Vc Nao sabe o quanto eu te Considero
Quanto mais se acumulam informações, menos se cultiva sabedoria. Informação amplia o repertório; sabedoria orienta a existência. A primeira resolve o “como”; a segunda interroga o “por quê” e o “para quê”. Pode-se saber muito e ainda assim não compreender o essencial. E é assim que o homem moderno se torna saturado de dados e carente de direção — capaz de alcançar outros planetas, mas incapaz de sustentar o que dá sentido à própria vida.
O combustivel da imersão da alienação.
O quanto mais diversidade mais forte sera o pilar da alienação.
Foco da televisão é simplicidade confundir e implantar nas culturas e também ditando o modismo...
Entre outros implantes a derradeira virtude de espalhar atividades de violência e realizações notáveis de submissão de alienações.
Toda atenção naquela hora voltada para programação, Como a grade de alienação social diz *programação*
Será visto por milhares de pessoas ser campo de atuação perfeito. O clima de *atuação é o comado que transfoma vidas *inclusão social*
O que acha da diversão da imersão social.
O labirinto moral são apagados expostos a novos valores morais para os quais estão distantes da realidade.
"O segredo é o silêncio, do que você precisa ser, seja apenas o nescessário, quanto mais uma pessoa te conhecer, maior será a possibilidade dela te magoar."
O Peso do Silêncio
Amo escrever.
Escrevo conforme a minha alegria ou a minha dor, e quanto mais vozes eu ouço, mais forte eu fico.
E não me subestime. Tema o meu silêncio, pois é nesse momento que estratégias e planejamentos estão sendo traçados — para abraçar ou ignorar, refletir ou questionar.
Eu sou o meu time.
Eu sou a minha prioridade.
Sim, não são apenas histórias.
Se temes, não me teste, pois a verdade mascarada que te envolveu agora recorre a mim — e eu nem mesmo a planejei.
Porque, no silêncio, até as verdades aprendem a falar.
Colhi Tucumã-do-Pará
porque sei que gosta
tanto quanto escrevo
os meus Versos Intimistas
no teu corpo quente
do amanhecer até o anoitecer
para de amor te endoidecer.
...
Plantei Tucumã-do-Amazonas
para que o amor profundo
venha, fique e seja o companheiro
das horas e das auroras,
Com o mesmo virtuoso impulso
dos meus Versos Intimistas
para conquistar o caminho
que nos una do melhor jeito,
para que tudo seja grande,
perfeito e totalmente intenso.
...
Tem Tucumã para colher
do mesmo jeito que tem
em mim Versos Intimistas
escritos para você ler,
para dominar e derreter.
Quanto mais nos julgamos incapazes, mais representados nos sentimos pelos que ousam atravessar os abismos que tememos.
Nunca houve bomba tão Sutil, tão Medonha e tão Devastadora quanto a Polarização que explodiu no Brasil.
São raros os casamentos, tão leves e memoráveis, quanto aos das estradas descobertas com o café recém-passado noutra cidade.
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.
Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.
Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…
Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.
E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.
Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!
Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!
Tão medonho quanto a desumanização global do outro, são as rajadas de palavras inconsequentes que movimentam os algoritmos.
Todos os testemunhos importam, mas nenhum é tão eloquente quanto viver segundo a vontade do nosso Pai Amado.
Pois, cada história carrega marcas de superação, aprendizados e cicatrizes que se transformaram em lições.
Há beleza nas palavras que relatam milagres, nas lágrimas que narram livramentos e nas vozes que proclamam gratidão.
Testemunhar é compartilhar a jornada da fé, é permitir que outros encontrem esperança nos caminhos que já atravessamos.
Ainda assim, há uma forma de testemunho que dispensa discursos longos e não depende de plateias atentas.
Viver segundo a vontade do nosso Pai Amado é o testemunho que fala no silêncio das atitudes, na coerência entre o que se crê e o que se pratica.
É quando a fé deixa de ser apenas palavra e passa a ser postura; quando a oração ultrapassa os lábios e encontra morada nas escolhas diárias.
Quem busca viver assim transforma pequenos gestos em pregações vivas, espalha cuidados sem alardes e oferece amor sem cobrar reconhecimento.
Porque o testemunho mais eloquente não é aquele que emociona por alguns instantes, mas o que inspira pelo exemplo constante.
