Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Teatro de Vampiros
Na voz de um corrupto, a mentira mais vil vira verdade.
Quem rouba dita a regra,
pois a cela do rico só fecha por falta de pensão.
Deus, pátria, família:
o refúgio onde o tolo se ajoelha
e o alienado entrega seu voto.
Dancemos todos para celebrar a loucura:
ele se proclama o rei do mundo.
Mas reis morrem.
Reis são depostos.
Sua linhagem é varrida,
e seus dogmas viram piada de mau gosto.
Os corpos empilhados por sua gestão
permanecem como a grande vergonha da história.
Ainda assim, à beira da cova, ele insiste no trono —
sem saber que até o inferno festejará o seu fim.
Por Celso Roberto Nadilo
O cosmos que contemplamos pelo telescópio resplandece e nos revela um buraco negro viajando pelo infinito do espaço — notado apenas porque devorou uma estrela.
Ao olharmos para nossas questões éticas, raciais e biológicas, enxergamos as mesmas divergências entre raças e etnias. É de uma complexidade inigualável compreender os seres do universo, assim como decifrar os mistérios da nossa própria espécie. Desatamos nós que se destrincham num mundo onde somos, ao mesmo tempo, tão diferentes e tão iguais.
O espaço sideral é o espelho de cada ser. Mesmo para a mente digital em viagens astronômicas, o espaço projetado desenha imagens configuradas para a própria origem da vida.
Mas somos tão complexos que o primeiro contato provavelmente será creditado a uma inteligência artificial ou a um robô autônomo. Haverá ali uma alquimia de cores primordiais, pois a cor pode ser uma forma de linguagem — tal como o cheiro, o sabor das águas ou a composição dos gases, traduzindo sentimentos ou puros pensamentos.
Luzes que provocam sensações.
Luzes que transmitem debates.
Luzes que revelam os detalhes da dor existencial, as disfunções da cognição e a ação lógica e racional voltada para a contemplação do eu.
Diante da adversidade e da calamidade, o ser humano revela seu contraste: maltrata a biosfera enquanto chora pela vida, transcendendo suas práticas na apologia de seus dogmas e crenças. E, diante do inevitável, o enigma dos corpos mentais nos mostra que cada consciência carrega suas próprias marcas.
Por Celso Roberto Nadilo
Dentro de um pingo habita tanta informação que pensar nisso quase faz a mente colapsar: um universo inteiro suspenso em uma única gota. Foi assim que vi o primeiro pigmento.
Eram raios iluminados de sonhos em um espaço imenso e, ao mesmo tempo, vazio. O pingo ganha forma sob a membrana translúcida que compõe este universo — um microcosmos ligado a outro cosmo em uma explosão de cores e pigmentos, fazendo florescer a mente em ideias repletas de relevos e cenários iluminados."
eu só quero um dia esbarrar em alguém diferente em meio a tantas pessoas iguais. quero esbarrar onde eu me sinta em casa, que o meu jeito não o assuste e não pareça ser de outro mundo. que juntos sejamos diferentes, e iguais no mesmo nível; sejamos diferentes de toda essa igualdade.
não precisamos enfrentar todos medos de uma só vez, num mesmo dia; escolha um e enfrente, a vida é cheia de etapas, ninguém assiste alguma coisa pulando para o final.
ninguém desce uma escada grande pulando do último degrau embaixo.
aceite seu tempo, imponha limites na sua própria vida, mas jamais deixe que seus próprios limites te afetem.
sou um tipo de pessoa que não guardo rancor de ninguém, mas cada um tem de mim, aquilo que merece.
e mesmo que possa ter me machucado, sempre que precisam eu tô ali.
na pior, eu tô junto, no melhor, eu tô na plateia.
e me sinto muito bem assim.
mandou uma mensagem, eu respondo, podemos até ter nos falado anos atrás. mas de uma única coisa, eu sei, somos todos temporários, e se for pra deixar saudade, que fique a saudade de que um dia, quando mais precisaram de mim, estive ali.
-eumaria
em um mundo onde a paleta de cores ganha vida e se transforma em sentimentos, onde as pinceladas ganham vida e dançam em um ritmo harmonioso, encontro um universo paralelo onde o amor e a arte se entrelaçam de forma sublime.
vislumbro um céu noturno que parece pulsar com a energia dos amantes apaixonados. as estrelas brilham intensamente, como testemunhas silenciosas de juras de amor eterno. a lua, com seu brilho prateado, ilumina o caminho dos enamorados, guiando-os através da escuridão.
envolvido pela delicadeza e suavidade das pétalas rosadas que preenchem a tela. as flores são símbolos de renovação e esperança, como o amor que floresce em corações ansiosos por se entrelaçarem. os galhos se entrelaçam em uma dança sutil, assim como as almas que se encontram e se conectam em um abraço afetuoso.
encontro uma explosão de cores e vida que reflete a paixão arrebatadora.
os girassóis, voltados para o sol, representam a busca incessante pelo amor e a felicidade plena. cada pétala é um lembrete do poder transformador do amor, capaz de preencher nossas vidas com um brilho intenso e caloroso.
onde a simplicidade e a intimidade são retratadas com maestria. nesse cenário acolhedor, vislumbro um refúgio de amor e cumplicidade. cada objeto é um testemunho silencioso de momentos compartilhados, lembranças que ecoam pelo espaço, alimentando a chama do amor.
