Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
A tríade da identidade divina…
Em cada ser reside uma tríade de existências: a primeira, urdida pela nossa autopercepção, um retrato interior muitas vezes adornado por anseios e ilusões; a segunda, plasmada no olhar alheio, uma tapeçaria de juízos e interpretações nem sempre fiéis à essência; e a terceira, a mais profunda e imutável, conhecida apenas pelo Criador, a fonte primordial de nosso ser.
A identidade, em sua busca incessante, clama pela compreensão da nossa gênese, a clareza do nosso destino e a firmeza do nosso presente. É o fio condutor que nos orienta na tapeçaria da vida.
Assim como Daniel, imerso no coração da opulenta Babilônia, manteve incólume sua integridade, a influência do entorno perde sua força quando ancoramos nossa essência naquilo que verdadeiramente importa: nossa filiação ao Divino. O ambiente que nos cerca, seja ele suntuoso ou modesto, a urbe em que habitamos, o estrato social a que pertencemos, palidecem diante da identidade que cultivamos em nosso Criador.
Pois, ao reconhecermos quem somos aos olhos do Eterno, do Senhor de toda a criação, as críticas perdem seu veneno, as maldições não encontram guarida em nosso espírito. Fomos constituídos como prole amada, entes queridos e destinados à vitória. Nossa verdadeira identidade reside nesse reconhecimento divino.
Desprezemos, portanto, os ecos das vozes externas e as miragens da nossa própria mente, e atentemos à verdade inefável que o Criador conhece e proclama sobre nós.
O Fardo do Sucesso: Uma Reflexão Urgente Sobre o Brasil Atual…
No panorama incerto do Brasil, a prosperidade individual, em vez de ser celebrada como motor de avanço, parece converter-se em um fardo cada vez mais pesado. A cada novo amanhecer, a nação se vê enredada em uma teia de tributos crescentes, que se estende insidiosamente sobre aqueles que ousam buscar e alcançar o êxito. É como se, em terras tupiniquins, a contramão se tornasse a via principal, onde o esforço e a iniciativa são recompensados não com incentivos, mas com o peso sufocante de uma carga fiscal exorbitante.
Nesse cenário paradoxal, o espírito de iniciativa e a criação de valor, em vez de florescerem livremente, enfrentam uma miríade de obstáculos que parecem erguidos para tolher o ímpeto criativo. Cada passo em direção à inovação e à construção de novos negócios é recebido com a burocracia labiríntica e a onerosidade de um sistema que parece punir o dinamismo. E, no entanto, é justamente nesse ambiente adverso que a capacidade de gerar progresso se destaca como uma força vital, indispensável para o avanço do país.
A capacidade de inovar e criar é, de fato, a espinha dorsal da economia brasileira, um vetor incansável de progresso. Sua relevância transcende o mero ato de fazer negócios; ela se materializa na criação de empregos, que oferece dignidade e sustento a inúmeras famílias, contribuindo significativamente para a redução do desemprego. É através da iniciativa de mercado que novos produtos e serviços surgem, impulsionando a inovação e promovendo o desenvolvimento de soluções eficazes para os desafios prementes da sociedade. Essa força não apenas injeta dinamismo no mercado, mas também se revela fundamental na geração de riqueza, elevando o Produto Interno Bruto (PIB) e fortalecendo as bases econômicas da nação. Sua capacidade de descentralização é um diferencial notável, promovendo o crescimento em regiões menos desenvolvidas e equilibrando as disparidades que frequentemente caracterizam o território nacional. Adicionalmente, essa força de mercado atua como uma poderosa ferramenta de inclusão social, capaz de empoderar grupos historicamente marginalizados, proporcionando-lhes acesso a oportunidades de trabalho e a serviços essenciais. Ela é um agente propulsor da competitividade, introduzindo novas tecnologias e estimulando um ciclo permanente de modernização do tecido empresarial, e seu impacto se estende ao campo social e ambiental, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável, ao abordar problemas e buscar soluções inovadoras.
É imperativo, então, que se erga um brado por uma transformação substancial. A premente necessidade de reduzir os gastos públicos não é apenas uma questão de eficiência administrativa, mas um clamor por justiça e por um futuro mais equânime. Diminuir a dívida pública não é somente um imperativo econômico, mas um alívio para as gerações presentes e futuras, que hoje carregam o ônus de desmandos passados. E, acima de tudo, aliviar a carga tributária não é um privilégio a ser concedido, mas uma condição fundamental para que o talento e a capacidade produtiva da nação floresçam sem amarras.
