Uniao e Respeito em um grupo Jovem

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Lembre-se que os únicos limites de sua mente, são aqueles que você acredita ter...e, cada um de nós flui em tempos diferentes, mas em universos paralellos...”

Remédio para um doido é um mais doido ainda.

"A saudade é um sentimento do coração que vem da sensibilidade e não da razão."

Sei que um dia me lembrarei daquele momento,
Momento no qual fui muito feliz.
Momento onde não havia diferença,
pelo contrário...havia cumplicidade!
Se um dia me perguntares se me arrependo de algo que fiz.
A resposta estará nã ponta da língua,
e será NÃO!

Ainda sinto que precisarás de mim,
do meu ombro, das minhas palavras..
Mas deixarei que o tempo lhe mostre isso!
Afinal, quem sou eu para interferir no tempo?

Apenas viverei a minha vida,
ela é curta, tenho que vive-la,
aproveita-la, usufruir da mesma...
VAMOS APROVEITAR O INTERVALO!
O resto?
O resto é consequência!

Se um amor te derrubar no chão, levante-se, pois somente os mais fortes sabem levantar, enquanto os fracos se ajoelham e buscam amar ilusões.

Paciência – um presente do tempo ou o pesadelo das horas?

“Um momento de paciência pode evitar um grande desastre; um momento de impaciência pode arruinar toda uma vida.” (Provérbio chinês)

Que virtudes há em se ter paciência?
Estávamos dentro de um universo só nosso, a barriga de uma mãe, onde imperávamos e éramos satisfeitos de imediato a cada sinal de necessidade. Nascemos como criaturas egoístas nomeadas homem e mulher. Queríamos mais, por isso rompemos a placenta no caminho da luz, para possuir a luz, o ar e o mundo, passamos a vida inteira a buscar mais e mais. Passamos então a descobrir – com muitas lágrimas e quedas, arranhões e surras, mas também com prazeres, sorrisos e delírios – que o mundo não gira ao nosso redor, nós é que precisamos para este mundo girar. Forçados a aprender que nem todas as nossas necessidades são satisfeitas da forma ou no momento exato que queremos, aprendemos que não adianta espernear, gritar, brigar ou chorar, mas sim exercitar a paciência. Na medida em que vamos crescendo e convivendo com outras pessoas, tão egoístas e idênticas a nós mesmos, percebemos que é preciso ser paciente para poder conviver bem na famosa sociedade. E enamorar-se, casar-se, reproduzir-se, ser feliz.
Paciência pode ser definida como o grande bem de nutrir o controle emocional, nunca perder a calma ao longo do tempo, por mais que esse demore a chegar. Versa basicamente sobre a tolerância a erros ou fatos indesejados. É a capacidade ímpar de suportar os mais sortidos incômodos e dificuldades de toda ordem a toda e qualquer hora e/ou em todo e qualquer lugar. É a capacidade de persistir, perseverar, permanecer em uma atividade abstrusa, tendo ação tranqüila, uma maneira equilibrada de se encarar a vida, acreditando que se alcançará o que se quer. É também esperar o momento certo para certas atitudes, é o aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha alcançado. É a aptidão de ouvir alguém com tranqüilidade, com atenção, sem ter a pressa que destrói o zelo. É a disposição de se deixar libertar da ansiedade. Ser paciente é ser afável, ser humanizado e saber agir com sabedoria e com educação. A paciência é a caridade quando praticada em verdade e em sua essência.
Penso que todas as virtudes pertencentes à paciência estão no aprender a ser alguém melhor quando se precisa esperar pelo tão famoso tempo, pelos dias passarem e pelas soluções da vida que simplesmente acontecerão diante da nossa existência. Mas nem sempre essa espera é tão simples ou doce. Só quem já esperou (ou espera) sabe o quanto é cruel tecer minutos cultivando paciência. Quem tem pressa para acontecer, muitas vezes não se importa em atropelar as grandes lições e causar acidentes quase mortais. Quem espera pelo futuro mergulhado na ansiedade do querer agir antes de poder agir, segue pelo caminho quase sempre mais extenso. Quem não conhece paciência de forma íntima, tende a encontrá-la das formas mais dolorosas e inesperadas. O fato diário é que a vida não pára e nem sempre se aprende paciência quando você olha no espelho e tem um reflexo envelhecido do que você deseja ainda ser. Aonde se quer chegar? Corre-se tanto para que? Por quem? O corpo, a alma, o coração vai agüentar? O mundo está apenas na sua primeira volta quando o sol bate a janela do seu quarto e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol. Com ou sem a paciência! Teilhard de Chardin me fez pensar essa tarde neste aprender amargo de se conquistar paciência enquanto o sol se põe diante dos meus olhos, percebi que minhas respostas a essas perguntas também estão vagas demais por esses dias que deixo passar com tanta ansiedade, e que para colher doces frutos, melhor é cultivar paciência.

