Urgência
O governo brasileiro precisa implantar com urgência cotas para mulheres cis e trans negras e brancas, pois na escravidão moderna as mulheres são mais vulneráveis ao tráfico humano.
A urgência da juventude e a impetuosidade da meia-idade muitas vezes não nos deixam enxergar que a paciência imposta na infância jamais retornará na velhice. Portanto, mude seu hoje para não se surpreender no amanhã.
A urgência pelo sucesso para uns e para outros pela sobrevivência; o tempo cada vez mais em competição olímpica; solidão na multidão e, pior, em família; a avalanche digital da informação que nos tira o filtro que separa a verdade da mentira; o engessamento da empatia, sensibilidade e da intuição; um único momento de reflexão pela leitura, não de um livro, mas por uma simples frase, pode despertar a reprogramação de uma vida.
Portanto, quem puder se doe com a palavra, compartilhe sua experiência com o positivismo e a luz. Pode ser sim de grande ajuda.
"Quem ousa imaginar um mundo diferente carrega, antes de tudo, a urgência de melhorá-lo. A genialidade mirabolante nada mais é do que um transbordo excessivo de amor pela humanidade."
Nem toda sensação de urgência é um chamado para agir. Às vezes, é apenas o nosso medo de perder algo bonito. Quando aprendemos a respeitar o tempo, descobrimos que o que é verdadeiro não precisa ser apressado.
Eu tenho urgência de viver. Urgência de amar. Porque a vida não espera por quem adia o próprio coração.
Às vezes, na ânsia de querer acertar, eu me perco. Na urgência de te proteger, de te manter por perto acabo deixando o controle escapar pelas mãos e, sem querer, machuco justamente o que eu mais deveria cuidar. Mas se há uma certeza que carrego no meio de todas as minhas falhas, é a de que eu nunca vou deixar você ir. O amor que sinto não desiste nas curvas difíceis, ele escolhe ficar, recalcular o caminho e aprender. Amar você me ensina, todos os dias, que proteger não é prender, e que cuidar exige silenciar o meu próprio barulho para ouvir o seu coração. Estou aprendendo a acalmar os meus medos para que eles não virem mágoa em você. Porque o meu lugar seguro é o seu abraço. É O MEU NÓS AONDE EU ME ENCONTRO APENAS EM VOCÊ.
Perdi você
Na urgência do ganhar, perdi você,
quando a dor brinca, o drama ganha,
o coração que persegue o futuro com muita sede é comido pela fome do presente vazio, já a boca que tem proximidade com os sentimentos de outra boca ao ponto de sentir sua respiração, essa implora por uma paralisia instantânea do tempo na busca do deja vu do momento,
a cachoeira cai, as plantas choram, o rio corre, a saudade é densa,
na falta que abala o incrível é sobreviver.
ALLAN KARDEC E JOSÉ HERCULANO PIRES:
A URGÊNCIA DE SUA LUCIDEZ NO SÉCULO XXI.
Vivemos uma época marcada por um paradoxo inquietante: jamais a humanidade teve acesso a tanta informação e, simultaneamente, jamais esteve tão vulnerável à desinformação, ao emocionalismo e ao abandono do pensamento crítico. Multiplicam-se discursos revestidos de aparência espiritual, promessas extraordinárias, revelações sensacionalistas e teorias que, embora sedutoras, raramente suportam o exame da razão.
Nesse cenário, Allan Kardec e José Herculano Pires permanecem extraordinariamente atuais. Não porque tenham oferecido respostas prontas para todos os problemas do futuro, mas porque legaram um método para investigar, refletir e discernir.
Kardec não edificou um sistema baseado na autoridade pessoal. Seu trabalho consistiu em construir um método de investigação. Em O Livro dos Médiuns e na Revista Espírita, insistiu que nenhuma comunicação espiritual deveria ser aceita apenas porque provinha de um Espírito ou de um médium. A autoridade deveria nascer da concordância universal, da coerência lógica e da compatibilidade com os fatos observáveis. Esse procedimento ficou conhecido como Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos (CUEE), verdadeiro mecanismo de segurança contra a fascinação e o dogmatismo.
Mais do que uma doutrina religiosa, Kardec estruturou uma filosofia experimental da espiritualidade, sustentada pela integração entre ciência, filosofia e consequências morais. A ciência investiga os fenômenos; a filosofia lhes atribui significado; a moral orienta a transformação íntima. Romper essa unidade significa descaracterizar a própria proposta kardequiana.
