Use o Silencio quando Ouvir

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Chore um pouco quando sentir o peso do que você poderia ter sido.

Não vá embora quando alguém o humilhar; apenas se afaste um pouco para lembrar que Deus o honra.

Abrace os líderes aprovados por Deus, pois eles farão obras ainda maiores quando forem escolhidos com honra por homens sábios e experientes.

A avó fala do passado e as netas falam do presente; mas, quando há escuta e discernimento, esse diálogo pode gerar benefícios espirituais e tornar os conselhos mais sábios e proveitosos.

Observe ao seu redor e perceba quantas preocupações nascem quando a mente se prende a pensamentos rígidos e limitados.

O amanhã chegará e, quando vier, aproveite-o para ser melhor, mais feliz e abençoado, servindo com sabedoria.

Quando uma psicóloga fala com conhecimento e sabedoria, até o casal mais perturbado vai quer saber se ainda há salvação para o seu relacionamento.

Traidores de bastidores são muitos; apenas não aparecem quando roem a reputação alheia.

⁠Foco é quando as interrupções interiores e exteriores lhe convidarem a fazer outra coisa, que não é do seu interesse, quando tem um objetivo à curto, médio ou longo prazo, para ser cumprido.

"Amar é descobrir que a vida é muito melhor quando dividida com você."

⁠Empregue menos força, quando gastar muito tempo com aquilo que não fortalece os seus músculos.

⁠Seria uma ingratidão ignorar as necessidades do próximo, quando a consciência cristã sabe o que fazer.

⁠A vida é muito bela para praticar alguns desejos maus da alma, quando todos deveriam praticar o bem em detrimento da felicidade do próximo.

Alegre-se quando Deus lhe der uma tarefa espiritual.

Cristão sábio não precisa abrir a boca quando alguém lhe acusa, porque já sabe que Deus é o seu Defensor.

Jesus só deleta as bênçãos quando alguém tecla com o diabo.

⁠Quando a ansiedade bater à minha porta, eu abro a BÍBLIA e deixo a felicidade entrar no meu coração.

Apaixone-se por alguém que quando te abrace, você sinta que não há lugar melhor para se estar.

Quando a gente deixa de amar e começa a compreender


Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.


Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.


E aí, algo muda.


Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.


É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”


E então a gente percebe:


Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.


E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.


E aí vem a virada.


Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.


Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.


E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.


Só devolve paz.


Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.

Você é minha calma


No turbilhão da vida, tua voz me aninha,
Farol que me guia, quando a noite é sozinha.
Teus olhos são cais, onde posso atracar,
Eu sou tempestade, mas tu sabes acalmar.




És silêncio que canta no fundo da mente,
Um sopro sereno, um abraço presente.
Na pressa do mundo, tu és contramão,
No caos da cidade, és pura canção.




Você é minha calma, meu porto, meu chão,
Um tempo sem hora, um lar na canção.
Na pressa do mundo, eu paro e percebo:
Minha paz tem o som do teu beijo.




Teu riso é remédio que o peito procura,
Um sopro de leveza, um toque de ternura.
És pausa bonita no correr dos dias,
A dança perfeita das nossas poesias.




Você é minha calma, meu porto, meu chão,
Um tempo sem hora, um lar na canção.
Na pressa do mundo, eu paro e percebo:
Minha paz tem o som do teu beijo.




Se o vento me arranca, tua mão me segura,
Na fúria do mar, és minha ternura.
E quando o amanhã parece incerteza,
Te encontro em mim, és pura clareza.




Você é minha calma, meu porto, meu chão,
Um tempo sem hora, um lar na canção.
Na pressa do mundo, eu paro e percebo:
Minha paz tem o som do teu beijo.




Você é minha calma...
Você é meu chão...