Use o Silencio quando Ouvir

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Quando não conseguem te atingir, tentam atingir sua imagem.

Distorcem histórias, plantam dúvidas e manipulam pessoas contra você.

Não se desgaste tentando provar quem você é. O tempo revela quem é verdadeiro e quem precisou inventar uma mentira.

Fique em paz. A verdade não precisa de defesa.

Quando uma pessoa percebe que não consegue te atingir diretamente, porque sua força é maior que suas provocações, ela pode tentar outro caminho: atingir a maneira como os outros enxergam você.


Então começa a distorcer histórias, plantar dúvidas, espalhar versões e manipular pessoas para que elas enxerguem em você aquilo que nunca existiu.


Mas não se desgaste tentando convencer todos sobre quem você é. Quem precisa destruir sua imagem para parecer melhor já revela muito sobre si.


Permaneça em paz. Continue sendo quem você é, mesmo quando inventarem quem você não é.


Porque a mentira pode até correr na frente da verdade, mas a verdade sempre chega mais longe.


E, no fim, o tempo não apenas revela a verdade…
ele revela quem precisou inventar uma mentira para escondê-la.

A DEMOCRACIA NÃO MORRE APENAS QUANDO UM DITADOR TOMA O PODER. MORRE TAMBÉM QUANDO AS PESSOAS ACEITAM QUE ELE NÃO POSSA MAIS SER QUESTIONADO.

Eu aceito perder uma eleição. Aceito ser governado por alguém que considero despreparado, conviver com decisões que me revoltam e assistir a milhões de brasileiros comemorarem aquilo que considero um erro. Isso faz parte da democracia. A liberdade não me garante a vitória; garante que eu possa continuar lutando por ela.

O que não aceito é perder, junto com uma eleição, o direito de disputar a próxima.

Posso considerar meu candidato ruim e, ainda assim, escolhê-lo por entender que a alternativa representa um risco maior. Não preciso esconder seus defeitos, inventar virtudes ou transformar suas falhas em qualidades para justificar meu voto. A política não exige paixão cega. Exige discernimento.

Incompetência, demagogia, corrupção e irresponsabilidade são defeitos graves, que precisam ser denunciados, investigados e punidos. Mas existe algo ainda mais perigoso: o governante que não aceita limites, despreza as instituições e considera a derrota uma afronta pessoal. Porque um político ruim pode ser substituído. Um sistema que impede sua substituição ameaça a própria liberdade.

Quem aceita governar uma democracia precisa aceitar também a possibilidade de perder o poder. Não importa se acredita ser escolhido por Deus, se multidões o aplaudem ou se considera seus adversários indignos de governar. Nenhuma convicção pessoal, nenhuma popularidade e nenhum culto à personalidade estão acima das regras democráticas.

O presidente não é dono do Brasil. Recebe as chaves de uma casa que pertence ao povo, por um tempo determinado. Quando o mandato termina, deve devolvê-las. Não pode confundir o cargo com propriedade, a vitória com superioridade moral ou o voto com uma autorização para fazer tudo o que deseja.

E há algo que precisa ser dito com toda a clareza: a maioria tem o direito de escolher quem governa, mas não tem o direito de decidir quem merece ser livre, respeitado ou reconhecido em sua dignidade.

Não cabe ao Estado impor uma religião, determinar qual família merece ser considerada família, qual amor é digno de respeito ou negar a alguém o direito de existir com sua própria identidade. Um presidente pode entregar sua vida a Nosso Senhor Jesus Cristo, se essa for sua fé. Mas não pode entregar o Brasil em nome de uma escolha que pertence à sua consciência, e não à consciência de milhões de brasileiros.

A fé de um governante merece respeito. A liberdade de todos os cidadãos também.

É justamente por isso que o presidente não pode ser poderoso a ponto de fazer tudo o que quer. O Congresso, a Justiça, a imprensa livre e a oposição existem para estabelecer limites, fiscalizar, investigar e dizer NÃO quando o poder ultrapassa suas fronteiras. Essas instituições podem falhar, decepcionar e até envergonhar a sociedade. Precisam ser cobradas, corrigidas e aperfeiçoadas. Mas destruí-las porque contrariam o governante é abrir as portas para algo muito pior: o poder sem controle.

Não existe democracia verdadeira quando o governante só respeita as instituições que lhe obedecem.

E, quanto ao candidato em quem votei, não lhe devo submissão. Se vencer, continuarei observando, questionando e denunciando seus erros. Não vou passar quatro anos fazendo malabarismos para defender o indefensável, inventando desculpas para justificar o injustificável ou atacando quem ousar criticar aquele em quem depositei meu voto.

