Vaga
O homem que não acredita em nada, nunca terá um propósito e sempre será um indivíduo que vaga sem destino.
A noite vaga, sem sonhos de você, linda amante que aquece minha solidão vazia. Assim chega, sem direção, sem avisar o coração que espera por você.
(Não) Vaga memória de você
Se tenho certeza de algo,
é da certeza em você.
Não preciso me lembrar
para nunca te esquecer.
É meio batido
Cá estou eu falando novamente
Do tal amor da minha vida
E que juro amá-lo para sempre
Mas escrevo para me lembrar
Que não nos pertencemos mais
Escrevo para fortalecer
Os sentimentos que um dia
foram reais.
As memórias cultivadas
Permanecerão regadas
Cuidadas, amparadas
Cumprirei com apreço
Meu papel
de jardineira apaixonada
Você diz que não posso regar
algo inexistente
Digo para aumentar seu grau
Pois mesmo com toda minha miopia
Enxergo o maior
dos amores latentes
No meu lobo temporal
Você grita permanência
Pode se acomodar
E nunca declarar ausência
E lá você se perde
Fazendo lindos passos
meu coração te segue
Clamando que fique
Enquanto gradativamente
Me esquece.
Por mais que não acredite
Acredito na gente
posso acreditar por nós
E viver com meu regador
para sempre
Então mente
Elogia esse irrigador
E diz me amar eminentemente
Por mais que não corresponda
Tenho amor o suficiente
Para viver na cegueira
Te dar todo o amor
que meu córtex sente
Consigo cuidar desse nosso jardim
Sem que esteja presente
Então fique
E com o tempo verá
A tempestade passar
E como um relâmpago
Enxergará,
que só há você
Lá no canto
do meu infinito
hipocampo.
(Não) Vaga memória de você
Se tenho certeza de algo,
é da certeza em você.
Não preciso me lembrar
para nunca te esquecer.
É meio batido
Cá estou eu falando novamente
Do tal amor da minha vida
E que juro amá-lo para sempre
Mas escrevo para me lembrar
Que não nos pertencemos mais
Escrevo para fortalecer
Os sentimentos que um dia
foram reais.
As memórias cultivadas
Permanecerão regadas
Cuidadas, amparadas
Cumprirei com apreço
Meu papel
de jardineira apaixonada
Você diz que não posso regar
algo inexistente
Digo para aumentar seu grau
Pois mesmo com toda minha miopia
Enxergo o maior
dos amores latentes
No meu lobo temporal
Você grita permanência
Pode se acomodar
E nunca declarar ausência
E lá você se perde
Fazendo lindos passos,
meu coração te segue,
clamando que fique,
enquanto gradativamente
me esquece.
Por mais que não acredite
Acredito na gente
posso acreditar por nós
Viver com meu regador
pra sempre
Então mente
Elogia esse irrigador
E diz me amar eminentemente
Por mais que não corresponda
Tenho amor o suficiente
Para viver na cegueira
Te dar todo o amor
que meu córtex sente
Consigo cuidar desse nosso jardim
Sem que esteja presente
Então fique
E com o tempo verá
A tempestade passar
E como um relâmpago
Enxergará,
que só há você ocupando
Meu infinito hipocampo.
" Um, continuaria a derivar-se só, órfão como a vaga que nasce e rebenta eremítica. O outro, fora um homem sem memórias, passado e futuro, a quem o Vento salvou. Ambos eram pertença do meu coração.
In livro ainda por terminar.
“Tem alma que vaga porque já carregou peso demais. E mesmo cansada, continua procurando um canto onde finalmente possa descansar sem medo de ser ferida de novo.”
Não sei a quanto tempo morri,mais só sei que morri.
Meu corpo vaga em meio ao nada, Clamando por algo que perdi, minha alma clama pelo descanso, não vivo vegeto, em meio da decepção, da ganância, da arrogância e da falta de humanidade de uns para com os outros, de tudo que vi só sei que morri.
O Soneto do Fim
A luz se apaga,
A sombra vaga,
O dia finda,
A alma ainda.
O tempo corre,
A vida morre,
No chão de pedra,
Onde o mal medra.
É o fim da lida,
Noite esquecida,
Sem mais alento.
Na escuridão,
O coração,
Vira só vento.
Às vezes, me sinto um talvez
uma hora vaga,
uma pedra perdida
algo que tiraram do lugar que encontraram.
E por uma péssima escolha,
acarretou péssimos resultados.
FORA DA LEI
Quem ofende nordestino
Ir pro céu não poderá
Porque o fora da lei
Tem vaga noutro lugar
Va morar com o capeta
Pra deixar de ser careta
E parar de insultar
∴
Um dia eu nasci e hoje eu me tornei, mas nesta vaga vida de estudos e aprendizado, só me lembro, sou um aprendiz, do jeito que cheguei, estarei indo, a materialismo não me pertence, mas o conhecimento é dado, e dele conseguirmos ver a luz que ilumina todo o universo.
"Olha, a vaga de santo no céu eu já desisti de disputar; a concorrência de gente perfeita na Terra é muito grande! Sigo fazendo o meu feijão com arroz bem feito e sem inventar moda. A vida e o tempo estão vendo tudo. No final, quando a cortina fechar, o acerto de contas é direto com o Patrão lá de cima — e eu sei que Ele não vai pedir o currículo de santidade de ninguém!"
