Use o Silencio quando Ouvir
Boa noite!
Que o silêncio da noite e as bençãos de Deus te proporcione bons sonhos e um sono tranquilo. Que a proteção divina te fortaleça e te traga um descanso reparador.
Uma linda e abençoada noite!
Amigo,
É o anjo da guarda enviado por Deus.
É aquele nos entende mesmo no silêncio.
É quem nos ama do jeito que somos.
É quem compartilha a nossa felicidade.
Um irmão de essência e de alma.
Quem tem amigo tem tudo! Tem amor, tem carinho, reciprocidade, afetos, abraços e cumplicidade.
Obrigada amigo, por ser quem és e me aceitar por quem sou.
Feliz dia do Amigo!
Boa noite!
Quinta-feira:
Que o silêncio da noite traga tranquilidade pra você.
Que os bons sentimentos preencham seu coração de amor e afeto.
Que os mais belos sonhos, lhe tragam a esperança de que dias melhores virão. E que com sua fé, você tenha força para realizar cada um.
Durma bem e tenha um incrível amanhecer.
Em meio ao silêncio, meu barulho ressoa, como um eco insistente que me confronta. Às vezes, é como um turbilhão de pensamentos tumultuados, uma sinfonia dissonante que me desafia a encontrar a calma perdida. Reconheço a necessidade de acalmar a tempestade interna, de encontrar a paz que se esconde por trás do tumulto ensurdecedor. Mas lembre-se: não mexa com meu silêncio se não pode lidar com meu barulho.
Somos a razão do sentimento,
A paixão em falar,
O silencio de um momento,
Simplesmente por calar.
Palavras confusas e verdadeiras,
Surgem como inspiração
Por prazer de alguma maneira
Em delírio e sedução.
E se um dia você imaginar que eu te imagino, deixarei o silêncio da minha imaginação, para viver o barulho da realidade da mais louca fascinação.
Deus é o Silêncio que resolve Cantar.
PS. Com seus vários, Cantos e Encantos, as vezes até Decanta.
Há mais coisas a serem ditas do que o silêncio pode explicar…
A existência humana é uma misteriosa tapeçaria de pensamentos, decisões e crenças, cujos fios se entrelaçam em padrões que, muitas vezes, apenas o tempo revela. E, ainda assim, há algo que transcende o tempo e a lógica. Uma força superior, um Criador, que não apenas ordena a vida, mas a sustenta. Minha prioridade absoluta é Ele, o cerne de tudo o que existe. Não há como contornar essa verdade: sem fé, o homem é uma casca vazia, um barco à deriva em mares revoltos. A fé não é apenas o alicerce do que esperamos, mas a audácia de acreditar no invisível, naquilo que não vemos, mas sabemos ser real. Noé construiu uma arca não porque viu a tempestade, mas porque confiou no aviso. E essa confiança, esse temor reverente, é o que move montanhas e nos salva de nós mesmos.
A vida sem o Criador é frágil. Tão frágil quanto uma teia de aranha, que brilha ao sol, mas se desfaz ao menor toque. E, no entanto, é curioso como as coisas mais sólidas da vida vêm de lugares aparentemente simples. Para mim, há uma verdade que não posso ignorar: o conselho da minha mãe. Em um mundo tão barulhento, onde opiniões são lançadas como flechas, há uma sabedoria silenciosa e firme naquilo que ela diz. É como se suas palavras carregassem um peso que o tempo não consegue apagar. É o tipo de verdade que não precisa gritar para ser ouvida.
E falando em verdades que se cravam em nós, uma frase me assombra desde que a li: "Aceite os sinais confusos como um não, porque o sim é inconfundível." Tantas vezes na vida ficamos presos em uma teimosia cega, tentando decifrar indecisões que, na verdade, já carregam sua resposta. Aprendi que insistir onde não há reciprocidade é como tentar encher um balde furado: desgastante e inútil. Então, passei a colocar as pessoas no mesmo lugar que elas me colocam. Não por orgulho, mas por equilíbrio. É preciso dar o que se recebe, e nada mais.
Quando me entrego, entrego tudo. Não sou de metades. Sou do tipo que se atira no que acredita, mas, se recuo, não volto. Há uma linha invisível que, uma vez cruzada, não permite retorno. Isso não é fraqueza; é respeito por mim mesmo. E respeito é algo que se constrói com coragem. A coragem de entrar na arena e fazer o que precisa ser feito, enquanto tantos se acomodam na arquibancada, apontando o dedo. Quem está na arena entende que a vitória não vem do conforto, mas da ação. E, para agir, nem sempre é preciso estar motivado. Descobri que a motivação não é um ponto de partida, mas uma consequência do movimento. Você começa, e a motivação chega. É simples assim.
Já vivi momentos em que um oceano inteiro me esperava, mas eu insisti em nadar em uma poça d’água. Por medo? Por comodismo? Talvez. Mas, com o tempo, entendi que todo grande resultado nasce de pequenas ações diárias. Cada página lida, cada detalhe resolvido, conta. O progresso não se constrói em saltos, mas em passos. E, ainda assim, só quem está em silêncio entende o barulho que a própria mente pode fazer. Quem se cala, muitas vezes pensa mais do que deveria.
Por isso, empenho-me em construir minhas próprias alegrias. Delegar essa responsabilidade a outros é um erro colossal. Felicidade não é algo que se terceiriza. E, se há algo que aprendi, é que ninguém inveja o medíocre. Ninguém odeia o irrelevante. Ser verdadeiro, ser sólido, ser “de verdade” assusta muita gente. E gostar de mim é perigoso, porque não finjo. O mundo está cheio de máscaras, e quem não usa uma sempre será uma ameaça.
