Vale tudo Filosofia de Vida
Existe um poder vital em cada um de nós, que acionado e bem direcionado poderá transformar a nossa vida.
Para que enxerguemos melhor a realidade, e sobre tal produzamos opiniões mais apuradas, faz-se necessário que tenhamos maior sagacidade sensorial diante das evidências, e melhor acuidade avaliativa na formação conceitual.
A maioria dos seres humanos passa a vida conhecendo de si apenas sua sombra, acreditando se tratar de sua própria essência.
Uma das grandes dificuldades do ser humano é compreender que sua visão de mundo não é igual a dos demais, no máximo ela será semelhante.
Para um processo de cura eficiente é preciso identificar as cargas emocionais envolvidas no problema, e sobre tais, dissensibilizá-las e ressignificá-las, pois nada que foi escrito no livro de nossa vida se apaga.
O ciclo da vida é fantástico, desde que o vivenciemos conscientemente e como protagonistas de cada etapa.
Quando perdemos controle sobre nossos sentimentos e não sabemos quem somos, nossa vida parece uma carroça sendo puxada por três cavalos, e cada qual para uma direção diferente.
O conceito de subjetividade, o “eu”, parece-nos certo e, principalmente, prático. O segundo realmente é, entretanto, podemos nos ilusionar ao afirmar que ele é correto. Ao considerar o “eu” como unidade pessoal e constante facilmente podemos notar sua incongruência com a realidade. Visto que a mesma é contante, transitória. Desta forma, em relação ao fluxo do tempo, não existe margem para considerar a existência de algo constante que nos identifique.
Em segunda instância, podemos notar que a percepção do “eu” pelos sentidos: visão, audição, tato, paladar não pode ser considerada. Visto que o conceito de um “eu” é a não transitoriedade, ou seja, ao apoiar a percepção do “eu” nos sentidos — que apenas captam experiencias em constante mudança– é uma contradição. Além disso, a própria percepção é alterada assim como o perceptível.
Portanto, não há sustentação lógica para uma definição pessoal? Não há justificativa para utilização de adjetivos pessoais para designar a pessoalidade? De forma alguma. Isso se justifica pela praticidade. Mas não somente. Podemos tomar uma linha de raciocínio paralela ao pensamento apresentado: tomando como base a transitoriedade, podemos definir o “eu” como o histórico de transições em ralação ao tempo. De maneira a relacionar todo o passado como consequência do presente, criamos uma linha que podemos nomear de “eu”, e a previsão baseada nesta linha de acontecimento passados, nomear-se-a de “vir a ser”.
Criamos assim, uma expectativa para o “eu”; não o “eu” ilusório baseado nos sentidos ou em percepções. Mas um “eu” histórico.
Em síntese, o “eu” é todo o histórico de mudanças e nuanças refletidas no presente, que cria nossas percepções constantes e reais. Não há um “eu” perceptível, pois como dito, nossas percepções não são aptas para tal definição. Portanto, o “eu” concerne à “sensação”, algo intrínseco e infundado pela percepção.
O histórico de inconstâncias: somos uma metamorfose ambulante.
A maturidade faz com que passamos olhar a vida com mais profundidade e o autoconhecimento é a força, ou não.
Não lembramos como é nascer.
Não sabemos como é morrer.
Só sabemos o que é existir, nossa realidade está no aqui e agora!
Muitas vezes, corremos atrás de fama e dinheiro buscando um status junto a sociedade, e acabamos esquecendo do mais importante que é a família e os amigos.
Porém
Temos que lembrar que todas as vezes que temos um problema, é junto a família e amigos que recorremos primeiro, então repense suas prioridades!
Imensa piedade
Força celestial
Que celebra o caos definido
A união desincerta que rege os homens
Eles por eles
Em sua tragedória de pudor
Infinita piedade
Senhor das escrituras
Pela insensibilidade do pobre
Da ganância daquele
Que já teve de tudo
Menos a compaixão
Louvado seja
Quem repudia o bem comum
O errado que não deiixa de ser errado
Por possuir mais credibilidade
De costume em costume bárbaro
Se lapida o troféu de ignorância
Que de tão honroso
Nunca sai do sangue das mãos
De quem profetiza a paixão
Logo a de negar a vida..
Piedade daqueles que ainda são carentes de maldade
Que não sabem odiar
Pelas boas vontades o falso-profeta age
Das brechas do coração aberto
Se adentra a força do ímpio.
Mais ainda
Piedade pelo sentimento materno
Que acolhe a perdição
E a negligência para seu ventre de amor
Mesmo que não pareça
Mesmo que não mereça.
Eis a resignação
Conceder a outrem
Logo outra vida
Majestoso seria
Se pudesse haver perspicácia
Pobres mulheres
Que não conhecem a natureza
E os desatinos;
Belas paisagens aguardam
Longe da guerra
Que de tão envolvente
Satisfaz
Sem parecer
Que de tão normal
Age na normalidade
No limite
Do orgulho.
14/03/22
21:52
"Estou na batalha da vida, travando as minhas lutas.... e isso é muito bom porque estou vivo... quando esta batalha acabar, então terei perdido a guerra... e nesse momento, a luta já não vai mais importar." (Erzenildo)
O amor se manifesta e fica registrado mais facilmente nos atos mais singelos da vida, mesmo quando estamos distraídos sobre eles.
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