Décadas depois, José Herculano Pires percebeu que o maior risco já não era a rejeição do Espiritismo, mas sua descaracterização interna. Como filósofo, jornalista e tradutor, combateu aquilo que denominava a "igrejificação" do movimento espírita: a substituição do estudo pelo ritual, da investigação pela autoridade, do pensamento pela repetição.
Para Herculano, um centro espírita deveria ser, antes de tudo, uma escola de consciência, e não um espaço de veneração de personalidades ou de dependência emocional. A Doutrina Espírita perderia sua identidade caso abandonasse o debate livre e a pesquisa séria para assumir estruturas dogmáticas semelhantes às que Kardec tanto criticara.
Esse alerta torna-se ainda mais relevante na era digital.
As redes sociais. potencializam a circulação de mensagens mediúnicas sem qualquer critério de validação. Psicografias apócrifas, previsões catastróficas, falsas revelações, interpretações conspiratórias e conteúdos emocionalmente apelativos alcançam milhões de pessoas em poucas horas. O algoritmo privilegia o impacto; Kardec privilegiava a verificação.
Nesse ambiente, o método kardequiano revela sua impressionante atualidade:
Não aceitar afirmações extraordinárias sem análise criteriosa.
Submeter toda informação ao exame da lógica.
Comparar diferentes fontes independentes.
Reconhecer que nenhuma autoridade humana ou espiritual está acima da razão.
Herculano Pires acrescentaria outro elemento indispensável: a coragem intelectual. A verdadeira caridade não consiste em aceitar qualquer afirmação para evitar conflitos, mas em preservar a verdade através do diálogo respeitoso e da crítica fundamentada.
Outro desafio contemporâneo encontra-se na proliferação do sincretismo indiscriminado. Conceitos provenientes de diversas tradições filosóficas, religiosas e terapêuticas são frequentemente reunidos sob o rótulo de "espiritualidade", sem critérios epistemológicos claros. Kardec jamais recusou o progresso das ideias; pelo contrário, afirmava que a Doutrina deveria acompanhar o avanço do conhecimento humano. Contudo, esse progresso exigia método, demonstração e coerência, jamais a simples acumulação de conceitos incompatíveis entre si.
Também diante da Inteligência Artificial e do transumanismo, a contribuição desses pensadores permanece relevante. Kardec provavelmente distinguiria entre inteligência operacional e consciência moral, lembrando que processamento de informações não equivale, por si só, à existência de um princípio inteligente dotado de responsabilidade ética. Herculano Pires, por sua vez, talvez advertisse contra o risco de substituir a busca pelo aperfeiçoamento espiritual pela ilusão de uma imortalidade puramente tecnológica.
Sua mensagem fundamental permanece simples e profundamente revolucionária: o progresso verdadeiro começa pela educação da consciência.
Mais do que repetir frases de efeito, estudar Kardec exige aprender a pensar como Kardec. Mais do que citar Herculano, é necessário exercer a independência intelectual que ele demonstrou durante toda a sua vida.
Enquanto houver fanatismo, superstição, culto às personalidades, pseudociência travestida de espiritualidade e recusa ao exame racional, a obra desses dois pensadores continuará necessária.
Seu legado não é um convite à crença cega, mas à investigação; não é um apelo ao conformismo, mas ao pensamento livre; não é uma exaltação do extraordinário, mas uma convocação permanente à lucidez.
A verdadeira fidelidade a Allan Kardec e a José Herculano Pires não consiste em repetir-lhes as palavras, mas em preservar vivo o método que ambos defenderam: observar sem preconceitos, raciocinar sem paixões, estudar sem cessar e jamais sacrificar a verdade em nome da conveniência.
"A luz da razão não enfraquece a fé; ao contrário, purifica-a. Onde o pensamento permanece livre e a consciência permanece humilde, a verdade encontra sempre novos caminhos para iluminar a humanidade."
Fontes.
Allan Kardec — O Livro dos Espíritos.
Allan Kardec — O Livro dos Médiuns.
Allan Kardec — O Evangelho segundo o Espiritismo.
Allan Kardec — A Gênese.
Allan Kardec — Revista Espírita (1858–1869).
José Herculano Pires — O Espírito e o Tempo.
José Herculano Pires — O Martírio dos Doutrinadores.
José Herculano Pires — Vampirismo.