A maturidade ensina lições curiosas. Às vezes, é preciso silenciar, mesmo quando há muito a dizer. Não porque não se tenha razão, mas porque o silêncio, em certas situações, é mais eloquente do que qualquer palavra. Também aprendi que sou substituível no que faço — qualquer um pode desempenhar minhas funções. Mas quem eu sou, na essência, é insubstituível para aqueles que me amam de verdade. A vida é curta demais para ser o “talvez” de alguém. Curta demais para insistir onde não há espaço para mim.
E, talvez, o maior aprendizado seja este: o que é meu me encontra. Mas não espero esperando. Espero vivendo. Não se trata de passividade, mas de confiança. O caminho certo é sempre aquele que me aproxima do que me faz sentir vivo. Todo o resto é perda de tempo. E, por mais que o ego possa nos levar longe, ele nos deixa sozinhos. A gentileza, por outro lado, constrói pontes. Está todo mundo se curando de alguma coisa que não conta para ninguém. Ser gentil é um ato de coragem em um mundo endurecido.
E assim sigo, com a certeza de que ninguém passa pela minha vida sem deixar uma lição. Algumas pessoas partem, outras ficam, mas todas ensinam. E, ultimamente, tenho imaginado que o que está por vir é maior do que qualquer plano que eu possa traçar. Há um propósito que supera minha compreensão. Por isso, sou bom, mesmo quando o mundo é cruel. Ser bom não é fraqueza; é força.
E, quando percebo que algo não faz diferença, eu paro de insistir. Afinal, a vida é curta, e eu sou a versão mais jovem do resto da minha existência. O que quer que eu esteja pensando em fazer, faço agora. Porque o tempo, esse mestre implacável, não espera por ninguém.
No íntimo silêncio do ser, onde o sagrado se oculta, os anseios florescem livres das amarras do mundo. Ali, fragilidade é força latente, e a comunhão com o eterno dissolve limites, transformando o íntimo em asas para o infinito.
Silêncio e a verdadeira fortaleza…
Ao imergir nas profundezas sinuosas da condição humana, revela-se o engano intrínseco dos que exaltam a passividade como emblema de força e nobreza de espírito. É uma ilusão crassa, um artifício de mentes que confundem o servilismo silencioso diante das adversidades com alguma forma de virtude elevada. O que se apresenta como resistência é, na verdade, uma fragilidade dissimulada, uma fuga deliberada ao confronto, um retraimento que abdica da autenticidade em favor de uma paz fictícia. A alma que se recusa a enfrentar suas agonias, que cala as chamas da ira, da mágoa e do desespero, não se engrandece; ao contrário, reduz-se a um espectro de si mesma, corroída por dentro, enquanto ostenta o simulacro de uma fortaleza que jamais foi erguida.
Aqueles que exaltam o estoicismo como ápice da maturidade, frequentemente o fazem sem compreender sua essência. O estoicismo verdadeiro não é mera contenção, mas a sublimação do caos, um ordenamento lúcido das paixões e das dores. O silêncio que muitos tomam por maturidade não passa de um disfarce, um verniz que encobre o medo visceral de se despir diante da existência, de se mostrar vulnerável ao embate, de permitir que o tumulto interno transborde e revele a verdadeira face do ser. Sob essa máscara de pretensa serenidade, esconde-se a covardia de um espírito que teme o estrondo do mundo e prefere o cárcere de suas próprias emoções à liberdade perigosa do confronto.
A resiliência, nesse contexto, é frequentemente mal interpretada. Não é resiliência aquilo que se ufana de suportar calado, aquilo que se orgulha de engolir o fel das dores sem jamais questioná-las. Não há grandeza em sufocar a própria essência para agradar à tirania das circunstâncias ou ao olhar vigilante dos outros. O silêncio que se impõe como escudo é, na verdade, uma prisão, e a alma que se deixa aprisionar por ele não encontra a paz, mas sim um estado de latente agonia, onde a verdade jamais cessa de pulsar, corroendo os alicerces da existência.
A verdadeira fortaleza não reside na dissimulação ou na quietude reverente. É a coragem de encarar a turbulência da vida em toda a sua intensidade, de verbalizar o indizível, de trazer à luz as sombras que habitam o íntimo, mesmo que isso signifique subverter o conforto, romper laços ou desafiar as expectativas alheias. A paz que nasce do silêncio imposto é uma paz podre, um engodo que apenas perpetua a mediocridade do espírito. O mundo, indiferente àqueles que se calam por temor, não os celebra; tolera-os brevemente, apenas para varrê-los na corrente inexorável do tempo.
A grandeza autêntica, portanto, manifesta-se na audácia de ser inteiro, de se permitir ferir, de se despir das armaduras ilusórias e enfrentar o mundo com o rosto descoberto. O fragor da existência não é para os pusilânimes, mas para aqueles que, mesmo diante da incerteza, ousam afirmar a própria verdade, ainda que tal ato os lance na solidão ou os despoje das ilusões que sustentavam seu falso equilíbrio. A força não se encontra na ausência de ruído, mas no grito sincero que irrompe do peito, no verbo que dá forma ao indizível e no gesto que desafia o curso previsível do devir.
Lápide
[...] o silêncio eterno
abraçou-me,
e o que parecia o fim,
é só o começo
de uma grande jornada.
Aqui tudo é uma eterna
evolução, involução...
indefinidamente.
o tempo e o espaço
deixaram de existir.
A morte e o inferno
nunca exististiram,
é só uma ideia subjetiva
da mente humana.
Não há nada a temer.
Amo em silêncio...
pra que o eco deste amor
não se propague aos
ouvidos insensíveis
e que a minha alma fadigada
se regozije neste amor
inconcusso e proibido
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