Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Corri os olhos pelo grupo. O rosto de cada um mostrava seu futuro. Vi coragem, raiva, medo, incompreensão. Em alguns só havia desespero. Esses já tinham desistido da vida.
Panelinha:
É um grupo fechado de pessoas que, FORA DELE, se sentem superiores diante de qualquer um que não integra ao grupo, mas que DENTRO, são inferiores diante de tudo o que realmente acontece FORA DELE.
"Quando um líder pula muito depressa do sonho para o plano, os membros do grupo não tem oportunidade pra sonhar nem se sentem aceitos em suas contribuições únicas como construtores."
Existe um pensamento de que a filosofia é algo exclusivo para determinado grupo de pessoas. Pessoas que "possuem uma sabedoria superior". Isso é uma bobagem! A filosofia é dotada da racionalidade, e a racionalidade é algo que todos os homens possuem, ou ao menos dizem possuir.
Um amigo ou um grupo de amigos, é tão importante quanto os nossos próprios propósitos de vida, pois chegar ao topo, realizar projetos, sonhos e não poder dar um abraço em um amigo, ou compartilhar essa alegria com um ou mais amigos que acompanharam nossa vida e trajetória de perto ou a distância não faz sentido. Ter amigos é ser amigo, é poder caminhar juntos nas alegrias e nas frustrações, é estender a mão, é mostrar seu ponto de vista por mais difícil que seja, sendo duro sem ser cruel. É trocar mensagens diariamente, mas estar de prontidão, perto ou a distância. Ter amigos e ser amigo é ter outros irmãos, a vontade de conversar e estar perto, de dar gargalhadas como crianças, e nos momentos difíceis no mínimo estar do lado em silêncio, ser solidário e sempre procurar externar a um ou um grupo de amigos que realmente os ama. Glorioso Deus obrigado por meus amigos!!!!
"EU NÃO SOU IGREJA...SOZINHO"
Igreja é um grupo de pessoas que vive em comunhão no partir do pão, em oração com Deus e uns com os outros, em torno da Palavra de Deus, para expressão e louvor da glória de Deus.
Todo tipo de atividade ou ajuntamento que não tem esta finalidade, não é Igreja, são associações de pessoas para fins particulares.
Quem vive sozinho dizendo que é Igreja, está extremamente equivocado. Igreja não se conjuga no singular, mas sempre no plural. Quem nunca entendeu a dinâmica relacional de Deus sempre dirá que Igreja é ser pedra sozinha...sem nenhum tipo de vínculo e confronto relacional.
Faz parte da pós-modernidade querer viver sem confrontos, sozinhos, sem incômodos de outras pedras pontiagudas, "cada pedra em seu quadrado". Só tenho identidade no Corpo de Cristo, fora dEle, sou uma pedra bruta, no sentido mais pejorativo da palavra.
Eu não sou Igreja sozinho, Igreja somos NÓS!
"Em Pirapora eu não perco nenhuma eleição. Se nosso grupo político lançar um cachorro candidato, ele ainda ganhará"
Nem sempre a maioria esta certa. Muitas vezes são manipuladas por um pequeno grupo de pessoas inescrupulosas.
Um escritor, como um xerife, é a personificação de um grupo de pessoas e, sem o apoio delas, ambos estão em uma situação difícil.
UM BREVE INFORME AOS CAMPOS-BELENSES
Um grupo de escritores criará, muito em breve, uma academia municipalista de letras com a finalidade de unir e reunir, congregar e divulgar o movimento literário da cidade.
Campos Belos nordeste de Goiás, tem uma efervescente produção cultural com uma geração de experientes e jovens escritores produzindo e publicando seus livros; mas de forma isolada.
Agora com a criação de uma instituição literária, será possível reunir todos em um mutirão pelo desenvolvimento, expansão e articulação dos escritores com o público leitor.
São dezenas de publicações entre poesia, contos e ensaios que estavam sendo publicados de forma isolada.
Com o aporte dessa entidade, os escritores poderão se articular para lançamentos de livros e eventos literários que vão permitir uma melhor visibilidade junto ao público, à imprensa e a opinião pública.
Eu como um dos idealizadores e articuladores desse ideário, me sinto bastante honrado em poder contribuir de alguma maneira para a materialização desse relevante feito.
(14.01.19)
Mentiras podem aumentar sua confiança, podem fazer com que você seja aceito por um grupo de amigos... mas qualquer coisa que não seja a verdade vai desaparecer.
Ainda somos um grupo de pessoas quebradas que tentam reconstruir outras pessoas quebradas. Isso revela uma das maiores forças do ser humano. A de se importar tanto com os outros que coloca sua dor na gaveta pra ajudar o próximo onde é possível. Como alguém assim não merece ser feliz?
Um dos maiores desafios na jornada espiritual na terra é conviver em harmonia com o grupo de pessoas q foram escolhidas para viver conosco. Chamamos essas pessoas de família. Essas pessoas geralmente são as mais difíceis de conviver, pois há muita intimidade e, portanto, espaço para o jogo de controle do ego. Nenhum ser humano gosta de se sentir controlado, mas alguns gostam de controlar. Dentro de uma casa há pessoas vibrando em diferentes freqüências, níveis áuricos e, conseqüentemente, possuem valores totalmente diferentes do seu. Por essa razão, muitos monges ou religiosos abandonam suas famílias para seguir no caminho espiritual. Eles entendem q cada um tem o seu karma e q não dá para abraçar o karma de todos. Porém, para quem não quer abandonar a família, a solução é cada vez mais olhar para sí e perceber como a sua postura está sendo refletida nas pessoas com quem vc mora. Sempre busque o equilíbrio entre a submissão e a imposição. Nunca obedeça demais e nem seja autoritário. Ambas as posturas baixam significativamente os seus níveis energéticos. Trate todos com muito amor, mas sem se submeter a tudo. A família é uma ótima ferramenta para que você se veja da forma como vc realmente é. Sem máscaras. Aproveite isso para se olhar diretamente e observar aquilo q precisa ser dissolvido, pois aquilo q chamamos de evolução nada mais é q a dissolução do eu.
todos te adiciona em um grupo...
todo parece ser bom e convidativo,
então te excluem falam mal de você,
você nem sabe porquê...
assim continua somos amigos...
ela seduz em momento entre tantos...
coisa abstrata...
se diz maldizente em um algoz atroz
perdidos que deferem num esquema ambiente do amor acho estranhamente.