A política atual, com sua predileção por extrair cada vez mais daqueles que produzem, assemelha-se a um navio que, em vez de velejar com o vento a favor, tenta avançar contra uma tempestade crescente. É uma visão que asfixia a inovação, desestimula o investimento e, em última instância, mina a própria base do progresso. Essa pressão fiscal não atinge somente o setor produtivo; ela recai diretamente sobre o cidadão comum, erodindo seu poder de compra à medida que o custo de produtos e serviços básicos se eleva. Todos os contribuintes, sem exceção, arcam com o peso dessa conta.
O mais alarmante é que toda essa arrecadação crescente e a escalada de impostos não se revertem em serviços essenciais e de qualidade para a sociedade, que tem direito a eles. Pelo contrário, observamos uma deterioração contínua de todos os serviços públicos. O que realmente se vê é um aumento desproporcional nos gastos estatais, muitos dos quais, chocantemente, foram protegidos por um sigilo de cem anos, uma medida amplamente criticada no passado recente. Que país é esse, que exige tanto de seus cidadãos e oferece tão pouco em retorno, enquanto suas próprias contas são envoltas em tamanha opacidade? A nação merece e exige uma virada de rumo, uma política econômica que celebre o esforço, que estimule a criação de riqueza e que reconheça no ímpeto produtivo não um alvo a ser taxado, mas o motor vital para um futuro próspero e justo para todos os brasileiros. É tempo de reflexão, mas, sobretudo, é tempo de ação para que o Brasil não continue a punir o sucesso, mas sim a cultivá-lo como o mais precioso de seus bens.
"A fantasia quando parece verdade,deixa a verdade parecer fantasia. Nada como uma varinha de condão para separar as coisas ..."
O fim da corrupção
"Ser capaz de recusar uma benesse por causa de um princípio,não nos faz super homens ...faz-nos íntegros !"
"Uma casa é sempre uma casa e em qualquer casa se pode morar
Porem qualquer casa, para ser uma verdadeira casa, tem que ser primeiro um lar"
"Uma flor pode existir sem um jardim...mas nao há jardim que exista sem uma flor - porque depois deixa de ser um jardim, para se tornar num baldio"
"Se eu fosse uma pessoa sem amor eu adoptaria um gato ...mas porque já tenho um, sou duplamente amado."
"O segredo é : Manter sempre uma mente aberta e nunca parar de aprender.O conhecimento é o prémio maior da existência.Quem adquire conhecimento sabe sempre a causa do sofrimento ou a razão de ser feliz.O saber atenua a dor e tempera a felicidade. O saber e o conhecimento libertam-nos das taras, das manias e das crenças ridiculas."
"O ser humano pode nascer com um trilhão
de defeitos, mas o pior deles é nascer com uma alma mediocre.Não é culpa dele, mas vemos o bom senso ir todo por água abaixo."
" Ter um dia iluminado, ao preço a que chegou a energia eléctrica,requer uma excelente visão,para não esbarrar na mobília"
"O povo, que é sempre crente e miserável, procura uma saída num beco sem saída.Desde os tempos mais remotos que a religiao o atrapa "
Numa pauta de música, se lhe faltar uma nota ou se essa nota tem um tempo errado, a melodia não existe... em vez disso, existe um amontoado de sons parvos e desconformes. Na língua portuguesa, a mesma coisa acontece, quem escreve como lhe dá na gana não faz melodias, mas desarranjos gramaticais que nos arranham os olhos e o coração... e reparem, eu nem sou músico, mas sei como ouvir.
"Alguém sabe o que é a poesia?
Eu acho que a poesia é uma outra escolha, na maneira de se viver.
A maioria das pessoas escolhe a forma mais dura ...
Serão masoquistas? Não, é somente porque não podem ser poetas.
É que ser poeta não é uma questão de querer ...mas de poder!"
"Ser constante e igual a si mesmo ...requer muito polimento. Uma personalidade não se pode fazer de boatos "
"Entre uma aleluia agora e outra aleluia depois, matamos os Cristos ás sextas feiras para os ressuscitar aos domingos. É bom ter esta certeza,segundo as escrituras ...entretanto a carnificina continua."
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Charles Chaplin Poemas sobre a Vida
- Mensagem para uma pessoa especial
