Uniao e Respeito em um grupo Jovem
A dor nunca é um atalho, mas uma ponte que com os próprios esforços precisa ser construída ou provavelmente, reconstruída.
Flerte...?
Como poderia,
Eu, ter flertado
Com você?
Jamais usaria esporas
Para ferir um cavalo,
Nem faria dos filhos do capataz,
Meus empregados...
Como eu poderia
Viver poeticamente
Olhando para um vasto campo
Sem serventia.
Com certeza eu levantaria uma escola
E distribuiria lotes ao redor
Com hortas comunitárias...
Todos teriam direito a pescar e nadar
No parte do rio em que tu cercaste
Acreditando que tudo que passe
Pelas "tuas terras", te pertença...
Ora, meu amigo,
Que ideia estapafúrdia;
O meu angulo de visão
Assim como todas as minhas paixões,
Pertenceram sempre ao outro lado.
Consciência,
Não se encontra dentro de porta-jóias.
A mente tem que estar aberta
Pela sintonia energética
Da sensibilidade de todos os sentidos.
Não, eu não flertaria jamais,
Com alguém ainda tão adormecido.
D’Arte
A competência de um poeta
não é causar a emoção de uma música,
que batalha entre silêncio e ruído
para se fazer ouvir!
A competência de um poeta
é despertar a euforia
de bailar com o silêncio sentido das palavras,
dança declamada, arte esférica!
É quase de morte sua solução,
causar estalos de consciência...
promover sucintos despertares...
dar orgulho a quem aprendeu a ler...
Só é aturdido pela poesia
quem esqueceu da superficialidade
&quem muito viveu para ter conteúdo
a ser agitado nas profundezas...
É como a lembrança de um encanto
que sempre esteve lá,
pensado& agora dito, escrito,
velado pelo silêncio de quem nunca desdisse....
Os sons soltos no ar violentam a mente,
Mas os poemas seduzem
abrem olhos, pernas, braços, sorrisos, poros
de quem aprendeu a se dar prazer...
Por isso cante seus poemas
sozinh@ ou acompanhad@
& no silêncio de seu espírito
rodopie com seu Daimon de dança & arte!
Perdão
Andava tão cego em meus vícios,
Escravo das minhas leis.
Com lábios louvando a um cristo,
Mas no coração era eu...
Pra lama voltei a lavar-me...
A fé de outrora, onde está?
Mas trouxeste a luz, revelando
Das sombras, o tolo que sou
Vergonha e dor causei,
Seca minh'alma está...
Pra teu louvor, renova-me!
Pois sei que me amas senhor.
Filho de Davi, por amor de ti,
Tens misericórdia de mim!
Clamo perdão!
Perdão!
Além do bem e do mal
Acordei mais leve hoje e quero dar um rolé,
Disfarçar a minha timidez...
Vou buscar em outras fontes o que não achei,
Disfarçado nessa timidez,
Não sou nada daquilo que esperam de mim,
Tenho os meus ideais,
Faço planos, investigo, ajo por instinto,
Não sou nada daquilo, eu quero sempre mais,
E o despertar do sono,
Que dormi naquele dia então,
Sonho Sonhos pesadelos reais,
Que já não quero pra mim não,
E quando o vento sopra tenho a impressão que quer me levar,
Mentiras pairam ao vento e a tristeza estampada está,
Porque se foi tão cedo aquele sonho que sonhamos juntos?
Acordei desse pesadelo e não sou mais refém do mundo,
Já não da pra acreditar na verdade estampada nos jornais,
Vender ou se vender a quem der mais,
Se você me acha muito estranho digo apenas: eu não sou igual,
Vejo a fonte do mistério sucumbir além do bem e do mal...
Imagine um servo feudal, legalmente ligado à terra onde nasceu e à posição social em que nasceu, trabalhando desde o amanhecer até ao anoitecer, com ferramentas primitivas, para uma subsistência que ele deve compartilhar com o seu senhor, seus processos mentais enredados de medos e superstições. Imagine tentar explicar a este servo como é a estrutura social dos EUA do século XX. Você provavelmente terá dificuldades de o convencer de que tal estrutura social poderia existir, porque ele iria ver tudo que você descreveu a partir do contexto de seu próprio conhecimento da sociedade. Ele iria, sem dúvida, informá-lo, com um traço de superioridade presunçosa, que a menos que cada indivíduo que nasça na comunidade tenha um lugar específico e uma posição social permanentemente fixa, a sociedade iria rapidamente se deteriorar, se transformando num caos. De forma semelhante, dizer a um homem do século XX que o governo é mau e, portanto, desnecessário, e que teríamos uma sociedade muito melhor se não tivéssemos governo, é provável que isso provocasse um ceticismo educado... especialmente se nós não estivermos acostumados a pensar de forma independente. É sempre difícil imaginar o funcionamento de uma sociedade diferente da nossa e, particularmente, uma sociedade mais avançada. Isto acontece porque nós estamos tão acostumados à nossa própria estrutura social, que temos a tendência de considerar automaticamente cada faceta da sociedade mais avançada, no contexto de nossa própria, o que distorce o sentido da ideia.
Para de me esmagar.... socorro!!! Esta me sufocando... aiaia acho que quebrou um ossinho
Bobona.. meus abraços jamais vão te machucar, carinho não dói!!
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