Universo
Talvez o universo não tenha um primeiro instante; talvez seja a nossa consciência, aprisionada ao tempo, que transforma a eternidade em uma sequência de acontecimentos.
Talvez a pergunta mais filosófica não seja ‘quem criou o universo?’, mas ‘por que nossa razão sente necessidade de que exista alguém ou algo que o tenha criado?
Às vezes penso que o universo é a grande obra e que nós, em nossa pretensão de compreendê-lo e dominá-lo, somos apenas a erva daninha que cresceu dentro dela.
O universo é harmônico. Enquanto uns perdem energia, outros se enchem dela e, quando se encontram, nasce o equilíbrio.
A Ordem dos Cavaleiros Maçons Elus Cohen do Universo, a principio era uma ordem iniciatica que tem suas profundas raízes na tradição esotérica francesa do século XVIII. Fundada por Martinez de Pasqually, um renomado estudioso e místico francês. A ordem busca a iluminação espiritual e o aprimoramento interior de seus membros através de práticas rituais, estudos cabalísticos, alquímicos e símbolos judaicos e cristãos. Esta Ordem era parte da tradição maçônica da época, mas distinta da doutrina e da simbologia das lojas maçônicas tradicionais.
A necessidade de um criador não constitui a prova de que o universo tenha sido criado por aquilo que imaginamos.
Talvez o universo possua uma explicação; talvez a mente que a procura não tenha sido construída para alcançá-la.
O universo existia antes de nossas perguntas e talvez continue existindo depois que todas elas se extinguirem.
“O universo sempre coloca as melhores pessoas ao nosso lado para nos dar as respostas que precisamos”.
"Cada mulher é um universo próprio, repleto de estrelas, tempestades e mistérios. Seu trabalho não é explorar tudo, mas sim estar presente quando ela precisar."
“Não importa aonde vamos. Tudo o que existe no universo, (da simplicidade do voo de um pássaro, passando pela complexidade do tempo, até a sofisticação do pensamento) é a resposta da existência de um Deus supremo.”
E o amor que tive sem merecer, do arquiteto fundador do universo que me desprendeu das guaras Invisìvel
Todas as questões humanas são respostas ao absurdo primordial: a recusa do universo em responder à nossa exigência de sentido. Não crio uma filosofia nova. Reconheço, talvez, um chão comum a todas elas.
Somos feitos de consciência, e é nela que o universo encontra em nós a possibilidade de reconhecer a própria existência.
Cada particula no universo tem sua própria história, sendo o presente é o existir de tudo isso. Se nem o caos da própria existência conseguimos controlar, quem dirá acessar o tudo passado, tampouco definir o que será à um milionésimo de segundo à frente. Portanto, a graça jamais será o conhecimento de tudo, nem mesmo o controle, mas felicitar-se por existir.
Como pode sobreviver um ser cuja a dimensão do seu universo intelectual não corresponde ao confinamento da sua existência material?