É a vida que, mesmo diante das tempestades, insiste em confiar; que, mesmo ferida, escolhe perdoar; que, mesmo cansada, continua servindo.
No fim, talvez as pessoas esqueçam o que ouviram dizer sobre Deus, mas dificilmente esquecerão o que enxergaram de Deus em nossas Ações e Reações.
Esperar que Políticos-Influencers botem a mão na massa é tão incoerente quanto esperar que algoritmos ignorem ruídos.
Vivemos um tempo em que a “performance” vale muito mais do que a prática.
O discurso bem editado, o vídeo estrategicamente roteirizado e a indignação ensaiada rendem mais engajamento do que qualquer trabalho silencioso, técnico e persistente.
O palco recompensa quem fala; raramente quem faz.
E há quem ainda se surpreenda quando descobre que o espetáculo não constrói pontes, não asfalta ruas, não reforma escolas, não constrói hospitais — apenas acumula visualizações.
Políticos que se comportam como influencers aprendem rápido a lógica da vitrine: presença constante, frases de efeito, antagonismos calculados.
“Botar a mão na massa” exige outra disposição — menos câmera, mais compromisso; menos aplauso imediato, mais resultado demorado.
Exige aceitar que transformação real quase nunca viraliza.
Do outro lado, os algoritmos.
Eles não distinguem verdade de ruído moral; distinguem interação.
Amplificam o que provoca reação, não necessariamente o que produz solução.
Esperar que ignorem o barulho é desconhecer sua natureza.
Eles foram feitos para captar movimentos — e ruído é o maior deles.
O problema começa quando confundimos alcance com competência e engajamento com entrega.
Quando acreditamos que quem domina a narrativa domina também a realidade.
Não é incoerência apenas esperar ação de quem vive de exposição; é ingenuidade estrutural.
Talvez a maturidade política do nosso tempo passe por reaprender a valorizar o invisível: o gestor que trabalha mais do que posta, o servidor que executa mais do que promete, o cidadão que cobra resultado em vez de compartilhar espetáculo.
Porque, enquanto aguardamos que influencers governem e que algoritmos sejam neutros, seguimos terceirizando nossa criticidade.
E nada faz mais ruído do que uma sociedade que prefere o eco à obra.
Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.
Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.
O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.
Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.
A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.
Ela não exige reflexão; basta paixão.
Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.
E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.
O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.
E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.
Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.
Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.
E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.
Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.
Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.
Num mundo tão polarizado, nada deve inflar tanto o Ego dos Manipuladores quanto os Aplausos dos Manipuláveis.
Vivemos tempos em que a opinião deixou de ser ponte e se tornou trincheira.
As pessoas já não dialogam para compreender, mas para vencer.
E, nesse campo de batalha invisível, surgem aqueles que aprenderam a jogar com maestria: os manipuladores.
Eles não precisam da verdade, apenas da narrativa mais convincente — aquela que ecoa certezas pré-existentes e alimenta emoções já inflamadas.
O aplauso, nesse contexto, deixa de ser reconhecimento e passa a ser combustível.
Cada concordância cega, cada compartilhamento impensado, cada defesa apaixonada de ideias não examinadas reforça o poder de quem conduz o discurso.
O manipulador não cria seguidores por acaso; ele molda percepções, simplifica complexidades e transforma dúvidas em inimigos.
Mas talvez o aspecto mais inquietante não esteja na habilidade de quem manipula, e sim na disposição de quem se deixa manipular.
Há um conforto perigoso em não questionar, em terceirizar o pensamento, em pertencer a um grupo que oferece respostas prontas para um mundo tão caótico.
Questionar exige esforço; repetir exige apenas lealdade.
A polarização, então, não é apenas um cenário — é uma engrenagem lubrificada pela manipulação.
De um lado, líderes que inflam; do outro, vozes que amplificam.
No meio, a verdade se fragmenta, perdendo espaço para versões convenientes.
E quanto mais barulhento o aplauso, menos espaço sobra para o silêncio reflexivo, aquele onde o pensamento crítico poderia nascer.
Talvez o verdadeiro ato de resistência, hoje, seja tão simples quanto radical: duvidar.
Não duvidar por ceticismo apaixonado, mas por compromisso com a lucidez.
Ouvir antes de reagir.
Pensar antes de (com)partilhar.
