Usar

Cerca de 3620 frases e pensamentos: Usar

⁠Se usar máscara para te proteger do vírus não te motiva, use máscara para nos poupar da sua feiúra!

⁠Tem gente que
dá o seu jeito
próprio de usar,
Binga para mim
é para água levar.

Nunca vou usar app de namoro. Se eu me interessar por um homem e descobrir que ele está ativo em algum deles, o interesse acaba na hora. Na minha opinião (nada modesta), quem depende desse tipo de app tem um vício bem similar ao de quem consome pornografia.

O tempo é um ativo que busco,
sem adereços usar o dom divino,
Sem querer ser pretensiosa;
jamais na vida o desperdiço,
para a posteridade tenho escrito.


​Da Paineira-rosa tenho a estatura:
O que pode levar distante a ternura,
nunca começa bem, logo não insisto.
O que ilude não convém porque confunde,
porque quero o que derrama e funde.


​Quem é poeta sabe ler gente,
que são como água e azeite;
O romance e o drama sempre
serão dissonantes, paulatinamente.


​A minha liberdade só encontra,
com cumplicidade outra liberdade
— E com o que é de verdade —
Porque se fez arrumada por dentro
para resistir a qualquer tempestade.


​Indisponibilidade é porta blindada,
que não foi feita para ser forçada
pela virtude e disponibilidade;
Disponibilidade não é fachada:
é o caminho aberto e áureo.


​Disponibilidade é encontro.
Se não existe como rumo novo,
não deve ser como caça ao tesouro;
Porque é o sol que sempre nasce
para quem realmente entendeu o jogo.

Nunca usei Tinder
e nem nunca vou usar
nada semelhante.


Lembro de uma época
em que os classificados
tinham uma parte dedicada
para ajudar o amor buscar.


Se naquela época não funcionou,
penso que no virtual
também não vai funcionar;
Prefiro ter paciência
para o amor encontrar.

Usar da imagem da mulher é uma tática de guerra manjada para a desestabilização e destruição de uma Nação.

O Refrigério Divino na Pausa

A oportunidade de usar uma pequena parte do tempo para simplesmente observar a beleza que, muitas vezes, não é notada é um privilégio. Aproveitá-la é um indício de sabedoria, que nos faz desfrutar de um momento de poesia viva diante de uma pintura singular que não está vinculada a uma tela, muito menos cercada por uma moldura

Essa observação sensata e profunda, mesmo que temporária, pode ser algo muito transformador ao notar a arte que está por perto. Perceber cada traço, forma e cor que estão presentes na exposição da natureza é um esplendor poético e artístico que mescla cores e versos a partir de uma bela vista, que edifica apenas os olhares atentos.

Existe um consenso de que a rotina é inevitável, cansativa, mas é justamente por isso que vale pena pausar-la, quando assim for possível, considerando que basta uma breve pausa de contemplação para fortalecer o espírito, sem nenhuma perturbação, então, mais uma vez, usufruir a Graça do Refrigério Divino, imprescindível para manter a mente com o mínimo de equilíbrio.

"Usar cueca PP, no lugar de GG, só engana e só aperta. Só engana VOCÊ e só aperta SUAS coisas. Portanto, deixe de aparências (e de apertos)!”
Frase Minha 0336, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Usar sua vontade para parar o cronômetro da sua vida pode não ser recomendável. Tem Alguém que faz isso por você e o faz no momento certo..."
Frase Minha 0565, Criada no Ano 2012

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Meu Cunhado só aceitou que estava acima do peso, quando precisou usar calças com elástico. Meu Cunhado... Um deles!"
Texto Meu No.1030, Criado em 2021

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1510
"Na Escrita, pegar alguém 'numa vírgula' é usar exatidão para mostrar onde tudo começou. Aquela Escritora, nascida Chaya Pinkhasovna, já tinha usado isso!"

0534 "Usar o chavão 'sensação térmica' pode parecer elegante ou científico, ao invés de simplesmente falar 'o termômetro marca'. Mas não é elegante nem científico. Está mais para Currupaco ou 'Dá o pé, louro!"

0565 "Usar sua vontade para parar o cronômetro da sua vida pode não ser recomendável. Acredito que há 'Alguém' que faz isso por você e faz no momento certo..."

1976 📜 "No tempo dos celulares e computadores, alguém ainda usar máquina de escrever é algo intrigante. Também intrigante é alguém ainda escrever cartas (a mão) e chamá-las de 'missiva'. Pois recebi uma dessas cartas! Se não foi Leonor, Denise ou Lívia, não sei quem foi. Só essas me escreviam no passado. Continuo apurando!"

