Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Eu era jovem.
Eu era louco.
Era ousado.
E sei que não era pouco.
Não sou mais o que ja fui
Me esqueci onde estava
E nem sei pra onde vou
Quando jovem, eu tinha o chato dom de falar quando devia calar e vice-versa! Agora resolvi metade do problema; eu só falo, não calo!
Triângulo da Vida
Jovem: Tem tempo e saúde, não tem dinheiro.
Adulto: Tem dinheiro e saúde, não tem tempo.
Idoso: Tem dinheiro e tempo, não tem saúde.
Ser jovem é ser intrépido por natureza e revolucionário por imperativo moral. Todavia, sem discernimento, a revolução é apenas tumulto; sem oratória, é apenas silêncio.
O amanhã traz consigo incertezas, dores, tristezas, ansiedade e cobranças.
Mas, olha, jovem: o mundo ainda continua.
Não se deixe abater por uma pontuação. Vá devagar, mas sem medo, porque seu esforço e sua dedicação já foram válidos. E, caso não consiga, levante-se e tente de novo.
Afinal, depois do medo vem o mundo.
Fica a dica.
Carta ao Meu Jovem Eu
Eu te escrevo do futuro, com as mãos cheias de cicatrizes
e o coração ainda teimoso em acreditar no amor.
Não fuja quando alguém tocar fundo demais,
nem endureça por medo do que pode doer.
Você vai amar errado, vai chamar de eternidade
o que era só aprendizado disfarçado.
Mas cada queda vai ensinar a levantar
com mais verdade do que orgulho.
Quando enfim amar certo, vai reconhecer:
não será pela ausência de dor,
mas pela paz de permanecer
mesmo quando o mundo tentar separar.
"Meu sonho de criança...
- Crescer.
Meu sonho de jovem...
- Amadurecer.
Meu sonho de adulto...
- Vencer.
Meu sonho para hoje...
- Permanecer por mais algum tempo."
Haredita Angel
08.12.25
"Saio por ai elegendo rainha
Quanta bobagen a minha
Se a nobreza está nela
Naquela jovem tão bela
Que há tanto me espera!
Sou bicho solto e inconstante
Mudo a todo instante
Nem marido e nem amante
O que está acontecendo?
Será que estou perdendo
O que é para ser só meu?
Zangada por certo ato
Quando elegi de fato
Uma rainha prá mim
Sou um bobo
Sou um fraco
Um homem sem nenhum tato
Não sei o que aconteceu...
Uma coisa porém te digo
Deixemos de picuinha
Seja minha e eu serei teu!"
☆Haredita Angel
Complexa demais para ser rotulada. Tenho a alma de jovem, o rosto de adolescente e a maturidade de uma senhora
"O verdadeiro valor da vida não está em permanecer jovem para sempre, mas em viver cada fase com plenitude e dignidade. O envelhecimento não deve ser visto como fardo, e sim como conquista, pois traz marcas que representam a trajetória vivida. A velhice deve ser um tempo de colheita, sabedoria e serenidade, marcado por respeito, harmonia e equilíbrio interior."
Se eu morrer jovem,
por favor, não fique pensando em tudo que eu deixei de viver
lembre-se de apenas de todos os momentos que aproveitei e que fui feliz de verdade
não pense em em quanto sonhos eu teria realizado
mas naqueles que realizei
e quando falar de mim, seja gentil com os outros
talvez eles não sintam tanto a minha falta quanto você sentirá
mas não há problema nisso
acho que não tenho tempo suficiente para viver tudo que desejo
mas posso ser grata por tudo que a vida me permitir.
Se eu morrer jovem, me cubra com cetim
Deite-me em uma cama de rosas
Afunde-me no rio ao amanhecer
Mande-me embora com as palavras de uma canção de amor
SOPHIE SCHOLL.
A JOVEM QUE ENFRENTOU O ABISMO COM AS MÃOS CHEIAS DE PAPEL.
Existe uma diferença brutal entre viver e possuir coragem moral. Muitos respiram. Poucos permanecem de pé diante da tirania. Poucos conseguem conservar a consciência quando o medo transforma multidões em sombras obedientes.
Sophie Scholl não carregava armas. Não liderava exércitos. Não possuía poder político. Era apenas uma estudante universitária de 21 anos. Contudo, tornou-se uma das vozes mais luminosas da resistência espiritual contra o nazismo.