Afinal, que espécie de consciência é essa que reconhece os erros do adversário, mas se torna cega diante dos erros do próprio lado?

É vergonhoso transformar políticos em ídolos e eleitores em soldados de uma guerra na qual os poderosos disputam o comando, enquanto a população briga entre si. O voto não é um contrato de fidelidade. Não é uma declaração de amor. Não é uma procuração em branco.

O político trabalha para o povo. O povo não existe para servir ao político.

Quem vota não se torna devedor de quem foi eleito. É o eleito que assume a obrigação de prestar contas a quem lhe confiou o mandato.

Não tenho compromisso com a vaidade de um governante, com a conveniência de um partido ou com a necessidade de defender uma escolha passada. Tenho compromisso com a verdade, com a liberdade e com o direito de mudar de opinião quando os fatos exigirem.

Porque meu voto pode ter prazo. Minha consciência, não.

Posso perder uma eleição sem perder a dignidade. Posso aceitar uma derrota sem aplaudir aquilo em que não acredito. Posso reconhecer a vitória de quem rejeito sem abrir mão do direito de combatê-lo politicamente.

O que jamais devo aceitar é que alguém transforme a própria vitória em licença para impedir a minha próxima tentativa.

A democracia não exige que eu vença. Exige que eu possa perder sem me tornar prisioneiro de quem venceu.

E, se um dia eu tiver de escolher entre defender o político em quem votei e defender o direito de tirá-lo do poder, não terei dúvidas: ficarei com a democracia.

Porque políticos passam, governos terminam e partidos desaparecem. Mas, quando um povo entrega sua liberdade em troca da ilusão de que seu líder nunca erra, pode descobrir tarde demais que perdeu muito mais do que uma eleição.

Meu voto elege um governante. Não elege um dono. Minha derrota não me tira a liberdade. E a vitória de ninguém lhe dá o direito de roubá-la.

O Direito organiza a sociedade; a Filosofia interroga seus fundamentos. Quando ambos se encontram, a lei deixa de ser apenas uma regra e passa a responder à consciência.

Quando alguém lhe faz o bem, mas expõe e critica seus transtornos para outrem, o sentimento de gratidão dá lugar à aversão.
TUNIN

O Direito começa na lei, mas revela sua grandeza quando consegue enxergar aquilo que a lei ainda não aprendeu a reconhecer.

O conhecimento sobrevive à indiferença quando encontra linguagem; transforma-se em legado quando encontra quem o compreenda, questione e desenvolva.

"Quando sentirmos dificuldade em dar voz aos contos que tratam de questões polêmicas, o melhor caminho é primeiro investigarmos a nossa formação e a criança que ainda somos internamente." Laerte Vargas

Quando se sente, seguir ao lado de alguém restam dois caminhos, pedir por respeito ou aceitar a falta dele!

O QUE A GENTE FAZ, QUANDO ESTAMOS NO MEIO DA MULTIDÃO, ISOLADA DE TUDO E DE TODOS, NA NOSSA PRÓPRIA BOLHA E A INSPIRAÇÃO QUER NOS FAZER DERRAMAR OCEANOS DE LÁGRIMAS?

Às vezes, me sinto uma alma sem rosto, quando estou em qualquer lugar por aí, parece até que não sou real, e tudo o que estou vivendo é uma ficção dentro de uma realidade que parece que me escolheu, mas não eu...

Ninguém diz obrigado para o nosso esforço, quando tentamos salvar eles de si mesmos...

A vida fica mais leve quando deixamos de transformar cada opinião alheia em um julgamento sobre quem somos.

A maturidade começa quando a paz deixa de ser um intervalo entre problemas e passa a ser um critério de escolha.

A vida não se torna pequena porque abandonamos grandes ambições, mas quando sacrificamos a tranquilidade para alimentá-las.

O tempo ensina sem explicar: quando finalmente compreendemos a lição, já somos outra pessoa.

O pensamento amadurece quando aprende a desconfiar até das certezas que lhe oferecem conforto.

Definitivamente é fato...
Quando descobrimos quem as pessoas que nos rodeiam que, essas mesmas tiram as suas mascaras, ai sim logo podemos perceber do que elas são capazes para te enobrecer ou apodrecer o amor e amizade que você sente por elas.

⁠Quando as dificuldades no seu caminho são intensas.
Nessas horas tenha fé e Mantenha-se firme!
Pois Deus está pavimentando seu caminho.

Quando você já passou por muitas guerras desnecessárias.
É aí que com toda sua experiência, você aprendeu a evitar a próxima guerra.