Va em Busca da Felicidade sem Medo
Quando eu penso nas indecisões que me rodeiam, percebo que te amo mais ainda.
Tenho medo que você pense que eu estou te negando meu coração.
Eu só preciso saber se eu vivo em você, não engane o meu desejo, pois quero os teus beijos.
Eu penso em você a todo instante e desejo viver para você.
O belo é óbvio, é previsível. O sublime é o contrário. Uma criança quando experimenta o medo do escuro, ela experimenta a própria dimensão do sublime.
Que o medo não me impessa de ousar, que o orgulho não me roube grandes oportunidades, que meu senso crítico não seja abalado, que meu coração seja justo e que minha presença seja de alguma forma construtiva.
Contudo devemos tomar cuidado com as imagens negativas, e principalmente a do medo e insegurança, pois estas devem ser detidas assim que aparecem.
Não é simplesmente levantar da cama e sorrir.
É o cansaço extremo.
É o medo que persegue.
É a dor que dilacera.
É a agonia constante.
É o excessos de sentimentos.
É a falta deles.
É a confusão mental.
É a desesperança.
É a pressão de não poder falhar.
É muito mais que apenas querer.
Não é preguiça.
Não é manha.
Não é apenas uma crise.
Entenda!
Não é simplesmente levantar da cama e sorrir.
Quando um homem enfrenta o medo, a sua alma é testada. Aquilo que ele procura, aquilo que ele nasceu para conquistar, a sua própria natureza se torna evidente.
Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.
E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.
Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.
Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.
Fazia frio em São Paulo…
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.
Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.
Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?
Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas
do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.
Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.
E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.
O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.
Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.
Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes…
Fiéis herdeiros do medo,
eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.
Sofria Bullying frequentemente, não sabia me defender e tinha medo de contar a alguém. Hoje sofro de depressão, choro quando me lembro , queria não existir. Tenho medo de sofrer e fazer os outros sofrerem , tenho medo de tudo acontecer novamente , As sequelas que o Bullying trás , dói muito mas do que qualquer machucado e ferimento. Sou um exemplo, entre milhões, só uma pessoa simples , que sofreu Bullying a 7 anos atrás e dê presente ganhou um grande trauma Para a vida inteira.
A vida é curta?
VIVA.
O amor é raro?
APROVEITE.
As lembranças são doces?
APRECIE.
O medo é terrível?
Bata de frente,e ENFRENTE.
Não consigo pensar em representação melhor da beleza do que uma pessoa que não tem medo de ser ela mesma.
Me compra, me leva pra casa com tudo o que tem direito. Com medo, com mania, com falar demais e sentir de menos.
"Ela não tinha olhos de guerreira,
nem colocava medo em ninguém.
Não era poderosa, nem nada assim.
Ela tinha olhos de paz,
de esperança, de fé, de amor.
Sua força morava aí:
na fé nas pessoas e na certeza de um mundo melhor."
