a realidade bem ali, sorrindo pra mim com sarcasmo "Volta pra cá, otária." E eu não posso fazer nada, a não ser aceitar o convite.

''Eu te amei muito. Nunca disse, como você também não disse, mas acho que você soube''

O mínimo de qualidade é o máximo que eu exijo.

⁠Eu gosto de fazer isso, não por obrigação. Ele coloca sozinho se eu não fizer. É uma forma de eu dizer q o amo. Ele sabe disso. Assim como ele faz cuscuz e café para mim. Eu amo meu marido profundamente. Faço por prazer. Não vejo pela ótica do merecimento. O amor não exige isso. É espontâneo.
(Resposta sobre colocar comida para o marido)

Só que eu cansei. Quero perder o controle, quero dormir até o meio-dia, quero comer um deserto de chocolate, quero música alta sem vizinho enchendo o saco, quero me sentir só, não quero me sentir só, quero colo de amiga, quero colo de mãe, quero colo de alguém especial que saiu andando e nem deu tchau.

⁠Quando eu morrer, meu corpo vai parar de funcionar. Ele vai se desligar, de uma vez ou gradativamente. A respiração vai cessar, o coração vai parar de bater. Morte clínica. E um pouco depois, tipo, uns cinco minutos depois, meus neurônios vão morrer. Mas, nesse meio-tempo, talvez meu cérebro libere uma maré de DMT. É uma droga psicodélica liberada quando sonhamos, então eu vou sonhar. Vou sonhar mais do que jamais sonhei, porque isso é tudo. É a última descarga de DMT toda de uma vez. Meus neurônios vão disparar e verei um espetáculo de lembranças e imaginação. Vai ser uma baita viagem. Vai ser alucinante porque minha mente vai estar viajando pelas memórias de longo e curto prazo, sonhos se misturando com lembranças, e finalmente a cortina se fecha. O sonho que fecha todos os sonhos. O último grande sonho enquanto minha mente esvazia o depósito e então… acaba. A atividade cerebral cessa e não resta nada mais de mim. Nenhuma dor. Nenhuma lembrança. Nenhuma consciência de quem já fui. De que já machuquei alguém. De que já matei alguém. Tudo permanece como era antes de mim. A eletricidade se dispersa do meu cérebro até sobrar só tecido morto. Carne. Esquecimento. E todas aquelas coisinhas que fazem parte do meu corpo, os micróbios, bactérias e bilhões de outras coisinhas que vivem nos meus cílios, no meu cabelo, na minha boca, na minha pele, no meu estômago e tudo mais, seguirão vivendo. E comendo. E estarei servindo o meu propósito: alimentar a vida. Quando me decompuser e as minúsculas partes de mim forem recicladas, estarei em bilhões de outros lugares. Meus átomos estarão nas plantas, insetos, animais. Eu serei como as estrelas no céu. Aqui em um momento, depois, espalhadas pelo cosmos.

Eu pensei que por algum motivo, eu pudesse ser diferente na vida deles. E me trataram como qualquer um.

Com dezesseis anos umas brincam com bonecas, que porém não são mais as Barbies que eu tinha. Agora tem as Bratz. Outras leem Winx. Outras já estão na América. Umas têm blogs louquíssimos na Internet, baixam files, têm iPod. Algumas matam os pais. E outras se apaixonam e justamente fazem amor.

Eu não te culpo, meu bem, eu nunca te culpei. Você sabe que a culpa é algo que escorre da minha boca para a tua em sincronia, em sintonia, é via de mão dupla, eu sei também. E o erro que eu joguei nas tuas costas tem o traço do meu lápis, tem o som da minha voz, tem as minhas digitais. Mas, veja bem, era mais fácil assim, entende? Teu sorriso já é manchado de arrependimento e eu não quis sujar as minhas mãos.

Eu me preparo e espero a chuva que há de vir,
eu já sinto o vento e o frio que a anuncia.

Eu espero e me preparo para o que há de vir, seja com qual intensidade for,
pronta eu estou, eu me preparo para.

Eu não paro, eu me deparo, parada não estou,
seja vendaval, seja chuva de verão, seja dor, seja amor

Estou esperando faz tanto tempo aqui
Mas agora parece que o momento chegou
Eu vejo as nuvens escuras vindo de novo

Correndo dento da monção
Além do mundo
Para o fim dos tempos
Onde a chuva não machuca
Combatendo a tempestade
Dentro do azul
E quando eu me perder, eu pensarei em você
Juntos vamos correr para algo novo.
Através da monção
Só eu e você

Uma lua crescente some da minha visão
Eu vejo sua imagem nesta luz
Mas agora ela se foi e me deixou tão sozinho
Eu sei, eu tenho que te encontrar agora
Posso ouvir o teu nome, não sei como
Porque não podemos fazer dessa escuridão o nosso lar?

Eu só não quero um dia ter que olhar para trás e me perguntar: "afinal, quem foi o idiota que escreveu essa minha história"?

Te amo tanto que nem sabe o quanto, talvez nem ao menos eu saiba verdadeiramente o quanto amo, só sei que amo, sem medida amo, infinitamente...

Eu não sou pop, prefiro a discrição e não vejo graça em ser o centro das atenções nas festinhas da turma, correndo o risco de fazer o papel ridículo de animador da galera! Deus me livre, anonimato sim que é digno.

Se sentir minha falta, ou até mesmo saudade, lembre-se de que sempre estive aí, mas aquele dia eu nem apareci. Pra quê?
Minha presença já não fazia diferença ali.