Vai La com ele Entao

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‎A vida é uma roda gigante em minutos estamos la no alto, ficamos segundos parados admirando o belo horizonte, e de repente descemos para baixo... A minha caminhada é assim de altos e baixos, de alegrias e tristezas, de perdas e de ganhos, apenas uma coisa eu posso lhe dizer... jamais perderei a minha fé e meu caráter... isso são coisas que vem de berço, que vem de educação, de não ter vergonha de quebrar a cara um milhão de vezes e ainda continuar tentando ser feliz. Bora ser feliz, porque hoje é o nosso dever!

Se você tem a ideia certa mas não tem argumentos bons para defendê-la, é melhor que fique quieto.

É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Fernando Teixeira de Andrade

Nota: A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Fernando Pessoa.

Onde há amor, lá Deus está.

Mas pensei em você, a vi lá, claramente, como se estivesse na minha frente, me observando, e soube que queria viver, mais do que jamais havia desejado qualquer coisa, nem que fosse só para ver o seu rosto mais uma vez.

Cassandra Clare
Cidade de Vidro

Para amar uma pessoa, preciso admirá-la e respeitá-la, mas não sinto respeito nem admiração por mamãe.

Recomece! Se refaça! Relembre o que foi bom. (...) E se um dia lá na frente, a vida der uma ré, recupere sua fé, e recomece novamente.

Bráulio Bessa
Poesia que transforma. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.

Nota: Trechos do poema Recomece.

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Imagine uma onda no oceano. Você pode vê-la, medir a sua altura, a maneira como a luz do sol brilha quando passa. Você pode ver, você sabe o que é. É uma onda.

E então ela quebra na praia e desaparece. Mas a água ainda está lá. A onda era apenas uma maneira diferente de ser da água por um breve instante. Essa é a concepção de morte para os budistas: a onda retorna ao oceano, de onde veio e onde deveria estar.

(Chidi Anagonye)

Lá onde mora o amor
não há dor, não há tristeza,
lá tem cor, lá tem riqueza,
lá tem bem, lá tem nobreza.
Lá onde mora a amizade
não há rancor, nem falsidade,
lá tem respeito, lá tem verdade,
lá tem afeto, lá tem cumplicidade.

E lá fui eu de mala e cuia ser feliz, sem nem sequer ser convidada!
Um medo, um frio na espinha, um bambear nas pernas...
Mas fui: eu e minha coragem!
E quando chegamos lá, a felicidade já estava na porta esperando, fazendo festa, querendo um abraço!
Tem coisas que a gente só ganha se for buscar!

Não vou culpar Deus, o mundo é dos espertos e lá no lugar Dele eu também ia te querer mais por perto.

"...E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida;
mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo quando é uma explosão
como a de há pouco, franzina;
mesmo quando é a explosão
de uma vida severina."

(Morte e Vida Severina)

Ter o direito de fazer uma coisa não é, em absoluto, estar certo em fazê-la.

Deve-se prever a desordem para facilmente poder remediá-la, pois se aguardar sua aproximação, o medicamento chegará tarde demais, e a doença terá se tornado incurável.

Cuidemos do nosso coração porque é de lá que sai o que é bom e ruim, o que constrói e destrói.

"Uma coisa eu sei sobre os começos.
Os fins estão sempre lá.
Uma coisa eu sei sobre os fins.
Não há nada nos começos que os impeça a chegada.
E as linhas vão trocando cores inevitáveis."

Não posso mudar o que passou, mas posso deixar pra lá. Isso me ensina a crescer... Se as coisas não saírem como planejei, fico feliz, por ter hoje para recomeçar. Chorar de dor e tristeza faz parte do ser humano.

Mas deixa isso tudo pra lá, eu e a minha estranhice, estranheza, estranhagem, estranhamento, estranhação. Estranha ação. É isso aí, sou cheia de estranhas ações.

Cazuza, Cássia Eller, Renato Russo, estão fazendo rock no inferno, desse jeito até eu vou pra lá ..

Eu escancarei a porta – ridiculamente ansiosa – e lá estava ele, meu milagre pessoal. Meus olhos acompanharam suas feições: o quadrado do queixo, a curva suave dos lábios cheios – agora retorcidos num sorriso –, a linha reta do nariz, o ângulo agudo das maças do rosto…
Deixei os olhos para o final, sabendo que, quando olhasse dentro deles, talvez perdesse o fio do pensamento. Eles eram grandes, calorosos como ouro líquido, e emoldurados por uma franja grossa de cílios escuros. Olhar seus olhos sempre fazia com que eu me sentisse extraordinária – como se meus ossos tivessem virado esponja. Eu também ficava um pouco tonta, mas isso devia ser porque eu me esquecia de respirar. De novo.