Use o Silencio quando Ouvir
Percebi o desejo de aceitar a minha vida como é e em meu coração quando, pela primeira vez, imergi numa busca de autoconhecimento.
O deleite estético e mastreia causou-me comoção. Sinto como se estivesse cada dia melhor, em progresso e revigorando.
Algumas conquistas da minha vida se instalaram no meu imaginário e lá fizeram morada, na busca pelo conhecimento, sabedoria, evolução e felicidade.
Nesse dia eu notei algo diferente em mim. Queria fazer algo assim; algo que fizesse outras pessoas contemplarem o mesmo.
A equação da vida deve ser usada para determinar importantes grandezas da nossa vida uniformemente linear e com aventuras ociladas quando não se sabe o tempo decorrido.
Deveras, é um tipo de força que está presente na minha vida quando a emoção, desejo e persistência entram em contato com meu sistemas endorfina e serotonina.
Progresso, ele é o vetorial que vai ser essencial na minha vida e ser calculado a partir da diferença entre outras duas grandezas vetoriais: a posição final que vou chegar e a posição inicial onde origina o desejo de crescimento e bravura.
Produzindo, por fim, seus meios de vida, produzir, indiretamente, minha própria vida material, intelectual, mental, virtuosa e espiritual.
Primeiro, segundo e terceiro amor se foram.
Perdi o sentido da vida quando te conheci.
Você foi a mais encantadora e a mais bela arte criada neste universo.
Paradigmas, fitas, cromos e moldes estelares.
Você foi o meu desejo mais puro de amar já sentida.
Eu serei a minha companhia e a solidão minha eterna morada.
Repousarei na morada dos eternos poeticamente românticos e apaixonantes.
Onde não existe mais o desejo de esperança.
Onde não há mais expectativas a serem criadas.
Onde não podemos dar pousada ao amor mais puro e sentido.
Todas as cartas de amor são, inevitavelmente, ridículas.
Fragmentos de um resto imortal de ternura e esplendor.
Ali jaz o meu eterno e doce lar de descanso.
A maioria dos meus membros e sentimentos estarão presentes no féretro, cravejadas no pragma do meu coração.
Não escreva com os meus retalhos,
Não deixe detalhes.
Enquanto existir esperança,
A uma estrela a brilhar.
Iluminar a escuridão do teu âmago.
Eu estou ficando velho e preciso de uma coisa em que confiar.
Será que alguém vai perguntar em poucos anos, o que era o amor?
Depois de ti, uma nova luz brilhou,
Um novo horizonte, um novo amor fluiu.
E ainda assim, quando em ti penso, amor sinto,
Em cada lembrança, um suave tintilar de afeto distinto.
Adoro tua presença, tão serena e cativante,
Em nossos diálogos, o encanto constante.
Tuas palavras, como pérolas, reluzem em sapiência,
E em cada momento contigo, encontro plenitude e consciência.
És o bálsamo que cura, o refúgio que acalma,
Em teus olhos, a paz que acalenta e acalma.
E ao te ver, a rifa do destino se cumpriu,
Minha pupila dilata, o coração se inebria, o amor ressurgiu.
Ah, que doce é desejar e ser desejado,
E contigo, é na eternidade que vejo meu legado.
Pois em teu ser, encontro meu porto seguro,
És tu, até além do tempo, meu amor puro e futuro.
Em certo dia, quando eu escrevi uma poesia, embora apaixonado, eu estava tratando da grande dificuldade que eu tinha e tive na vida de me entregar plenamente a uma pessoa.
Lembro-me
quando eu a escrevi.
Eu fiz essa coisa mais triste que eu já escrevi.
Entre as linhas, a dor que me acompanha,
Um desejo latente de um amor pleno,
Mas o medo, uma sombra constante,
Impede-me de me entregar por inteiro.
As palavras ecoam no papel,
Como um grito sufocado de anseio,
Sonhos de uma entrega total,
Reprimidos por um coração receoso.
Cada verso, uma lágrima disfarçada,
Cada estrofe, um lamento silencioso,
A poesia, um reflexo da alma ferida,
Ansiando por um amor que não conhece limites.
