Vamos fazer Amor

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Somos Todos, Cisnes de Um Lago Encantado. Entre Mergulhos, Alaridos e Silêncio, vamos lentamente saíndo de Cena... No nosso Palco da Vida... Rolemberg.

Não vamos comer os pêssegos. Planejamos, executamos, chegamos tão perto, mas não vamos comer os pêssegos. Não teremos véu e grinalda, a festa que sonhei. Não vai existir o chalé nas montanhas, o galinheiro ou a estufa que me prometeu. Não vamos fazer um jardim, ou se balançar na rede. Não sei nem sequer se queria isso. Mas você realmente não queria. Para você, tudo isso é em vão. Se alimentou do meu corpo em alma a troco de mais vida, enquanto me abandonou para morrer, sozinha. Mas não morri. Não morri das milhões de vezes que você fez isso comigo. Não vamos comer pêssegos.

Olha vamos permitir tudo como está, a sintonia está tão boa e confortável. Vamos viver tudo sem arruaça; o nosso melhor é agora, conhecendo os limites na caminhada da felicidade.

Estou indo te encontrar, linda mulher encantadora e desconhecida. Vamos descobrir nossos defeitos, costumes e manias, aprender juntos a superar nossos limites. A lição é real: os defeitos, embora existam, ficam abaixo das qualidades que nos sustentam.

Um dia tudo vai mudar, até os inocentes questionarão: onde estamos? Para onde vamos? Qual direção está correta diante dos olhos, sem respostas o vazio se recolhe perdido rasteja sem duração.

Até quando vamos seguir tropeçando nessa caminhada feita de silêncios e meias palavras?
Ainda gosto de você — e, mais do que isso, tenho medo de esquecer o quanto gosto.
Já passou da hora de sair do estacionamento da indecisão. Você permanece no acostamento, imóvel, mesmo estando tão perto de mim.


O manto que te envolve logo deixará à mostra o quanto já percorremos — ou o quanto deixamos de ir.
Confesso: cansei de ser sempre o primeiro passo.
Afinal, quem se curva demais, uma hora acaba beijando o chão...

⁠A morte sempre existiu. Então para honrar quem já partiu vamos viver com intensidade para que o reencontro seja feliz na eternidade.

Geração após geração vamos aprendendo a Amar! Parece mesmo ser essa a única lição a ser aprendida.⁠

⁠Racismo

Vamos mergulhar nesse assunto
Em pleno século XXI um absurdo
O racismo aparece com diferentes caracteres
Vem lá dos nossos ancestrais e até nos dias atuais
Povos torturados , mortos e violentados
No Brasil ainda pouco se sabe
Mas o racismo vem da elite branca que o escravizou
Nem uma vida digna os deixou
Viveram centenas de anos explorados e na escravidão
Imaginem a dor e a solidão
No futebol foi falta de humanidade
Preto não poderia jogar
Sua cor era pra se afastar
Uma fórmula foi descrita como certa :
Branco superior , preto inferior , quanto horror !
Racismo sempre existiu , mas o preto não desistiu
Conseguiu seu espaço em meio tanto desastre .
Colocam como criminoso e marginal
E com o branco está tudo normal
A história mostra sua luta
Te defendo contra pessoas preconceituosas
Que não entendem o racismo estrutural
E acha que está tudo normal
Deus sempre te dará força pra lutar e se superar.

Para onde vamos? Sempre para casa.

Vamos falar de paixão?
Um sentimento sem pé nem cabeça, que aflora de repente mesmo sabendo que não tem jeito, que não vai dar, não vai florecer.
Vamos falar de saudade?
Saudade de alguém que nunca viu, mas que faz falta. Acredite, isso é possível.
Vamos falar de desejo?
Aquela coisa louca que nasce ao anoitecer para impossibilitar seu sono com mil imaginações na mente.
Vamos falar de momentos ?
Os mais íncriveis que podemos imaginar, mas que demora chegar e algumas vezes nem chegam. Quando chegam vão embora rapidinho pra gente não esquecer que são apenas momentos.
Vamos falar de lembranças?
De um tempo que já foi ou de um outro que ainda não veio, dessas que passa, deixa marca e foge. Dessas que dão lugar a saudade.
Vamos falar de súplicas ?
Aquele grito que tem cheiro de pressa, que implora presença, deseja o encontro, que sonha com dois corpos unidos, duas vozes se transformando em uma, sem hora de ir embora.
Vamos falar dessa distância?
Uma bandida que separa abraços, amores, que rouba carinho e olhares de cara limpa.
Uma maldita que derrota a paixão, que gera saudade, que não realiza desejos, carrega momentos, planta lembranças pra gente colher saudade e suplicar piedade.
Vamos falar de colocar um fim nisso tudo, só pra mostrar quem é que manda?

