Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
"Não somos super heróis
somos meros actores coadjuvantes
de uma historia universal
escrita em forma de poema
onde a diferença e feita
na única estrofe que escrevemos
e que termina quando o chão caminhar sobre nos
e o céu se esconder atras do horizonte
momento em que só nos restará
o silencio das nossas vozes
e a escuridão da nossa visão
que servirá de companhia eterna
momentos sacramentados em nosso santuário
pelas insígnias a que respondemos
como autores de um verso "sem rimas por muitas vezes"
no poema da historia universal..."
Em quanto descrevo a imagem da janela da nossa residência eterna,
e a morte me faz sentir mais vivo... 02:13_11/07/08, em meu quarto escuro.
Descoberta da primavera
Um belo dia ao apontar do sol
Fui visitar o jardim
De repente uma rosa piscou para mim
Querendo dizer-me alguma coisa
Mas eu não entendi...
Depois pensei:
Só pode ser a primavera
Pois o sol está com mais fulgores
E as flores estão mais belas.
Se desfazendo das amarras
João era astuta, uma baleia astuta,
Pois via que, tinha a capacidade de enxergar lógica nas coisas de forma suficiente para otimizar seus feitos, coisa que muitos não conseguiam,
Muitos objetivos alcançados sem dúvida,
Seu senso do prático era recalcado de realidade,
Só dava passos se estes fossem construídos com a argamassa da razão,
Não tiremos seu mérito, não é culpado por apenas ter obtido o sucesso de forma matemática.
Se comportava como uma barragem que continha a força das águas, de grandes rios que suplicavam por liberdade, rogavam que libertasse suas correntezas. Ia as soltando conforme apercebesse necessidade para tanto, razão para tanto.
A baleia Pedro, irmão de João, via-se passível a dinâmica do querer, era como um barco sem motor em um rio,
A correnteza era forte quando se apaixonava,
Rapazote de apego fácil,
No dia crítico,
Surge moça de bocado de predicados,
O rio agitou-se, correnteza irredutível, levava quase tudo, Pedro desesperou-se -por não saber se ouvia o irmão ou continuasse a ser como era- ao se deparar com o irmão, que lhe disse:
-Quer um conselho? Construa uma barragem, assim seu barco encontrará águas calmas, sem correntezas, poderás descansar no lago represado, rico em peixes garantidos, a minha represa é grande, imponente, libero o rio quando quero.
João de forma alguma teria coragem de ter se deixado levar pelas correntes fortes, não sabia onde aquelas turbulentas águas o levaria. Já tinha sucesso, era rico, seu rio se tornou num lago, águas paradas, conheciam apenas aquele espaço mas eram cristalinas, ricas em peixes.
Pedro sofria com a instabilidade de seu barco sob fortes águas, mas segurava firme, lutava contra os desgovernos constantes de sua embarcação. Não tinha fixação, sua vida era uma mudança constantes de paisagens, não sabia no que ia dar toda aquela viajem, todo aquele trabalho em por o barco no rio e se deixar levar por suas águas.
Quando a rapariga agitou seus rios, trazendo fortes correntes, foi ali que ele percebeu que deveria se segurar mais firme ainda em sua fé na jornada. Novamente, não sabia qual seria o fim daquele ato leviano visto assim por João, mas mesmo assim acreditava fortemente em um bom fim.
Voltando ao dia crítico, eis que Pedro retruca ao irmão:
Quero ver o que tem no fim desse rio, se construir a barragem, ele parará e nem mais será um rio, não haverá correnteza, não havendo correnteza, como chegarei até o fim do rio?
Assim, Pedro continuou a descê-lo, sem medo.
Passado algum tempo, a baleia Pedro avista a foz, atordoado com tamanha beleza, encontra um horizonte infinito de águas. Pedro morreu naquele oceano, àquela correnteza o levou para aquele paraíso, felicidade interminável, liberdade infinita. A baleia João viveu bem, tinha muita comida, no final da vida já se encontrava cansada, aquele lago já havia a deixado enfarada do espaço limitado, seu tédio era grande, não conheceu o mar, morreu sozinho, era a baleia do lago, farta de peixes fáceis, garantidos, nunca experimentou a adrenalina proporcionada por uma correnteza, por um rio que corre livre e solto como deve correr, que com toda a sua simplicidade desce o vale, naturalmente pela força da gravidade, “cai”, de forma passiva, enfrentando os obstáculos de forma a sempre contorná-los, sem bater de frente como o mesmo, com sabedoria. Mas desce, desce em direção ao mar, com toda a naturalidade de apenas escorrer a encontro da grandiosidade, do símbolo do infinito, o mar.