Escrevo com a esperança de um dia
Poder viver o que minha caneta descreve,
Um desejo transformado em realidade,
Um amor que me permita ser vulnerável e livre.
Até lá, continuo a compor
Minhas tristes melodias de saudade,
Na espera de que a poesia,
Um dia, deixe de ser um desejo,
E se torne a minha verdade.
Mesmo quando o tempo passa, meu coração ainda espera por você, porque é o seu amor que faz o meu mundo crescer.
Você é a Razão do Meu Brilho
Quando você sorri, eu me ilumino,
Seu sorriso abre as portas do paraíso
E me resgata da escuridão.
Nos seus olhos, a esperança sempre brilha.
Cada vez que nos encontramos,
O arrepio me faz lembrar o que é amar.
Estou aprendendo o sentido do amor,
Mas sem você, tudo vira saudade.
Com você, a felicidade faz morada.
Foi você,
O motivo e a inspiração
Desta canção nascer assim.
Porque é você o amor
Que pulsa dentro de mim.
Você é meu doce encanto,
Meu pedaço do céu na terra,
A paz que me sustenta a cada dia.
Depois de te conhecer,
Palavras são desnecessárias.
Meu coração segue o ritmo do seu.
A vida é vazia sem você,
Mas, ao seu lado, tudo encontra cor.
Você é a parte que completa meu ser.
Um dia, eu te levarei comigo,
E não chorarei mais por saudade.
Para todo mal e dor, você é a cura.
Porque o amor, como o nosso,
Não sabe esperar.
Quando Você Chegou
Quando você chegou, o passado perdeu o peso,
As histórias antigas ficaram para trás, sem importância.
Tudo renasceu, tão novo, tão belo, tão leve,
E até minha casa, que andava quieta, sorriu para você.
Do seu lado oposto, essa conversa sutil,
Silenciosa, mas cheia de intenções, me prende, me fascina.
Seu rosto é um universo onde me perco sem querer,
E quando você sorri, é como se o ar sumisse por um instante.
Quero te ver amanhã e depois, e mais um mês inteiro,
Sem pressa, sem fim, só pelo prazer de estar ao seu lado.
Porque cada momento contigo é um presente sem promessa,
E tudo o que eu quero é continuar recebendo esses dias.
Amor,
quando você sorrir, eu vou brilhar,
como um reflexo eterno do seu encanto.
Este anel, com a verde intensidade das esmeraldas,
será uma lembrança viva do meu olhar,
onde o brilho dos seus gestos encontra o paraíso.
Toda vez que seus olhos pousarem sobre ele,
saberá que carrega em suas mãos
a reluzente essência do meu amor,
guardada na profundidade dos olhos verdes
que sempre o procuram, sempre o esperam.
E quando o meu sorriso surgir,
será apenas o reflexo do brilho que você acende em mim.
Quando Eu Te Quis
Quando eu te quis, eras horizonte,
distante, intocável, como o pôr do sol.
Chamei-te em silêncio, e o eco das horas
respondeu com um não, seco e só.
Eu te olhava, desenhando futuros,
enquanto teus olhos vagavam além.
Te dei meu afeto, sem medo, sem muro,
e recebi o vazio que me cabia tão bem.
Agora, chamamos de amizade
o que restou do que nunca começou.
Somos risos breves e uma saudade
do que talvez, um dia, se formou.
Mas te confesso, sem mágoa ou lamento:
quando eu te quis, era puro e real.
Hoje, somos brisa num tempo cinzento,
amigos, talvez, mas nada igual.
E assim seguimos, distantes e perto,
trocando memórias sem aprofundar.
O que era desejo ficou deserto,
mas te guardo ainda, como o mar guarda o luar.
Não sei se é raiva ou superação ,
quando mais vejo dificuldade em algo,mais ânimo e vontade tenho em realizá-lo
Quando a cabeça está nas nuvens, o nosso coração fica ensolarado e as vezes chove através dos nossos olhos.
Quando você não é prioridade, apenas alívio temporário — por André Luiz Santiago Eleutério
Existe uma dor silenciosa que não grita, mas pesa.
