Use o Silencio quando Ouvir
Desnecessárias são perguntas e respostas quando a realidade não precisa de palavras para dizer o que é.<br/>
Muitas vezes o que, de verdade, nos falta é a coragem da aceitação.<br/>
A coragem para admitir que tudo o que foi trocado cumpriu o seu destino <br/>
da melhor maneira que conseguiu, no tempo que conseguiu, e foi.
Quando jovem não tinha tempo para meus pais
Mas amava muito meus avós.
Quando velho meus filhos não tem tempo para mim
Mas sou amado pelos meus netos.
A dor, que às vezes vem, me faz feliz também, pois nela me recordo o valor que tem a cruz. Quando a noite esconde a luz, Deus acende as estrelas.
Reclama tanto de amor, mas quando encontra alguém que te ame de verdade, não sabe valorizar. Se ame primeiro. Quando a gente se ama, queremos o nosso bem, por isso valorizamos qualquer pessoa que nos queira o bem também.
Sabe quando você tem uma melhor amiga, e inevitavelmente você se apaixona por ela? Então, aconteceu comigo. É clichê, eu sei, mas ela era minha maior confidente, eu amo ela demais, e está sendo insuportável essa dor. Eu admite o que sentia, e, como de praxe, ela esquivou. Sabe? É sempre a mesma coisa, a gente ama a pessoa demais, mas é a pessoa errada... Eu sempre me abri pra ela, e hoje não tenho ninguém em quem confie o suficiente pra me consolar. Como procurar ajuda em alguém, sendo que a única pessoa que pode te ajudar é o motivo da sua dor?
São muitos os momentos que gostaria de te-lo comigo. Mas só venha, quando sua vinda significar sua felicidade.
Quando você está fazendo o trabalho que você ama, você se sente bem e cada dia é um bônus, independente se você está sendo pago.
A vida é como surf, quando você embala numa onda, é preciso levantar rápido, porque nunca se sabe o que virá na próxima onda. Mas, se você tiver fé, tudo é possível.
Um dia, você vai perceber que quem é verdadeiro vai estar do seu lado, até mesmo quando você menos merecer.
Quando descobri o que sou para Deus, a opinião da oposição a meu respeito, perdeu o efeito;quando me conscientizei do que Deus é para mim, dispensei intermediários...
Quando os filhos crescem.
Há um momento na vida dos pais em que eles se sentem órfãos. Os filhos, dizem eles, crescem de um momento para outro. É paradoxal. Quando nascem pequenos e frágeis, os primeiros meses parecem intermináveis. Pai e mãe se revezam à cata de respostas aos seus estímulos nos rostinhos miúdos.
Desejam que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa. Então, um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com os pais nos finais de semana, nem férias compartilhadas em família. Agora tudo é feito com os amigos.
Olham para o rosto do menino e surpreendem os primeiros fios de barba, como a mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se transforma em mulher. É o momento dos voos para além do ninho doméstico. É o momento em que os pais se perguntam: onde estão aqueles bebês com cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, os heróis invencíveis que tudo conseguiam em suas batalhas imaginárias contra o mal?
As viagens para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil e os eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pelo mutismo ou a conversa animada com os amigos com que compartilham sua alegria. Os pais se sentem órfãos de filhos. Seus pequenos cresceram sem que eles possam precisar quando. Ontem eram crianças trazendo a bola para ser consertada. Hoje são os que lhes ensinam como operar o computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição. A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica. Ontem estavam no banco de trás do automóvel, hoje estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito. É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em que sentimos que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol.
Deveríamos tê-los ouvido mais, deliciando-nos com o relato de suas conquistas e aventuras, suas primeiras decepções, seus medos. Tê-los levado mais ao cinema, desfrutando das suas vibrações ante o heroísmo dos galãs da tela. Tempos que não retornam a não ser na figura dos netos que nos compete esperar.
Pais, estejamos mais com nossos filhos. A existência é breve e as oportunidades preciosas. Tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas aos espíritos que se amoldaram nos corpos dos nossos pequenos para estar conosco. Não economizemos abraços, carícias, atenções porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.