Paz interior
A paz começa no interior de cada um.
Esta lá dentro de cada alma como uma sementinha esperando para germinar, crescer e fluir;
Só precisam lhe proporcionar boas condições, um meio ambiente certo e o tratamento necessário para ela desabrochar.
Aquiete-se e crie condições certas.
Aquiete-se e de a ela oportunidade para se enraizar.
Quando ela se sentir bem firme, continuará a crescer, mas seus tenros brotos precisam ser ajudados e protegidos com muito carinho.
Portanto, você guarda a chave para a paz do mundo dentro de você.
Não perca tempo com o caos e a confusão do mundo.
Mas comece a pôr ordem em seu próprio interior.
Transforme o caos e a confusão de sua vida em
Paz, Serenidade e Tranquilidade;
Torna-se membro útil da sociedade e do mundo em que você vive.
Comece com você mesmo, num ponto onde você sabe que terá sucesso, e depois espalhe a paz para fora de
Você!
PREFIRO SER LEMBRADA POR UM POEMA
POR MAIS BOBO E TOLO POEMA ESTE SEJA
QUE SER UMA FOLHA BRANCA SEM RABISCO
sandramelo-flor
PAUSA
Hoje conversei com o mar
Ele murmurou uma canção triste
Exalou seu perfume para acariciar-me
Mostrei a ele que na caravela que partia
Que dentro dela ia o meu coração
E nele continha todo o meu amor
Pedi ao mar que não balança-se tanto
A caravela que sumia em seu horizonte
Para que não aranha-se meu coração
Que hora ia embora com todos os sonhos
Ao encontro do meu amor
Que irá guardá-los para toda eternidade
Sandra mello-flor
DAIANE E A PENA ROSA
EU VI UM DIA UMA PENA ROSA
ELA ESTAVA A VOAR
BRINCANDO DE NAVEGAR
EU VI UMA PENA ROSA
TAMBÉM A MENINA DE ROSA
QUE SOPRAVA A PENA
PARA FAZÊ-LA BAILAR
EU VI UMA PENA ROSA
QUE BRICAVA NO ÁR
EU VIA MENINA DE ROSA
ELA NÃO TINHA ASSAS
MAS SOPRAVA A PENA ROSA
PARA FAZELA VOAR
EU VIA MENINA DE ROSA
NÃO VI MAIS APENA ROSA
MAS VI A MENINA DE ROSA
QUE APRENDEU A VOAR
SANDRA MELLO-FLOR
De acordo com uma pesquisa repetida de âmbito nacional, médicos fumam mais cigarros Camel do que qualquer outro cigarro.
Museu da Propaganda
http://museudapropaganda.blogspot.com
Apenas uma pequena com sonhos de uma grande menina!
Vivendo num mundo estressante e surreal
Tentando apenas ser feliz!
Sol e calor- Hai-kais à Brasileira
Como o sol
Uma mão na pele
Eu e você, só carinho
Um calor bom
Subindo pelo corpo
Desejo louco
Sol e calor
Dias fazendo amor
Com todo fervor
Sol se põe
Descanso de braços
Assim entrelaçados
Surge um langor
Contigo, nos braços
Amor cansado
Betânia Uchôa
Do planador vejo uma tela, verde, verde e verde como é ela, vasta de pureza e riqueza, linda cujo nome é natureza
Tua fantasia que voava longe
Eu te ajudei a viver momentos
Te dei teu sonho de uma paixão
Que tu precisava na tua madrugada
Da tua insônia de fogo desejo
SANDRA MELLO-FLOR
E eu sabia o que tu querias
Da necessidade tua daquele momento
Nas altas horas de uma madrugada
Tu ali carente de amor paixão
Eu dei teu sonho de puro desejo
Um sonho lindo de louca paixão
sandra mello-flor
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