Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

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⁠Me vejo embaixo de uma cachoeira, com os olhos fechados sinto a incolor água colorir minha alma com doses de coragem, pressuponho diversas sensações, diversos sentimentos, medo, felicidade, angústia e leveza. Minhas mãos ainda tremem, minha garganta ainda lateja, a mais profunda dor parece dá as caras, mas verdadeiramente, agora, começa a dissolver-se em brilho, como vagalumes em meio ao vento em uma noite de primavera.

A minha ansiedade não é apenas um sentimento passageiro…
Ela é como uma sombra que me segue, mesmo nos dias mais claros.
Às vezes, não sei nem explicar o motivo, mas ela está lá —
como uma tempestade silenciosa, destruindo tudo dentro de mim.

Não gosto de competir, a dor do derrotado não vale minha vitória. Quem disse que o mundo é uma competição?


Prefiro viver sem disputas, sem a necessidade de "vencer" alguém ou "vencer" na vida. Vivo em paz assim, sem ter que ser o melhor ou superar os outros. Para mim, a verdadeira vitória é viver conforme o que me faz bem e feliz.


A competição é desnecessária quando se vive em harmonia consigo mesmo, no seu próprio ritmo. Não preciso me comparar a ninguém, e viver assim me traz mais leveza e prazer. Apenas vivo.

Sinto em minha mente ecos de uma época distante.
Estranhamente vejo passar o que sinto como:
O espírito retratado da maneira de pensar,
Sentado à uma cadeira, observando o movimentar.

Quem diria este voltava-se ao universo, novamente
Para aprender sobre o passado e o presente, entre
Expanções e contrações de uma consciência direcionada,
a tentar compreender sobre esta evolução premeditada.

⁠ansiedade
é uma tempestade
que devasta minha mente
e tudo ao redor,
vai derrubando o mundo
dentro de mim.

Uma borboleta entrou na minha casa
como quem não pede licença,
mas traz recado.
Veio leve…
pousou no silêncio da sala
e, sem dizer palavra,
falou direto com a minha alma.
Talvez não fosse só asa e cor.
Talvez fosse transformação
batendo à minha porta,
me lembrando que o casulo
não é prisão —
é preparo.
No espiritual, ela sussurra:
“Ciclos se encerram.”
No emocional, ela abraça:
“Você sobreviveu.”
Veio dizer que o peso não é eterno,
que a dor não é morada,
que o inverno não impede
a primavera de acontecer.
Entrou como sinal,
como visita invisível de esperança,
como quem diz:
— Você já não é quem era.
E isso é milagre.
A borboleta foi embora.
Mas deixou em mim
asas que eu ainda estou aprendendo a abrir. 🦋

⁠⁠Houve uma época em que eu acreditava que sorri apesar de tudo era minha maior qualidade. Hoje eu sei que aceitar as minhas lágrimas e superar os meus conflitos é mais importante do que fingir felicidade.

Ao longo da minha trajetória, busquei uma receita para o sucesso que fosse clara, fácil de lembrar e que pudesse dividir com meus amigos. Hoje, cheguei à seguinte percepção: Sucesso é igual a Informação + Análise + Reflexão + Ação!

Confissões de uma Fé Inabalável


Eu rendo minha absoluta confiança ao que é comprovadamente falho.
Eu confio nas cartas metodicamente marcadas do jogo,
nos sorrisos límpidos dos políticos recém-eleitos
e nas mãos estendidas, já bem entendidas, a pedir meu ouro em todas as esquinas.
Eu confio na sorte grande e na alquimia silenciosa dos banqueiros em fazer dinheiro
a partir de juros que jamais poderei entender ou pagar.
Eu confio, sobretudo, nas mãos entendidas que, com uma, distribuem o sopão ao necessitado,
e com a outra, rapidamente recolhem o troco a mais dado pelo caixa distraído.
Eu confio no criminoso que mantém um código de honra limitado,
e naqueles arautos da fé que nos prometem o céu enquanto filipendiam a alma
para, em seguida, arremessá-la ao inferno como um brinquedo usado.
Eu acredito e ponho a mão no fogo nas pessoas maldizentes,
naquelas que não deixam escapar um só fio de maldade sutil
na hora da conversa trivial nos cafés.
Eu acredito fervorosamente na Justiça que, com um aceno,
solta o malfeitor que ceifou a vida de um trabalhador,
deixando a miséria da viuvez e a dor da orfandade como herança.
Eu confio na cortesia eloquente do loquaz,
que busca arrebanhar meu suor sagrado
em troca de um produto etéreo que só existe em sua promessa.
Eu acredito em um mundo onde as guerras que matam inocentes irão, de fato, resolver nossos problemas.
Eu acredito no Papai Noel, coelhinhos da Páscoa, em gnomos e fadas.
Eu acredito em um mundo melhor, onde a grama do vizinho é seca e a minha é verde.
Eu sempre acredito piamente em um mundo melhor.
Eu acredito num mundo onde os pais obedecem os filhos e são espancados por eles.
Acredito piamente que quando acordo todos os dias, todas as pessoas são menos inteligentes do que eu e devem, portanto, aceitar e acreditar no que eu acredito.
Eu acredito na beleza vertiginosa de tudo que me dá prazer imediato,
depois de ver meu suor e sangue sagrado
esvaírem-se em poucos minutos,
diluídos em uma noite de luxúrias vazias.
E finalmente, com a mais sombria convicção:
Eu acredito naquilo que me tira a paz, que está tirando,
porque mereço sofrer, ser insultado e suportar todo escárnio.
Com uma convicção quase religiosa,
eu confio em tudo o que me rouba a visão e a simples,
egoísta e cansativa tarefa de focar no meu próprio bem-estar.