Pouca gente espera pela chuva como quem espera por um grande amor. Quase ninguém celebra um pôr do sol como quem é promovido no trabalho ou tem qualquer ganho material. Conheço poucas pessoas que se emocionam com o colorido de uma paisagem. Conheço pessoas muito sensíveis que têm muito mais vocação para a anestesia autodestrutiva que para a canalização desta sensibilidade para a criação do Belo. Pessoas procuram sossego e confundem a paz com o tédio. Alguns, quando estão melancólicos, se acham miseráveis em tudo. Nada basta. Há quem saia para contemplar o mar e não consiga ver uma gota de água a sua frente.É muito fácil se agarrar ao sofrimento e, num momento de alívio, dizer que aprendeu a dar valor às coisas pequenas, simples da vida. Leia-se: a ter para onde voltar, cama quente para dormir, um dia bonito para ver, olhos para enxergar, agasalho num dia frio, um abraço de um amigo, companhia para quando a solidão apavora, um céu estrelado, o cheiro de terra molhada que a chuva traz, as sementes que se fertilizam, as árvores que dão sombra quando o sol está inclemente. Meu Deus, estas podem ser coisas simples, mas não são as pequenas coisas da vida, são as grandiosas! As maiores. As que permanecem para lembrar o movimento de tudo, o ritmo da Vida. As "pequenas" coisas são as imensas, meus amores. As mais importantes. E as paisagens, chova ou faça sol, ainda são as que emolduram o encontro deste tal grande amor. E que enchem de adornos qualquer sorriso de alegria.

Síndrome do Pânico?...

Às vezes me dá um medo...
Tá tudo bem, e de repente
O mundo parece desabar...
Um peso, amargo na boca.

Estranho, fica difícil explicar...
E quando ocorre, me escondo.
Corro pra cama, pro cobertor.
E vira pra lá e pra cá, ânsia...

Então, acabo adormecendo.
Sonho muito, pesadelos até.
Horas passam e desperto...

E, olhos abertos, novo mundo.
Mais calmo, suave, tranquilo...
Pânico? Passou... Ora, reviver.

Um dia me perguntaram:
- se em Deus eu acreditava?
Eu então lhes respondi, da maneira que eu pensava:
Entre a lua e as estrelas, num galope num troféu,
pisando nas nuvens brancas, eu vi Deus passar no céu.
Todo dia existe Deus, num sorriso de criança,
no canto dos passarinhos, num olhar, numa esperança...
Na harmonia das cores, na natureza esquecida,
na fresca aragem da brisa, na própria essência da vida...
No regato cristalino, pequeno servo do mar,
nas ondas lavando as praias, na clara luz do luar...
Na escuridão do infinito, todo ponteado de estrelas, na amplidão do universo, no simples prazer de vê-las...
Nos segredos desta vida, no germinar da semente, nos movimentos da terra, que giram incessantemente...
No orvalho sobre a relva, na passarada que encanta, no cheiro que vem da terra, e no Sol que se levanta....
Nas flores que desabrocham, perfumando a atmosfera, nas folhas novas que brotam, anunciando a primavera...
Deus é a Paz, a Esperança, é o alento do aflito,
é o criador do Universo, da luz, do ar, do infinito...
Deus é a Justiça perfeita, que emana do coração:
Ao perdoar quem o ofende, Ele é o próprio perdão
Será que você não viu, o rosto calmo de Deus,
no colorido mais belo, dos olhos dos filhos seus ?
Eu sei que não me enganei, em tudo que lhes dizia:
Deus é paz, é o amor, Deus é a eterna poesia....
Deus é constante é perene, É divino de tal sorte,
que sendo a essência da vida, é o descanso da morte....
Não há ida sem volta, e nem há volta sem ida,
A morte não é a morte, é só a porta da vida...
No ciclo da natureza, nesse ir e vir constante,
no broto que se renova, na vida que segue adiante...
Em quem semeia a bondade, em quem ajuda o irmão, colhendo a felicidade, cumprindo a sua missão...
No suor de quem trabalha, no calo duro da mão,
no homem que planta o trigo, no trigo que faz o pão...
Você pode sentir Deus ...
pulsar em seu coração...

Não faço parte deste mundo, onde o ideal é que é o aceito, e o Ser que não tem um ideal é o que mais se aceita como é, mas que é o mais inaceitável dos seres.

"É inegável que o ambiente pior ou melhor é sempre um ensejo oportuno para que se revele a índole psicológica e espiritual do homem, mas a verticalização do espírito há de ser conseguida essencialmente sob influência magnética do sublime Evangelho do Cristo, e não através da verticalização da Terra ou da melhoria do ambiente físico." Mensagens do Astral - Ramatís.

Sou tudo que possa imaginar, sou tudo e mais um pouco; você não me conhece, então não me julgue. Todos temos personalidades diferentes e não somos obrigadas a gostar de ninguém. tudo que faço, faço com amor e nada vai mudar isso. Sempre tive vontade de voar, mais não quero me jogar de um penhasco.Quando eu amo, amo pra valer.. e quando odeio, é pra valer se eu falei que te odeio.. sinceramente melhor acreditar. Já sofri e ainda peno com ' amores cruzados ', mais o que me importa? a vida é curta demais e eu não quero passar dessa pra melhor sem saber que emoções senti.

Quando um amigo morre, uma coisa não lhe perdoamos: como nos deixou assim sem mais nem menos, assim no ar, em meio de algo que lhe queríamos dizer ou – pior ainda – em meio do silêncio a dois no bar costumeiro? Que outros hábitos, que outras relações terá ele arranjado? Que novas aventuras ou desventuras de que não nos conta nada?

Mario Quintana
A vaca e o hipogrifo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.

Um dia você vai procurar no infinito....
....e verás apenas uma estrela dizendo que fui embora.

Toda mentira é uma toalha de mesa, que um dia será lavada

Um medo genuína e irremediavelmente insustentável é o da invencibilidade do mal.

Zygmunt Bauman
BAUMAN, Zygmunt. Medo líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008

A dúvida é um ponto de interrogação. A fé é um ponto de exclamação.

Não creio ser um homem que saiba. Tenho sido sempre um homem que busca.

E não se passa um dia em que eu não pense nos homens com quem servi que jamais puderam viver num mundo sem guerra.

Se desejar alguém é um pecado, eu sei que nunca vou ser perdoado. Te quero!