Enquanto a Alemanha mergulhava na hipnose coletiva do Terceiro Reich, Sophie escolheu algo infinitamente mais perigoso do que a violência. Escolheu pensar. Escolheu questionar. Escolheu não silenciar.
Seu nome permanece como uma ferida aberta na consciência histórica da humanidade.
Nascida em 09 de maio de 1921, na Alemanha, Sophie cresceu em uma família marcada por princípios éticos rigorosos. Durante a juventude, como inúmeros adolescentes alemães daquela época, aproximou-se inicialmente das organizações juvenis do regime nazista. Entretanto, à medida que amadurecia intelectualmente, começou a perceber o caráter monstruoso da máquina ideológica que dominava o país.
Ela compreendeu algo terrível. O mal raramente se apresenta como monstro. Frequentemente veste uniformes elegantes, fala em patriotismo e exige obediência absoluta.
Ao ingressar na Universidade de Munique, Sophie aproximou-se do grupo clandestino chamado “Rosa Branca”, formado principalmente por estudantes como seu irmão Hans Scholl, Alexander Schmorell, Willi Graf e Christoph Probst. O movimento defendia resistência não violenta ao nazismo. Produziam panfletos denunciando crimes do regime, perseguições, assassinatos e a degradação moral da Alemanha. White Rose aqueles jovens compreenderam que uma sociedade começa a morrer quando a consciência coletiva aprende a conviver com o horror.
Os panfletos distribuídos pela Rosa Branca possuíam uma força intelectual impressionante. Misturavam filosofia, ética cristã, literatura alemã e denúncias diretas contra Hitler. Não eram gritos irracionais. Eram apelos lúcidos dirigidos à consciência de um povo anestesiado pela propaganda.
Existe algo profundamente simbólico na escolha dos panfletos.
Uma folha de papel parece frágil diante de tanques, prisões e armas. Porém, regimes totalitários sempre temeram ideias mais do que balas. Ditaduras suportam corpos mortos. O que elas não suportam são consciências despertas.
Em fevereiro de 1943, Sophie e Hans Scholl levaram centenas de panfletos para a Universidade de Munique. Distribuíram-nos pelos corredores vazios. Antes de partir, Sophie lançou os últimos exemplares do alto do edifício universitário, permitindo que caíssem lentamente sobre o átrio como uma espécie de neve moral sobre uma Alemanha espiritualmente adoecida.
Foi naquele instante que tudo terminou.
Um funcionário da universidade observou o gesto e chamou a Gestapo. Os irmãos foram presos imediatamente. Interrogados. Julgados em um tribunal nazista conduzido pelo fanático Roland Freisler. Condenados por alta traição.
A velocidade da execução revela a brutalidade do regime. Entre a prisão e a morte transcorreram apenas poucos dias.
Em 22 de fevereiro de 1943, Sophie Scholl foi guilhotinada na prisão de Stadelheim, em Munique. Tinha apenas 21 anos.
A morte dela não representa apenas um episódio histórico. Representa um confronto metafísico entre consciência e medo.
O mais perturbador em Sophie não é apenas sua coragem. É sua serenidade.
Relatos históricos afirmam que enfrentou os últimos momentos com impressionante firmeza interior. Até mesmo alguns envolvidos na execução teriam ficado impactados pela dignidade daquela jovem.
Enquanto milhares se curvavam para sobreviver, Sophie permaneceu ereta para morrer.
A tragédia da Rosa Branca revela também uma verdade dolorosa sobre a natureza humana. O mal coletivo não nasce somente da crueldade explícita. Ele prospera sobretudo através do silêncio dos acomodados.
Muitos alemães sabiam. Muitos percebiam. Muitos desconfiavam. Contudo, permaneceram imóveis.
Sophie Scholl rompeu essa passividade.
Sua existência demonstra que consciência moral não depende de idade, força física ou posição social. Depende de caráter.
Ainda hoje, sua memória atravessa gerações porque encarna algo raríssimo. A capacidade de preservar a humanidade em meio à barbárie.
Em um século marcado por genocídios, propaganda e manipulação psicológica das massas, Sophie tornou-se símbolo da resistência ética. Escolheu a verdade mesmo sabendo que ela a conduziria ao cadafalso.
Há figuras históricas que vencem batalhas. Outras vencem impérios. Sophie Scholl venceu algo mais difícil. Venceu a própria covardia humana.
E talvez seja exatamente por isso que sua história continue tão dolorosamente viva.
Porque ela nos obriga a perguntar, em silêncio.