A criança criada com carinho aprende a ser afetuosa. A mensagem da atenção ao próximo é passada pelos pais aos filhos. No dia-a-dia com os pais eles aprendem que o ser humano e seus sentimentos são mais importantes do que o simples sucesso profissional e todos os seus acessórios. Em essência, as crianças aprendem o que vivem.
Quando eu realmente gosto eu demonstro, corro atrás, faço questão, faço tudo o que está e o que não está ao meu alcance, mas quando eu desisto meu bem, ah.. não há nada que me faça voltar! Enquanto meu coração ainda aguenta, eu mostro, eu me importo, eu valorizo, eu cuido, eu levo para frente, dou quantas chances for necessário, mas quando meu coração esgota as chances e se cansa, pode crer, ele não costuma voltar atrás. Eu insisto, eu persisto até o máximo que der, eu prossigo enquanto houver esperança. Mas quando as minhas esperanças se cansam, quando os meus sentimentos se esgotam, quando eu desencanto, ah mas não me encanto fácil de novo não! Eu faço a minha parte e tento fazer até a sua se for o caso, mas quando eu deixo de lado é porque não tem solução, não tem volta, não tem mais opção. Você teve sua chance, aliás teve várias, mas não aproveitou, não valorizou. Amei, doei, tentei, facilitei, aceitei, dediquei, cultivei, mergulhei, entreguei, cansei. Você não valorizou meu afeto, espero que agora aprecie meu desafeto. Sinto muito por você ter feito tão pouco.
O Peso da Presença: Quando o Medo de Ser Incômoda Nos Faz Ausência
Ao meu medo de ser incômoda, atribuo meus afastamentos e ausências.
Já fui aquela pessoa extremamente presente, que ao menor sinal estava lá, de prontidão.
Ainda sou, mas hoje me blindo de informações — uma pausa do mundo para não exceder meus limites,
os quais já foram exaustivamente ultrapassados.
Se for realmente urgente, coloco minhas dores no bolso, me faço forte e estarei lá, presente.
Mas o receio de ser incômoda, de parecer forçar algo, inclusive a presença,
me faz recuar de imediato.
Ainda que meu desejo seja permanecer, escolho me afastar, recolher-me, curar-me.
De alguma maneira, encontro força na solidão escolhida,
para não me tornar um peso na vida de quem amo.
E assim, me torno ausência antes que me tornem excesso.
Eu nem sei por onde começar, quando o assunto é você, mãe. Nem o melhor escritor do mundo conseguiria descrever, com poucas palavras ou com um livro enorme, o valor que uma mãe tem. Quem eu me tornei hoje, devo a você, por ter me dado uma educação exemplar, e ter sempre me dado os melhores conselhos, e as melhores broncas também. Sou grato por ter me ensinado desde o básico, como segurar uma colher, até o mais sofisticado, como tratar bem uma pessoa, como se dedicar ao trabalho e estudo. Tenho orgulho de você, e a cada dia que passa, eu valorizo ainda mais o seu esforço e dedicação. Por mais que às vezes seja difícil, está sempre com um sorriso no rosto, e com a cabeça erguida, nunca desiste de um sonho, e corre atrás, até realizá-lo. Eu também tenho orgulho de falar sobre você para as pessoas, seja quem for. Falo da mulher independente que você é, da mulher que batalha, que pensa mais nos outros do que em si mesma, que luta pelos filhos, pela casa, pela empresa, e que ama a família. Até parece que você já nasceu sabendo como ser mãe, porque fez e continua fazendo um excelente trabalho. Eu desejo que, por muitos anos, tenhamos sempre essa união e parceria, mesmo estando longe ou perto. Nunca irei deixar de dizer que te amo, e, vou continuar trazendo muito orgulho para você. Obrigado por ser quem você é, obrigado por ser mãe. A minha mãe, e a mãe da Heloísa. Conte sempre comigo, Edinalva.
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