É quando você finalmente entende que não é prioridade na vida de alguém. Só é a zona de conforto. Um lugar de fuga, de descanso, de apoio. Nunca o destino. Só a pausa. E isso corrói por dentro como quem sangra por dentro sem ferida aparente.
Em muitos relacionamentos — amorosos, familiares, até entre amigos — há uma linha invisível entre o cuidado e o uso. Entre o amor e o costume. Nem todo mundo que se aproxima quer ficar. Tem gente que só quer se proteger da própria solidão. E encontra em você um abrigo, um alívio, uma distração. Mas nunca permanece quando a tempestade passa.
Ser zona de conforto de alguém não é ser amado. É ser útil. É ser o ombro procurado na dor, mas esquecido na calmaria. É ser procurado só quando tudo desmorona, mas ignorado quando tudo está bem. E isso é um tipo de abandono silencioso que machuca mais do que ausências completas. Porque a presença parcial engana. Alimenta esperança. Cria laços que o outro nunca teve a intenção de sustentar.
Você se doa, se entrega, se adapta. Silencia vontades, espera mensagens, se alegra com migalhas. Porque acredita que, uma hora, o outro vai enxergar tudo que você faz. Mas ele já enxergou. Só não se importa. Não porque você não tenha valor. Mas porque pra ele, você é funcional, e não essencial. É conforto, e não amor.
Relacionamento tóxico nem sempre vem com grito, briga ou controle. Às vezes, vem com silêncio, ausência, descaso. Vem com aquela pessoa que só lembra que você existe quando precisa. E que desaparece quando você precisa dela. Isso é abuso emocional. É esgotamento disfarçado de cuidado. É desgaste que a gente aceita por medo de perder o pouco que tem, sem perceber que já perdeu muito de si mesmo.
O coração humano se apega fácil ao que oferece calor. Mesmo que seja um calor raso. A gente aprende a se contentar com pouco quando o medo de ficar sozinho grita mais alto que a dignidade. Mas o problema é que se contentar com pouco acaba virando padrão. E ninguém deveria viver de restos emocionais.
Você começa a entender isso quando percebe que está sempre cansado, mesmo sem fazer esforço físico. Que está sempre esperando algo que nunca chega. Que sente saudade de alguém que, mesmo presente, nunca está de verdade. Porque não é ausência de corpo. É ausência de intenção.
O que machuca não é só o abandono, mas o uso. A sensação de ser lembrado apenas na necessidade. De ser companhia nos dias ruins, mas invisível nos dias bons. E isso se repete em ciclos: a pessoa some, volta, diz que sente falta, que precisa de você… e você acredita. Porque quer acreditar. Porque ama. Mas amor sozinho nunca sustentou ninguém.
Não há nada mais cruel do que ser o apoio emocional de alguém que não estaria ao seu lado se os papéis se invertessem. E a gente percebe isso tarde. Quando o cansaço emocional já se transformou em ansiedade. Quando o afeto virou cobrança. Quando o amor virou culpa.
Esse tipo de relação esgota. Esgota a alma, a autoestima, a esperança. E tudo começa com pequenos sinais: o outro não pergunta como foi seu dia. Some sem aviso. Nunca está disponível quando você precisa. Mas exige que você esteja sempre por perto. E você está. Porque se importa. Porque se acostumou a se doar. Mas amor que só vai e nunca volta não é amor. É egoísmo.
Zona de conforto é o lugar onde alguém estaciona quando está perdido, mas nunca decide ficar. E você merece mais do que isso. Merece alguém que escolha estar. Que fique porque quer, e não porque precisa. Que te veja como prioridade, e não como plano B.
A vida já tem dores demais pra gente aceitar esse tipo de vazio. É preciso coragem pra enxergar que alguém só está ao seu lado por conveniência. E mais coragem ainda pra ir embora antes de se perder por completo.
Nem sempre quem te procura quer você. Às vezes, só quer o que você oferece. E essa é uma das verdades mais dolorosas que se pode aceitar. Mas também uma das mais libertadoras. Porque depois que a gente entende, para de se oferecer como abrigo. E começa a buscar quem queira construir junto, não apenas descansar.
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