Quantos de nós teríamos coragem de permanecer humanos quando o mundo inteiro enlouquecesse.
Marcelo Caetano Monteiro .
ERMANCE DUFAUX: A JOVEM MÉDIUM QUE COLABOROU NOS PRIMÓRDIOS DA CODIFICAÇÃO ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Uma colaboradora discreta na construção de uma nova filosofia espiritual. Quando a história do Espiritismo é evocada, um nome naturalmente se destaca: Allan Kardec, o educador que submeteu os fenômenos mediúnicos à observação, à razão e à universalidade dos ensinamentos dos Espíritos. Contudo, a Doutrina Espírita não nasceu da experiência de um único médium nem de uma única revelação. Ela se formou pelo método rigoroso de comparação, análise e controle de diversas comunicações obtidas por diferentes médiuns. Nesse contexto, surge a figura de Ermance Dufaux, jovem médium francesa do século XIX, que participou das experiências mediúnicas que alimentaram as pesquisas iniciais de Allan Kardec. Em sua juventude, psicografou a obra “A História de Joana d'Arc ditada por ela mesma”, recebida por psicografia e citada por Kardec na Revista Espírita, chamando a atenção para o conteúdo, não pela autoria espiritual atribuída. Registros do movimento espírita mencionam comunicações atribuídas a São Luís, que, segundo essas fontes, teriam orientado decisões do movimento inicial, no contexto da criação da Revista Espírita. Tais informações pertencem às fontes históricas do próprio movimento. O nome de Ermance Dufaux também aparece relacionado aos primeiros trabalhos que antecederam e acompanharam a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, criada em 1858. Ali, Kardec comparava comunicações de diferentes médiuns, confrontava informações e rejeitava tudo o que não resistisse ao exame criterioso da razão, consolidando o controle universal do ensino dos Espíritos. Alguns pesquisadores, entre eles Canuto Abreu, sustentam que Ermance Dufaux teria colaborado em trabalhos preparatórios relacionados à revisão da segunda edição de O Livro dos Espíritos. No entanto, não há consenso documental que lhe atribua responsabilidade direta pela elaboração da obra, cuja organização e redação permaneceram sob a responsabilidade exclusiva de Allan Kardec. Essa distinção é fundamental para compreender a natureza do Espiritismo. A trajetória de Ermance Dufaux ilustra um princípio constantemente enfatizado por Kardec: a mediunidade não cria a Doutrina Espírita, ela oferece os elementos que serão submetidos ao exame da razão. Sua participação, embora conhecida, recorda que numerosos trabalhadores contribuíram, cada um a seu modo, para os primeiros passos da Codificação. Sua história, mais do que um dado biográfico, convida à reflexão sobre como o progresso do conhecimento espiritual se dá pelo encontro entre fenômeno, método, razão e moralidade, enquanto os médiuns serviram como instrumentos, e não como autores da Doutrina.
A a importância de Ermance Dufaux para o método kardecista, sem superestimar nem diminuir seu papel. Kardec não fundamentou a Codificação em uma única fonte mediúnica, mas por meio da comparação de múltiplas comunicações oriundas de diferentes médiuns. Esse procedimento, inovador para a época, garantia que a autoridade doutrinária não repousasse sobre o prestígio do médium, mas na concordância lógica e universal dos ensinamentos. Nessa perspectiva, Ermance Dufaux representa uma geração de médiuns que compreendiam a mediunidade como serviço, e não como notoriedade pessoal, reforçando a separação entre médium-instrumento e pesquisador responsável pelo crivo crítico, garantindo, assim, a fidelidade ao método que marca uma das maiores contribuições de Kardec ao pensamento moderno, unir seriedade investigativa e espiritualidade sem personalismo.
O ESPELHO DA AMARGURA.
O jovem discípulo Kenji andava pela vila espalhando amargura. Ele via defeitos em tudo e falava mal de todas as pessoas que cruzavam seu caminho.
Um dia, Kenji decidiu levar suas frustrações ao Mestre, esperando que o velho sábio iniciasse um longo debate ou o repreendesse.
As Críticas do Discípulo
Kenji apontou para o padeiro da vila e disse: "Mestre, aquele homem é um ganancioso! Ele cobra caro pelo pão e aposto que usa farinha velha para lucrar mais!"
O mestre olhou para o padeiro, sorriu suavemente e respondeu: "Sabe que você tem razão!?"