3260 📜 Com burla é fácil. Quero ver chegar aí (ou lá) sem usar Duas ou Mais Contas, com objetivo de curtir os próprios textos (várias vezes). Quero ver, mas não vejo!

É muito mais fácil usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover do que se comportar como verdadeiro filho d'Ele.

⁠⁠Talvez a conversão mais urgente e necessária seja parar de usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.


Porque, quando a fé vira biombo, a devoção perde o brilho — e o sagrado perde o silêncio que o protege.


Há os que invocam Deus como quem veste uma fantasia: para parecer maior, mais puro e muito mais certo do que realmente é.


Mas Deus não é disfarce.


Não é medalha para pendurar no peito de quem busca aplausos.


Nem é escudo para fugir de críticas, nem trampolim para saltos de vaidade.


Usar o nome d’Ele como vitrine é profanar o altar que deveria moldar o coração.


E talvez seja por isso que tantas palavras ditas em Seu Santo nome soam tão ocas: porque não nasceram do arrependimento, mas da autopromoção.


A fé verdadeira não chama atenção — chama responsabilidade.


Não ergue palcos — ergue consciência.


Nem vende imagem — transforma caráter.


E O Caminho, a Verdade e a Vida — deve estar muito "Entristecido" com a romantização dos atalhos, das mentiras e das mortes — descaradamente defendida, e até praticada — por inescrupulosos que insistem em usar seu Santo Nome.


Talvez a dor mais silenciosa do Sagrado seja ver Sua mensagem, feita para libertar, transformada em arma para manipular.


Ver mãos que deveriam curar, apontarem dedos.


Vozes que deveriam consolar, retroalimentar discurso de ódio.


Ver corações que deveriam ser moldados pela misericórdia — se tornarem instrumentos de Ambição, Vaidade e Poder.


Enquanto isso,
O Caminho segue ignorado por quem prefere atalhos;
A Verdade, torcida por quem lucra com mentiras;
E a Vida, reduzida por quem abraça a morte — de reputações, de esperanças, de dignidades…


Sequestrar a mente humana não é tão difícil, mas o sagrado não se deixa sequestrar.


O Cristo não vira cúmplice só porque O invocam em vão.


E a fé continua sendo o que sempre foi:
um convite para viver o que se prega,
não um salvo-conduto para quem apenas prega o que não vive.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão execrável quanto a que se apodera da fé religiosa.

⁠Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.


A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.


É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.


Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?


O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.


Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.


E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.


Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.


É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.


O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.


Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.


Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.


No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.


Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.


E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.

⁠No meio polarizado quem se enverniza de moral para usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover consegue vender até a chave do céu.


Em tempos de paixões acirradas, a aparência de virtude muitas vezes vale mais do que a própria virtude.


Não são poucos os que descobriram que vestir a linguagem da fé, da moralidade e das boas intenções pode ser uma estratégia poderosa para conquistar seguidores, blindar críticas e ampliar influência.


Quando a polarização domina o ambiente, o julgamento sereno costuma ser substituído pela identificação emocional.


Nesse cenário pervertido, basta que alguém se apresente como defensor dos “bons” contra os “maus” para que muitos deixem de avaliar suas ações e passem a consumir fervorosamente suas narrativas.


A coerência perde espaço para o espetáculo, e a devoção à verdade é frequentemente trocada pela devoção à personalidade.


O problema não está na fé, nem na espiritualidade, muito menos em Deus.


O problema surge quando o sagrado é transformado em ferramenta de marketing pessoal, escudo contra questionamentos ou palanque para ambições humanas.


Afinal, quem utiliza o nome de Deus para servir ao próprio ego não está elevando a fé; está instrumentalizando aquilo que deveria inspirar humildade.


A história repetidamente nos mostra que os maiores abusos raramente se apresentam como abusos.


Eles costumam chegar embalados em discursos nobres, promessas redentoras e certezas absolutas.


Por isso, a prudência recomenda observar menos os slogans e mais os comportamentos; menos as declarações de pureza e mais os frutos produzidos.


Talvez uma das formas mais maduras de preservar a própria consciência seja desconfiar daqueles que fazem questão de anunciar constantemente a sua superioridade moral.


A verdadeira integridade não precisa de holofotes permanentes, nem de certificados públicos de santidade.


Ela se revela silenciosamente na coerência entre palavras e atitudes.


No fim, quem aprende a distinguir fé de propaganda, convicção de fanatismo e espiritualidade de autopromoção torna-se menos vulnerável aos vendedores de certezas.


Porque, no mercado das paixões humanas, sempre haverá alguém tentando vender até a chave do céu.


Mas a sabedoria começa quando percebemos que aquilo que tem valor espiritual genuíno jamais pode ser transformado em mercadoria.

FAZER VERSOS PARA ELA USAR COMO REMÉDIO.