Universo
Com a arte e imaginação conseguimos ver e ouvir além das sombras e dos ruídos, de tudo que é essência nua, muito além do que nos parecem.
Sobre a verdade, temos a minha verdade, a tua verdade e a verdade universal, que é independente do que racionalmente, espiritualmente ou mentalmente achamos, sentimos ou acreditemos. Está verdade habita no Domus e é bem diferente de tudo que aprendemos, doutrinaram e nos foi apresentado como aparência neste mundo de sombras, mentiras e ilusões.
O acaso e a sorte só podem completar a minha vida pelas possíveis ideológicas incertezas mas não é digno e nem honrado, pensar neste artificio incerto para complementar meu justo compromisso na vida de ninguém.
A cor amarela traz consigo uma radiação e frequência espiritual de gratidão, alegria e amor. Alguns seres divinos vestem-se de amarelo e espalham luzes por onde passam.
Somos desde o inicio luzes, vibrações e cores. A divindade do milagre da vida é nossa verdadeira fonte, a proximidade e o afastamento desta fonte que forja nossa personalidade material, espiritual e quântica.
A luta de uma mãe por seus filhos é tão legitima e feroz como a luz do sol, que ilumina e queima nos revelando a vida selvagem e pura a cada novo alvorecer.
Metade de mim é amor e a outra metade perdão e gratidão. Nem todos foram feitos e criados para gostarem da forma e do jeito, que sou.
A paternidade, o amor, o carinho e cuidado quando se é o pai biológico de um ser, é muito bonito, louvável e responsável... mas quando o homem, nunca foi pai biológico de ninguém e assume a paternidade de todas as crianças do mundo, de todas as raças, cores, credos e culturas. Da mesma forma que assume filosoficamente a paternidade por todas as sementes, por todos os filhotes e todos os espíritos infantis em todas as dimensões. Pela atitude se propõe ser um adepto da perpetuação da vida e de certa forma comunga em espirito com o Grande Pai Celestial, na paternidade de todas as coisas.
A paz não se compra, se conquista pelo amor a vida, pelo respeito a menor das criaturas visíveis e invisíveis e pela paz.
Me visto com retalhos de papel crepom multicoloridos, pois se vier a chuva consigo passar despercebido, com a pele de todas as cores.
Salvo algumas exceções mas geralmente o herdeiro de um grande legado artístico, é por si só um infeliz e um grande idiota.
Ver uma obra de arte é bem simples, basta perceber o exposto do meio externo com um dos cinco sentidos, seja pelo olfato, paladar, visão, audição ou tato, isolados ou combinados mas para compreender o que ela significa e ter a satisfação de aprecia la ou não, demanda incontáveis conceitos, estudos e conhecimentos, bem longe do lugar comum.
Se eu fosse um poeta, teria aprendido estar sempre, em solta liberdade, a navegar entre as nuvens, a sonhar, a amar e a voar.
Idiotiza se quem pensa que a arte e a cultura, devem estar sempre na esquerda. Elas são livres e se esparramam como águas límpidas e turvas por todas as direções.
Minha vaidade é pouca, afinal sempre fui um ser inacabado. Esforçado sempre, em parecer o mais comum possível mas sem exageros. Meu ego, foi passear um dia e nunca mais voltou, que bom, tenho aprendido muito bem, a viver sem ele. Já minha liberdade, é infantil vinda da terra do nunca, nunca cresceu. Vive na rebeldia de achar que tudo que é muito serio, é chato. Procurando um arco-íris hoje de novo.
Confesso, que tenho muito mais dividas com o acaso do que com minhas propositais e artificiais projeções.
Hoje, de bons de briga o mundo está cheio. O que falta é quem seja abrigo, acolha as diferenças, cure as feridas e busque ser compreensivo por amor.
A boa obra de arte não tem preço, ela é muito mais energia do que valor e quando consegue resinificar vidas deixa de temporal e fica na eternidade.
A criatividade com cores vivas e vibrantes é um manifesto por mudanças. Um belo tipo de ousadia e inconformismo a tudo que a vida, ainda tem, de indeciso e acinzentado.