Irritado com a resposta, Kenji apontou para o magistrado local: "E aquele juiz? É um corrupto preguiçoso! Só ajuda os ricos e finge que trabalha!"
O mestre bebeu um gole de seu chá e repetiu: "Sabe que você tem razão!?"
Inconformado, o jovem parou diante de um grupo de camponeses que descansava: "Olhe para eles, mestre! São ignorantes, vivem na lama e não têm ambição nenhuma na vida!"
O mestre apenas acenou com a cabeça: "Sabe que você tem razão!?"
A Explosão de Kenji
A neutralidade do mestre acendeu uma fúria cega no peito do jovem. Kenji não aguentava mais aquela concordância que parecia anular sua própria inteligência. Ele parou na frente do mestre, com o rosto vermelho e os punhos cerrados.
"Chega!", gritou o discípulo, apontando o dedo para o peito do velho.
"O senhor é um conformista covarde, que aceita a podridão do mundo sem fazer nada!"
"O senhor é um apoiador dos erros, porque sua omissão valida a maldade dos outros!"
"O senhor se tornou um homem apático, vazio, uma casca que não sente mais nada!"
Além de tudo, o senhor é sem caráter, pois não tem a decência de defender uma única verdade!"
Kenji respirava de forma ofegante, esperando que, finalmente, o mestre se levantasse para puni-lo ou debater com ele.
O mestre, no entanto, permaneceu sentado na grama. Ele olhou serenamente nos olhos cheios de raiva do jovem, manteve o mesmo tom de voz tranquilo de sempre e disse:
— Sabe que você tem razão!?
O Desfecho da Estória.
Ao ouvir a mesma frase direcionada a si mesmo, o chão pareceu sumir sob os pés de Kenji. O silêncio que se seguiu foi devastador.
O discípulo travou, com a boca meio aberta e o dedo ainda em riste.
Ele esperava fúria, mas encontrou apenas o espelho de suas próprias palavras.
O peso dos insultos que disparou voltou instantaneamente contra ele, pois, se o mestre tinha razão em ser tudo aquilo, a própria busca de Kenji por sabedoria ali era inútil.
As pernas do jovem fraquejaram e ele caiu de joelhos na grama, desarmado.
"Se eu tenho razão sobre o senhor...", sussurrou Kenji, com os olhos cheios de lágrimas, "então eu destruí a única coisa em que acreditava".
O mestre estendeu a mão, tocou o ombro do jovem e disse suavemente: "Você enxerga o mundo através das lentes que carrega nos olhos. Se suas lentes estão sujas de amargura, até o homem mais calmo parecerá apático, e o silêncio parecerá covardia. Eu concordei com você porque combater a sua ilusão só a tornaria mais forte. Agora que sua raiva cansou, você finalmente pode começar a ver as coisas como elas realmente são".
A Análise Psicológica do Cenário.
Essa dinâmica ilustra conceitos profundos da psicologia comportamental e da filosofia:
Efeito Espelho (Projeção): Kenji falava mal de todos porque a insatisfação estava dentro dele. O mestre, ao não reagir, agiu como um espelho limpo, devolvendo o reflexo da própria feiura do discípulo.
Quebra de Padrão: Discussões se alimentam de resistência. Quando o mestre oferece resistência zero ("você tem razão"), o conflito perde o oxigênio e desmorona sozinho.
O Efeito Desarmador: O insulto perde totalmente o poder quando o receptor se recusa a ser validado ou ofendido por ele.
Quando eu era mais jovem,
não tinha experiência.
Errei. Chorei.
Isso, me ensinou.
Eu cai. Me machuquei. Levantei. Cicatrizou.
Hoje tenho, mais cuidado.
Na escola, eu repeti de ano.
Eu senti tristeza.
Precisei estudar. Busca informação.
Consegui resultado. Isso, deixa feliz.
Da simplicidade,
até a grande responsabilidade.
Um caminho. Um passo, de cada vez.
Precisa esperar.
Ter paciência.
No quebra cabeça,
começa pela primeira peça.
Aconselhe quando ancião, oriente enquanto adulto, aventure-se enquanto jovem e nunca deixe de sonhar como uma criança.
Agora ela não pensa mais em mim
Jovem e guerreiro medieval
Que subia as paredes dos castelos
Pelas tranças das donzelas
"Sou jovem simples, que tem muito o que aprender. A questão é que não encontro ninguém que sirva pra me ensinar!"
Frase Minha 0416, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
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