Toda constante tem um espelho quantico. Pois a variável e parte da energia para energia não há espaço ou tempo se existe hoje sempre existiu pois ate nos primórdios houve um momento que energia tocou o homem na fogueira ouve evolução existencial dos humanos.
Somos condenados por amar.
Jogamos nossas vidas em nossos pensamentos.
Somos sombras de um amor pagão...
Amanhece no profundo do meu ser.
Vagamos pelas poeiras da noite...
O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.
Alma espiritual verdade o querer um ato ser e querer no movimento no estado do psicológico.
Logica ato romântico mesmos assim sensato pois a compreensão tem variáveis nos desenhos da desenvoltura do espaço e tempo alinhado s realidade vivida.
O Despertar da Matriz Cósmica
A Terra não era apenas um lar para a humanidade; era uma incubadora.
Enquanto os homens se digladiavam em Mercúrio por causa da gripe de silício, a atmosfera terrestre mudava drasticamente. A poluição industrial, as armas de plasma e a queima de recursos alteraram o campo eletromagnético do planeta. O céu se transformou em uma máquina de tempestades perpétuas. Os relâmpagos, que antes eram fenômenos climáticos comuns, tornaram-se descargas colossais de energia estática — o gatilho perfeito, esperado há milênios.
Esses relâmpagos agiam como um cordão umbilical elétrico conectado diretamente à Lua. O satélite da Terra, na verdade, era oco: um gigantesco ninho adormecido de dinossauros de energia. Os filhotes dessas criaturas titânicas, que dormiam no núcleo lunar profundo desde a aurora dos tempos, começaram a se agitar, absorvendo os pulsos elétricos enviados pelas tempestades da Terra.
Mas o verdadeiro estopim para a expansão desse bio-universo estava escondido sob a areia do nosso próprio planeta.
Dentro das antigas pirâmides do Egito e das Américas, nanopartículas ancestrais e adormecidas foram expostas à nova atmosfera alterada pelo homem. Como engrenagens de uma tecnologia biológica esquecida, essas nanopartículas despertaram, emitindo uma frequência que rasgou o tecido da realidade subatômica. Elas abriram os portões para o nível mais profundo do ecossistema cósmico: o reino da matéria escura.
Das fendas geradas pelas pirâmides, surgiram os Besouros-Peixes, criaturas híbridas e biomecânicas que nadavam pelo espaço como se o vácuo fosse um oceano denso. Eles não precisavam de sol, plasma ou radiação. Eles se alimentavam exclusivamente de matéria escura, devorando a massa invisível que mantém as galáxias unidas.
A cadeia alimentar do universo havia chegado ao seu ápice assustador:
Na Terra, as pirâmides liberavam as nanopartículas e os Besouros-Peixes limpavam a matéria escura.
A atmosfera terrestre carregada disparava relâmpagos para chocar os Dinossauros de Energia dentro da Lua.
No espaço profundo, os Navegantes dos Ventos Solares faziam seu balé radioativo, servindo de banquete para as Baleias Planetárias.
E na estática invisível de tudo isso, as Gaivotas Transdimensionais observavam.
A humanidade achava que estava mudando o clima do planeta por acidente. Na verdade, eles estavam apenas girando a chave para o despertar do verdadeiro bio-universo. Os deuses de energia e os titãs de matéria escura estavam famintos, e a Lua estava prestes a quebrar como uma casca de ovo.
No início inocente da existência, o que éramos além de poeira cósmica dentro do resultado de uma explosão cujo único veredito foi o existir? Evoluir seriam créditos acumulados ou apenas a soma mecânica de existir na existência? Na nossa realidade contemporânea, parecemos apenas aprender a alienar a nós mesmos. A genialidade do homem reside em criar conflitos, uma linha que vai desde o domínio do fogo até as ilusões da alegoria da caverna.
É o despertar da poeira falante. Pois existo e, diante do todo, nada sou; mas ainda sou, e penso sobre o que sou. Pelo fato de ser e existir, ganho o poder de criar. Somos, ao mesmo tempo, a equação e o equivalente à caótica do ser diante de si mesmo. E, no fim desse processo, ainda somos aquela mesma poeira que olha para os céus e grita: "Eu existo".
Todo ato da necessidade de um início pois sem ação não se tem reação.
Na resiliência da ação.
Neste fato Feedback da alienação apenas é desculpa para continuar a musica do rebola.
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