Meu grupo era um único e, me jogaram em únicas, é na graça das alegrias, pintando recordarias, a necessidade das sabedorias, pondo sedas pra acertar, correntezas, podendo também ter nobreza.
O Menino que não sabia ler
Estava no seu segundo ano do ensino médio, participava de um grupo de adolescentes que sonhavam em “fazer” teatro. De uma forma dinâmica. Sem um real conhecimento em teatro, “brincavam de fazer teatro”. João, um dos jovens, sentia uma paixão imensa por teatro. Porém não sabia ler. Conforme “brincavam de fazer teatro”, todos sentiam uma inadiável vontade de aprofundar seus conhecimentos e vivenciar o teatro. Certo dia, os jovens ouviram na rádio que no dia seguinte um diretor de teatro estaria indo aquela região propondo uma oficina de teatro. Todos ao saberem da noticia, planejaram em procurar o diretor assim que chegasse a região. João, por saber que tinha uma grande dificuldade em sua leitura, não estava tão entusiasmado como os outros jovens, sabendo ele que iria passar o maior transtorno de toda sua vida. No dia seguinte os jovens então se juntaram em uma pequena praça, em seguida foram procurar o diretor. Todos muito felizes por saberem que iriam participar de sua primeira oficina de teatro, foram correndo até o diretor. João, pelo fato de não saber ler, não estava tão entusiasmado. Ao chegar ao diretor, os jovens estavam interagiam entre se enquanto o diretor conversava com um senhor de idade. O diretor, ao ver toda aquela barulhada, foi até os jovens. - Com licença, que barulheira é essa? (Um dos jovens respondeu um pouco gaguejando e nervoso). – Olá senhor, ontem ouvimos na rádio que o senhor viria para cá com a proposta de uma oficina de teatro. – Sim, e percebo que vocês estão interessados. (Disse o diretor). – Sim senhor! O que fazemos pra participar dessa oficina? (Perguntou o jovem ao diretor). – Vocês tem que preencher esse papel. Por fim todos terminaram de preencher os papeis e entregaram ao diretor e de fato João foi o último a entregar. O diretor pediu que todos viessem no próximo dia para a primeira aula. (Passou-se um dia e todos estavam lá). – Bom dia! Vejo que todos vieram. Ainda hoje distribuirei as cenas de cada um. (Disse o diretor). João, por saber que teria a maior dificuldade em aprender o texto ficou ainda mais triste. (O professor fez algumas dinâmicas teatrais e logo em seguida entregou as cenas dizendo). – Peço que todos venham com o texto decorado amanhã e que tentem e que façam experimentações. (Passou-se mais um dia). O diretor fez um semicírculo e pediu que fossem de um em um e mostrasse a todos o que conseguiu. (Todos os Jovens foram faltando apenas o João). – Sua vez João. (Disse o diretor). (João levantou-se do chão e foi para o centro do circulo). – Pode começar João! (Indagou o diretor). João estava muito nervoso e ainda com o texto na mão. – João? Algum problema? (Perguntou o diretor enquanto João permanecia calado). O diretor chamou João até uma sala. João, conte-me o seu problema?! – João estava muito nervoso. – Eu não sei ler! (Disse João surrando). O professou não entendeu e pediu que João falasse mais alto. – Eu não sei ler! (Disse João). O diretor foi com João até o semicírculo e despencou todos exceto João. – João venha comigo. O diretor pegou um pequeno livro explicou a João algumas coisas sobre literatura e disse. – João, tente ler esse livro e traga-me amanhã. – Quanto ao texto? (Perguntou João). – Esqueça o texto. Apenas tente ler esse livro e conte-me sobre ele amanhã. (Disse o diretor). João foi para casa. Ao chegar a casa, a primeira coisa que João fez foi pegar o livro em sua mochila e com grande dificuldade leu o livro por completo com apenas algumas explicações que o diretor tinha lhe proposto. (Passou-se mais um dia). – Então João? O que achou do livro? (Perguntou o diretor a João). E então João o explicou detalhe por detalhe. Quando terminou a aula o diretor foi até uma sala e voltou com outro livro na mão. – Tome João, leia esse outro livro e explique-me sobre ele amanhã. (João pegou o livro e saiu). Passaram-se alguns dias e toda vez que terminava a aula o diretor entregava um livro a João. Num certo dia o diretor não entregou um livro a João, entregou a cena que tinha proposto a João na primeira aula e disse. – Tome João, dessa vez não lhe dou um livro. Dou-lhe essa cena a qual tinha lhe proposto antes. João pegou o texto e foi pra casa. (Passou-se mais um dia). João foi o primeiro a chegar à oficina, contente por ter aprendido ler e por ter decorado o texto que o diretor tinha proposto. A cena de João foi impecável. Nisso João tomou amor pela literatura e tornou-se um grande escritor.
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