A CANÇÃO QUE NÃO É MINHA


Existe uma canção em mim,
Uma canção que não é minha.
Ela vaga imortal no meu inconsciente
E arrasta sensações de tempestade e calmaria.
Nas poucas vezes que estou lúcido,
Sou arrebatado de forma cálida.


Eu, que não sou um entusiasta do meu pessimismo provocado por ela, devo esclarecer: entenda, meu pessimismo é meu bom vivant; não é tristeza, desesperança ou solidão, é apenas solitude.


Entenda: meu pessimismo foi construído com bases fortes na canção entoada na alma.
O pessimismo é meu, e ele se agarra a mim como se eu fosse a última fronteira entre a esperança e o desânimo.


A canção continua tocando, cadenciada e ressoando no caminho da alma, um caminho tortuoso e sem fim!

Minha querida floor que eu gosto muito de ti és uma flor para mim ou és uma flor daquelas flores bonitas e lindas de amar para sempre meu amor.🌷🌹

Me perdi em milhares de direções, tendo uma pequena luz;
Logo ela desvaneceu e tornou minha perdição.
De que forma hei de escrever quantas vezes me apaixonei pela mesma pessoa?
Palavras não podem descrever,
Sinto-me na escuridão...
De que forma haverá de ser,
Tendo como certa minha decepção?
Matarei de vez esse amor,
Ou ele matará meu coração.

Eu havia escrito uma carta, e nela falava para nunca mais me procurarem, porque seguiria a minha vida.


Mas, terminei a carta ás 3 da manhã!! Após alguns minutos que meu pai havia me deixado em paz, pois ele me torturava com um facão e psicologicamente, desde ás 6 da tarde. Porque eu comecei a trabalhar para o estado estagiando na época, graças a uma indicação da mãe de uma colega. E, nesse dia havia recebido meu primeiro pagamento. Ele queria tudo. Mas, eu precisava comprar meu material escolar, não dei. Disse que estava tudo no banco que no outro dia eu sacaria.
Na verdade, eu estava com tudo.


250,00!


Então, terminei a carta...

Minha dor não tem uma origem externa; ela nasce da consciência do que já compreendo.

Você é, sim, responsável pela minha inspiração, uma culpa bonita que eu nunca vou querer que você negue.

Só existe uma JUSTIÇA que nunca falha, a JUSTIÇA Divina. Durante minha jornada neste planeta Terra, vi pessoas inescrupulosas pagarem pelos seus pecados!

Certo dia estava dirigindo e ao passar em frente ao Cemitério perto da minha casa, vi uma idosa com um lindo ramalhete de flores e com um lenço nas mãos enxugando suas lágrimas, diante desta cena comovente pensei: Como deve ser triste perder alguém querido, que amamos de verdade!!!

Sonhei com uma amiga minha em um sonho, eu estava na casa dela e havia outra colega nossa que sentia inveja de mim e saiu de perto de mim, nesse mesmo sonho, havia um primo da minha amiga que pediu um autógrafo meu e ele ria muito, nesse sonho, eu e minha amiga do sonho, éramos bem famosas nas redes sociais.

30/11/2017
Acordei pela manhã após uma longa noite de pesadelos infinitos.
Reflexos da minha realidade ainda lembrados sem que eu pudesse impedir.
Chorei mais uma vez.
Como se aquilo me machucasse inteiramente por dentro.
No sonho, eu e meus irmãos éramos totalmente massacrados por nosso pai.
Não fazíamos barulho algum.
Nem mesmo conversa.
Ele nos ameaçava com palavras terríveis.
Como no passado, quando éramos crianças.
Igualmente.
Até que resolvemos partir pra longe dali, da nossa casa.
Mas, no atalho que passávamos, vi atrás, há alguns metros, meu pai apontando uma arma pra nós.
E aconteceu.
Ele matou primeiro meu irmão do meio, acertou bem no coração.
A segunda bala atingiu meu irmão mais velho, no qual é cinco anos mais jovem que eu.
A terceira bala, me atingiu, bem no peito.
Ele acertou em cheio nossos corações.
Vi meus irmãos caírem, a passos de distância de mim.
Foi difícil conter as lágrimas, enquanto eu também morria com um tiro no coração.
Morremos os três. Só o irmão caçula que não foi morto, pois ele tinha ficado pra trás.
Acordei, e foi um impacto tão forte que não contive minhas lágrimas.
Bom, não peço e nem quero tais pesadelos.
Mas, infelizmente o passado me atormenta todos os dias.
Mas, pelo menos, eu tenho liberdade hoje pra viver a minha vida.
Meu pai, sempre foi o vilão do nosso fracasso.
A gente tenta conter as lembranças ruins, substituindo - as por coisas maiores. Que possa nos trazer paz.
Mas, em uma vez ou outra, pesadelos vêm, como se fossem trazidos por espíritos do além, que parecem querer devorar nossa felicidade.
Mas, não conseguirão jamais.
Passamos por tantas coisas nessa nossa jornada, que é difícil acreditar que ainda estamos vivos.
Sentimos orgulho do que somos agora.
Nós somos filhos de Deus.
E a nossa história, por mais que seja complicada e dolorosa de lembrar, somos mais que vencedores."

Minha tese assume uma hermenêutica purista: a leitura é o próprio acontecimento do real.