E, sobretudo, reconhecer que nem toda certeza é sinal de verdade — às vezes, é apenas o eco de uma manipulação bem-sucedida.
Toda e qualquer forma de manipulação é muito ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a religiosa.
Porque ela não apenas distorce ideias — ela sequestra consciências...
Usa e abusa da imaturidade e da carência espiritual e emocional das pessoas.
A manipulação comum atua sobre interesses, medos ou desejos imediatos; já a manipulação religiosa invade o território mais íntimo do ser humano: a fé, a esperança e o sentido da existência.
Quando o nome de Deus é invocado como ferramenta de convencimento, deixa de ser sagrado e passa a ser instrumento.
E é justamente aí que reside sua perversidade mais profunda: ela se disfarça de virtude.
Quem manipula em nome do divino não se apresenta como manipulador, mas como mensageiro, defensor da moral, guardião da verdade.
E, nesse teatro cuidadosamente montado, qualquer discordância pode ser tratada não como divergência legítima, mas como pecado, erro ou ameaça.
Na seara política, esse fenômeno ganha contornos ainda mais perigosos.
O que deveria ser debate de ideias se transforma em disputa de “bem contra mal”, onde posições são santificadas e opositores demonizados.
O eleitor deixa de ser cidadão crítico para se tornar fiel — e fé, quando deslocada de seu propósito espiritual, pode ser facilmente conduzida, moldada e explorada.
O problema não está na fé em si, que é fonte legítima de força, consolo e ética para milhões de pessoas.
O problema surge quando ela é instrumentalizada.
Quando líderes, discursos ou projetos se escoram no nome de Deus não para elevar, mas para controlar; não para unir, mas para dividir; não para libertar, mas para submeter.
E talvez o mais inquietante seja o fato de que muitos não percebem.
Porque a manipulação religiosa raramente se apresenta com violência explícita — ela vem em forma de promessa, de proteção, de pertencimento.
Ela acolhe antes de direcionar, consola antes de conduzir, e quando se percebe, já não se questiona mais.
Refletir sobre isso não é atacar a fé, mas protegê-la.
É reconhecer que aquilo que é verdadeiramente sagrado não precisa ser usado como ferramenta de poder.
Porque, no fim, quando o nome de Deus se torna argumento, corre-se o risco de que a verdade deixe de ser buscada — e passe apenas a ser declarada por quem fala mais alto.
De Norte a Leste
o meu Meridiano é 75° E,
sei o quanto levo,
Há Latitudes 35°–55° N
vivas quando quero,
E Longitudes 50°–90° E,
e sei o que mereço,
por ter olhar não deixo
perder e não me perco.
Ancestralidade surgida
e guiada por Ursa Maior
pelas amplas estepes
dela tenho nas veias
a ampla memória,
Não permito ninguém
de qualquer maneira
[a minha História],
Ter chegado até onde
cheguei é a real glória.
Onde em cortesia sidérea
a Cassiopeia, Orion e Polaris,
dançam na Via Láctea,
Ali repousa e se inquieta,
e faz venérea porque
busca saber onde estão
as moças da Ásia Central,
porque há algo muito
além do que é desigual.
A lembrança insistente
revolveu ao passado
como chama acesa,
Daqui a pouco todos irão
dançar ao redor da fogueira,
porque dançar e cantar
é preciso quando o peito
se encontra em lamento.
Porque resistir unidos
e celebrar a chegada
da Primavera é de ordem
exclusivamente existencial,
entre memórias, festejos,
maus-tratos e incertos,
Não parar de perguntar,
é a soma dos desejos
até alguma resposta
conseguir me tranquilizar,
quando tudo irá terminar.
Tanto os pensamentos positivos quanto os negativos estão presentes em minha mente, é claro. Mas o importante é saber discernir essas duas interpretações e transformá-las de acordo com o que me convém.
Por exemplo, se eu percebo uma situação de forma negativa, eu tenho o poder de mudar essa percepção, transformando algo negativo em algo positivo através da minha mente. Sim, eu posso fazer isso.
Se, por acaso, sinto angústia sem uma razão clara, eu posso, naquele momento, usar o poder da minha mente para mudar essa interpretação inconsciente de angústia para algo novo e positivo. Eu posso aprender com esse sentimento, transformando-o em uma oportunidade de crescimento, e assim, reverter a sensação negativa em algo que contribua para o meu bem-estar.
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