Vamos Rir
O que é notável é que diariamente nós temos de escolher qual atitude que vamos abraçar para esse dia.”
Fim de uma amizade
Se você deixou de ser minha amiga
Vamos deixar de nos falar sem briga
Manter-te-ei aqui no meu coração
E na minha solidão
Quero lembrar-me com carinho de você
Não sei como isso foi acontecer
Simplesmente acabou a sua amizade
E se acabou é porque nunca foi de verdade
Mas, pode crer que eu sempre fui seu amigo
E te fazer o bem foi o meu pior castigo
Desejo-te muita paz e que seja muito feliz
Na verdade, a tua felicidade eu sempre quis.
Se atrapalho sua vida, me perdoa, querida
Se fui um estorvo, eu saio de sua vida
Só levarei a sua imagem
Buscarei em outra alguém
A amizade verdadeira que busquei em você
Só não quero outra vez chorar e sofrer.
Na verdade, amizade verdadeira
Não causa esta dor tão derradeira
Simplesmente acabou a amizade
E se acabou, é porque nunca foi de verdade.
Vamos falar de amor...
Ah, o amor... Pronto, falei. (Palhaça até na fossa).
O amor, o que falar dele? Amar é um bicho complicado, gente. Não é qualquer um que "guenta" o tranco. Tem que ser forte, e ter um pouco de músculo também. Vai que o seu amor resolve te dar uns tabefes... Tendo um pouco de músculo você pode retribuir, não é não?! Falando sério agora, amar não é um bicho de sete cabeças, mas também não é fácil. Não é fácil você aceitar o jeito do outro, as manias, os vícios, os medos, as inseguranças, e por aí vai.
Quase ninguém está preparado pra amar. Mas às vezes o amor pega a gente de surpresa. E aí, Zé? O que você faz? Faz nada, apenas ama. Mas eu não estou preparada, Zé. Finge que ta e sai desenfreada rumo a estrada de uma vida nova. Não estou entendendo, Zé. Ô, menina burra. Ama e pronto. Entendeu? Apenas ame. Ame! Esquece tudo que eu disse. AME!
Se conseguirmos enxergar além do medo, vamos descobrir o que realmente importa. E aprendemos que, às vezes, as coisas que nos afastam também podem nos aproximar.
Todos vamos morrer, e é isso que nos torna pessoas de sorte. Existe uma imensa maioria que nunca vai morrer, pois nunca vai nascer. As pessoas que em potencial poderiam estar no meu lugar, mas que nunca verão a luz do dia, superam em número os grãos de areia do Saara. Entre esses fantasmas com certeza há poetas superiores a Keats. E cientistas superiores a Newton. Disso sabemos porque o conjunto de pessoas possíveis que nosso DNA permite supera maciçamente o número de pessoas que existem. A despeito dessa probabilidade chocante, somos você e eu, em toda nossa banalidade, que aqui estamos
Vamos pensar um pouco...
- Se não existe mais solução, por que queremos recomeçar?
- O fim é certo. Então por que quando chega, nunca esperávamos?
O céu é só uma promessa
Eu tenho pressa, vamos nessa direção
Atrás de um sol que nos aqueça
Minha cabeça não aguenta mais...
É preciso germinar e fazer brotar pequenas mudanças, assim, vamos evoluindo, transformando, fazendo com que pequenos gestos sejam como pequenos ensaios para algo grandioso. Algo que soe como um renascimento de si mesmo! Até mesmo uma remodelação de algo que já existe pode provocar uma sutil e positiva mudança. Uma nova forma de olhar, de pensar, de sentir. É preciso acreditar que possuímos uma incrível força dada a nós pelo Criador capaz de nos regenerar e reinventar!
Vamos nadar para a lua
Vamos escalar a maré
Penetrar na noite que
A cidade dorme para esconder
Vamos nadar essa noite, amor
É nossa vez de tentar
Estacionados ao lado do oceano
Em nosso passeio ao luar
Vamos nadar para a lua
Vamos escalar a maré
Nos render aos mundos que nos esperam
E lambem nosso corpo
Nada restou aberto
E não há tempo de optar
Paramos dentro de um rio
Em nosso passeio ao luar
Vamos nadar para a lua
Vamos escalar a maré
Você estendeu a mão para me segurar
Mas não posso ser seu guia
É fácil te amar
Quando te vejo deslizar
Caindo em florestas umidas
Em nosso passeio ao luar
Vamos, baby, vamos dar uma volta
Descendo, descendo para perto do oceano
Chegar bem perto
Chegar bem próximo
Baby, essa noite vamos nos afogar
Descendo, descendo, descendo
Se você vier comigo, aí nós vamos adiante
Com a cabeça erguida e mantendo a fé em Deus
O seu dia mais feliz vai ser o mesmo que o meu...
Vamos combinar que muitas vezes não há segredo algum, inimigo algum, interrogação alguma, nenhuma entidade obsessora além da nossa autosabotagem. A gente sabe que esticar a corda costuma encolher o coração, mas a gente estica. A gente sabe que nos trechos de inverno é necessário se agasalhar, mas a gente se expõe à friagem. A gente sabe que não pode mudar ninguém, que só podemos promover mudanças na nossa própria vida, mas a gente age como se esquecesse completamente dessa percepção tão sincera. A gente lembra os lugares de dor mais aguda onde já esteve e como foi difícil sair deles, mas, diante de circunstâncias de cheiro familiar, a gente teima em não aceitar o óbvio, em não se render ao fluxo, em não respeitar o próprio cansaço.
Eu pensava em todas essas armadilhas enquanto caminhava na Lagoa, um dia de céu de cara amarrada, um tiquinho de sol muito lá longe, tudo bem parecido comigo naquela manhã. Eu me perguntei por que quando mais precisamos de nós mesmos, geralmente mais nos faltamos. Que estranha escolha é essa que faz a gente alimentar os abismos quando mais precisa valorizar as próprias asas. Como conseguimos gostar tanto dos outros e tão pouco de nós. Eu me perguntei quando, depois de tanto tempo na escola, eu realmente conseguirei aprender, na prática, que o amor começa em casa. Por que, tantas vezes, quando estou mais perto de mim, mais eu me afasto. Eu me perguntei se viver precisa, de fato, ser tão trabalhoso assim ou se é a gente que complica, e muito. Como conseguimos ser tão vulneráveis, ao mesmo tempo que tão fortes. Somos humanos, é claro, mas ser humano é ser divino também.
Eu não tenho muitas respostas e as que tenho são impermanentes, como os invernos, os dias de céu de cara amarrada, os lugares de dor, os abismos todos, o bom uso das asas, os fios desencapados, as medidas e as desmedidas. Tudo passa, o que queremos e o que não queremos que passe, a tristeza e o alívio coabitam no espaço desta certeza. Eu não tenho muitas respostas. O que eu tenho é fé. A lembrança de que as perguntas mudam. Um modo de acreditar que os tiquinhos de sol possam sorrir o suficiente para desarmar a sisudez nublada de alguns céus. E uma vontade bonita, toda minha, de crescer.
Vamos seguir nossos caminhos separados,não sabemos mais como lidar com essa situação,o que passou é passado e não temos porque se preocupar com o passado ,ele não trará mais dor do que já esta trazendo,não temos porque relembrar o que aconteceu ,um dia nós perceberemos que não irá adiantar.Nada do que foi dito deve ser cobrado,pois palavras desaparecem no ar como nuvens,desaparecem como os sentimentos, como os meus sentimentos.