José Herculano Pires — O Sentido da Vida.
José Herculano Pires — Traduções das obras de Allan Kardec.
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Maio floresce com os ipês
sob o Hemisfério Austral,
assumo a minha urgência
que também floresce igual.
De silêncio em silêncio,
o coração sentimental,
indomado e brejeiro:
é puro desejo total.
Venha sem demora,
porque florescer requer
companhia sem hora.
Maio abrirá a porta
secreta e estenderá
o paraíso e a sua aurora.
Saudade é como uma fome voraz, quando necessitamos saciá-la com urgência, ouvindo uma voz, senão morremos de inanição.
O amor tem seu tempo!
A urgência dos nossos dias nos faz pensar exatamente na urgência do amor. Quando o sentimento se faz presente entre duas pessoas é muito comum a necessidade imediata de dizer: “Eu te amo”
**~~ A Brevidade e a Urgência da Vida~~**
Os dias vêm como ondas,
Passam quase despercebidos,
Uns estão mais pra marolas,
Outros pra maremotos;
Navegamos, um após outro,
Muitas vezes, ao sabor do vento,
Sem visão,
Sem nos preocupar em
Assumir o timão;
A possibilidade, mesmo que,
Remota da proximidade com
Seu fim nos faz acordar e aportar
Com ímpeto,
Traçar a própria Carta de Navegação,
Escolhendo rotas,
Dispensando o Prático,
Assumindo o risco de
Abalroar, encalhar ou naufragar.
*Nota: O prático é responsável por manobrar navios em portos.
Tenha urgência em ser feliz...
Urgência não é pressa; e eu quero direções corretas e não velocidade.
Quero caminhos que me levem a você. Estou preparado para o labirinto que é o amor.
Não tenho medo!
NÃO TENHA MEDO!
Não me preocupo em me perder por esse amor. A verdade é que eu não quero me encontrar. Tenho ânsia de te encontrar e fazer de você minha eterna namorada.
Escrever é para mim uma urgência. Manifestação dos sentidos. Preciso extrair da minha essência tudo que há de mais sublime, alegre ou triste... Esvaziar-me de tudo para então sentir-me plena. Preciso escrever o meu grito sobre o amor que me confunde os sentidos, que embaralha minhas idéias, mas que contraditoriamente me faz viver em paz. Preciso escrever, entretanto, por causa de alguns acontecimentos recentes, sinto medo de ser mal interpretada. Temo que meu ato comunicativo, mesmo provido de toda “boa intencionalidade”, não encontre a aceitabilidade necessária para que haja enfim a coerência. Tentarei ser coesa e coerente, se é que é possível sê-lo quando se fala de amor.
E temos a urgência para cuidar, para abraçar, acolher, a amar... A gente sempre quer que os problemas deles sejam rapidamente solucionados, que as dores sejam remediadas, arrancadas, que sua saúde sentimental seja invicta... A gente tenta da melhor forma possível ajudar em tantas dúvidas, em tantas escolhas, em tantos medos, mas sabemos que é preciso o deixar livre para escolher, para crescer, para aprender; Mas nosso ombro está sempre disposto a acalentar caso erre, caso precise. Não podemos decidir nada por eles, mas podemos nos fazer presentes, podemos oferecer a mão a levantar-se, podemos oferecer uma piada imprópria para lhe arrancar um sorriso quando as lágrimas ameaçam a não sessarem. Não entendo direito sobre todas as tarefas a se fazer, pois ainda temos tanto a aprender, a passar, a rir, a chorar... E sei que todas essas experiências é que nos farão saber como agir, é que nos farão reerguer e renovar nossos votos de cumplicidade. Feliz hoje e todos os outros dias, feliz sempre dia dos amigos!
E eu senti um enjoo absurdo! Talvez sentisse tamanha urgência em tirar algo que estava dentro de mim que há tempos estava entalado, só não tinha ideia que quando sentisse viria tão intensamente... Hesitei em provocar que saísse de mim, mas naquele dia eu já estava fazendo limpeza de coisas que não me faziam bem mesmo, então resolvi ir em frente. Resolvi provocar com a ponta da escova o vômito, e consegui. Saiu. Mas continuei enjoada... Talvez porque ainda te sentia por perto, talvez porque tuas atitudes provocassem a ânsia constante, talvez porque eu não tinha te vomitado por completo e ainda restasse vestígios de você em mim.
