Vc pode Correr eu te Pego
Eu como buscador da verdade, da liberdade e do bem, fui convidado a entrar na atual Maçonaria mas infelizmente a Sublime Ordem, hoje social, de fartos ágapes e pequenas vaidades, não entra em mim.
As convecções tradicionais da sociedade são para os fracos. Eu em meu momento, prefiro ser e viver em total liberdade e ser feliz.
Eu não acredito no Estado, nas Politicas Cambiais e nem no Sistema Financeiro. O único meio verdadeiro gerador de renda é o trabalho e a ele devemos dedicar o maior tempo hábil possível, quando se está bem, todos os dias.
Bom dia, uma colorida manhã, agradeço a Deus da Vida por mais um dia para eu colorir e reinventar meu universo com todas as cores.
Pera, uva, maçã ou salada mista. Salada mista, sempre... jamais eu poderia escolher uma fruta só pois quando assim o fazemos, perdemos as outras.
Ainda que eu ande nesta dimensão pelo vale das sombras e da morte, entre as invejas e as injustiças, não temeria mal algum, porque tu, Altíssimo estás comigo, sempre. Quão bom e suave seria que os todos irmãos por sua luz, vivessem na verdadeira união. Seria como o óleo virgem precioso colocado sobre a cabeça que desce sobre a barba, a barba de Aarão, e que desce à orla de suas vestes brancas, do linho mais puro da colheita, seria como o gelo e o orvalho do Monte Hérmon que desce sobre os Montes de Sião; porque ali o Altíssimo, ordena a bênção para todos e a vida para sempre.
Eu por criatividade e rebeldia costumo inventar palavras, em português poético, sobre emoções que o meu coração sente e não existem.
Após de mais de 50 anos eu falando, parece que agora a cultura, ate as comunidades indígenas sobreviventes aprenderam que nunca nenhum verdadeiro índio morre. Isto é coisa imposta pela catequese européia. Na verdade todo índio quando para de soprar, ele retorna a terra dos velhos ancestrais, logo "ancestraliza".
Se eu fosse um poeta, teria aprendido estar sempre, em solta liberdade, a navegar entre as nuvens, a sonhar, a amar e a voar.
Se eu vou beber a água do rio, por que estou com sede e chegando lá, encontro um diamante. Não devo vender barato por que nada me custou, devo vender pelo valor mais alto e separar dez por cento para saciar a sede dos que tem sede.
Em alguns momentos isolado em profunda solidão, costumo falar sozinho e eu mesmo me respondo, mas nem sempre concordo.
Eu desde sempre, em si sou muito pouca coisa mas tive sorte em ter grandes amigos inteligentes, assim como grandes oportunidades de fazer parte por momentos da milícia celeste do Criador, como tive também grandes lições de sábios humildes ao longo de tantos caminhos e não poderia deixar de agradecer aos meus padrinhos, que por generosidade me apresentaram as luzes. Com tudo isto a cada dia, sou menos.
Eu sou bem menos do que muitos imaginam, eu sou verdadeiramente pequeno e sei muito pouco de tudo, frente a um mundo moderno de aparências digitais, onde a maior parte da humanidade optou escandalosamente e vergonhosamente, não ser nada.
Eu particularmente não busco a devolução dobrada da vida, de todo bem que pratico... não acredito em contabilidade divina, Faço o bem a qualquer ser vivente que contemporaneamente vive comigo ou a minha volta neste momento e dimensão. Meu espirito imperfeito por estas ínfimas ações beneficentes se rejubila e com sorte se transforma em direção da luz, do justo e perfeito.
Na verdade, eu não sou mais que ninguém, nem muito menos também. Sou do tamanho exato de todo bem que pude fazer e fiz, e busco com meu espirito livre, transmutar as desigualdades, colorir a vida e ser feliz.
Ainda que eu utilize das vozes de 1.000 autores. Que cite de Shakespeare á Mario Quintana. Que fale de verdades, simplicidades e esperança. Que lamente minhas dores e angustias dentre as entrelinhas da minha solida e triste historia. Ainda assim, eu seria singelo em utilizar das palavras, das doces palavras, que vossa vã filosofia tem me afogado a ideia, e trazendo a sutil reflexão em sua maravilhosa existencia. Faça-te de mim, não apenas o condutor da verdade, mas que tão só esta verdade, possa lhe ser a metáfora da vida, da semente de esperança, do acordar das manhãs ao por do sol de seus dias.