Um dia nunca não é igual ao outro.
Então, vamos aproveitar o dia de hoje,
porque o de amanhã não sabemos
como vai ser...

Sempre vamos sofre mas na nossa imaginação é no nossos pensamentos
do que na realidade,
então não encha sua mente de pensamentos negativos .
Respire e alcama- se .
Frases do vini

Um dia vamos celebrar tudo o que não vivemos juntos. E isso também chamaremos de livramento.

⁠“Boa tarde, sonhador(a) das palavras! Vamos poetizar e solfejar versos no tecido do tempo. Que tema moverá a pena hoje? Amor, saudade ou mistério?”
©JoaoCarreiraPoeta.

⁠Tempo de amar

Verdade, a vida é um sopro, não avisa o seu fim,não nos prepara nem avisa quem vamos perder. Entre um espaço e outro da batida dos nossos corações existe um breve intervalo de tempo o qual determina a nossa existência. Em um compasso absoluto de harmonia nos impulsiona a evoluir e a buscar nossos sonhos e correr atrás de sentimentos. Então viva, mas viva marcando cada milésimo de segundos com o dom do amor, da fé e do perdão. Pois Nunca saberemos quando não haverá mais espaços entre as batidas do coração.

Reflita: a cor não faz a pessoa, o ódio não resolve nada, e o tempo mostra que todos vamos para o mesmo lugar. Então, por que não amar e respeitar todos, independentemente da pele ou do cabelo, já que somos todos iguais na vida e na morte?

Vamos colorir a vida!
Não a pinte do cinzento da tristeza,
Nem de qualquer outra cor, que não lhe dê beleza...
Que tal começar com o amarelo, a cor da alegria,
Para que possa iluminar todo o seu dia?!

Vamos fazer 2014 ser diferente!
Que a gente não comece o próximo ano levando as mágoas que adquirimos neste. O que passou, passou. Se nos fizeram mal, deixa, vão pagar. Cada um vai dar conta dos seus erros. Relaxa!
Vamos agradecer a Deus por termos família, amigos, saúde! Alguns parentes e amigos não estão mais entre nós, lembraremos para sempre, com saudade e esperança de um dia encontra-los de novo. A vida passa rápido, a prova está aí, acabando mais um ano. Não podemos cometer as mesmas atitudes, se temos esperança de que tudo será diferente. Quem tem tempo, estude, quem não tem, trabalhe, se for possível pra você, fazer os dois, faça, mas não fique aí vivendo de sonhos, nós temos de correr atrás.
A noite é boa, os colegas engraçados, mas na hora que realmente precisar, olhe pro lado: Não fica um! Química não se compra com cerveja e carona, já cansei de avisar! O dinheiro acaba e com ele acaba a ilusão!!
Vamos acordar pra realidade!
Precisamos dar valor aos nossos filhos. Valorizar nossas famílias! Daqui a pouco estamos partindo, ser feliz é o que resta!
Um Feliz Ano Novo!!

UM PRETEXTO CHAMADO LIVRO


A casa de esquina parecia abandonada, mas não estava. Apenas vamos chamar de silêncio aquilo que sobra quando as pessoas vão embora. Foi ali que Lázaro, aos trinta anos, parou o carro num sábado de sol em brasa, em Cuiabá. Vendedor da Barsa, trazia na mala enciclopédias e, sem saber, também carregava destinos alheios. Tocou a campainha com cuidado, como quem não queria acordar lembranças. O homem que abriu a porta era viúvo. A solidão morava nele sem pedir licença. Não havia brinquedos no quintal, nem vozes nos corredores, nem pressa alguma para o futuro. Tudo indicava que aquela casa não precisava de livros. Ainda assim, Lázaro entrou. Falou da Barsa como quem fala de permanência. Disse que ali estavam respostas para perguntas que nem sempre eram feitas. Que os livros resistiam ao tempo, às ausências, à poeira dos dias. O senhor escutava em silêncio, olhos pousados em um ponto distante da sala, talvez no passado. A venda aconteceu sem celebração. Apenas aconteceu. Como acontecem as decisões importantes. Depois, o suco de caju. Doce, fresco, quase uma gentileza antiga. Entre um gole e outro, o senhor confessou o motivo da compra. Tinha netos, mas os via pouco. Talvez, disse ele, os livros servissem de pretexto. Um motivo legítimo para que eles voltassem. Para que a casa voltasse a ter passos, perguntas, risos espalhados pelo chão. A Barsa não era sobre pesquisa. Era um chamado.
Lázaro saiu entendendo que a solidão faz as pessoas criarem armadilhas delicadas para o amor: uma coleção de livros, uma mesa posta, uma desculpa bonita para não desaparecer sozinhas.


A solidão ensina que pessoas não compram coisas por necessidade material, mas por esperança, criando gestos e pretextos para trazer de volta quem o tempo afastou, tentando transformar silêncio em presença.