Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Sou de ideias fixas, às tem que ser tudo à minha maneira, nem sempre sei fechar a boca a tempo, e tenho sempre a resposta pronta e dianteira na ponta da língua.
Todos nós sabemos atacar, agredir ou descompor alguém.
Ao contrário do que se possa dizer, não acho que isso se faça por divertimento ou malvadez, mas antes por necessidade ou defesa. São diversas e variadas as etapas da vida em que somos coagidos e quase forçados a atacar como forma de defesa. Combatemos com sentimentos, assaltamos olhares, investimos numa capa de protecção para que não sejamos destruídos com os múltiplos ataques, e é precisamente nesse estado de defesa que nos sentimos totalmente aptos a atacar e a descompor pessoas.
Como é que se descompõe uma pessoa? Depende. Mas há muitas formas de o fazer. Algumas são descompostas com frieza. Depois há aquelas que vamos descompondo lentamente, sem que as mesmas se apercebam, vamos ceifando os gestos, e atacamos com o vírus mais eficaz, o desprezo.
Quando falei em necessidade de o fazer, é porque admito que muitas vezes tenhamos que derrubar antes que nos derrubem a nós, desmoronar antes que o nosso mundo seja desmoronado.
As pessoas têm muito que se lhe diga. E se muitas atacam olhos nos olhos, outras apenas o sabem fazer pelas costas, quase sorrateiramente, utilizando um vírus chamado falsidade. Para mim essas pessoas não passam disso mesmo, uma fraude. Daí preferir o vírus da indiferença e do desprezo.
As pessoas têm muito que se lhe diga. Algumas são autênticas cobras humanas, que quando se sentem ameaçadas ou intimidadas têm o deplorável costume de lançar jactos de veneno nos olhos de quem ambicionam atingir.
O que as ditas se esquecem é que o seu veneno de tão utilizado contra os outros, nós os outros acabamos por nos vacinar contra ele e torna-se completamente impossível sermos atingidos.
E também se esquecem, que não é preciso ser-se uma cobra humana para saber como se ataca, agride ou descompõe alguém.
Eu não posso me esquecer de lembrá-la, de que se lembre de não esquecer que eu me lembro de que não a esqueci!
Discreto e sempre de braços abertos, Jesus sobressaiu-se sem ter que ofuscar ninguém para propagar a luminosidade mais brilhante de um Sábio. E você, aspirante de super-homem, quer o quê? Com esses punhos atados para o nada, essas mãos cerradas à fértil empreitada, ao invés de conseguir coroar-se de magnitudes, poderá até ser visto como um malfadado presságio!
ESTEJA PREPARADO PARA encarar o que é de praxe, o que dele vem sempre, o que já está previsto: o indiferente demonstrar-se-à constantemente disposto a lhe disparar, com prazeroso gosto O “E EU, COM ISSO”???
Aos olhos de Deus somos todos iguais. Aos nossos, para com nós mesmos, nos fazemos tão opostos, diferentes, desproporcionais...
A vida é curta o bastante para satisfazer suas ambições e suficientemente longa para amar todas as coisas que existem.
A aula ideal é a utopia que todos, professores e alunos, devemos incansavelmente buscar. Que se destina à atenção seletiva durante todo o tempo. Que se permite calorosa e gentilmente a perguntas pertinentes e instigadoras, a respostas claras, reflexivas e inspiradoras; a atividades vivenciais que proporcionam a troca de experiências reais e de sonhos, que tocam a alma e a consciência. Em um ambiente descontraído e cordial, de onde se sai e dá, instantaneamente, desejo de correr e abrir o peito a um novo mundo, mostrando que algo mudou e cresceu. E uma vontade imensa de voltar. De pertencer para sempre.
Meu epitáfio será o vento, o silêncio, a maré vazante.
A morte vai ficar chateada
Porque não haverá carpideiras
Nem lágrimas no meu velório.
Ninguém precisará ficar triste,
Porque tudo que existe
Será como o vento, o silêncio e a maré vazante.
Quando eu morrer, quero música.
Pedir pra namorar
Eu fui na casa dela
Pra me apresentar
Pro pai e a mãe dela
Pedir pra namorar
Mas que filha mais linda
Que aqueles dois tem
Só com ela eu
Eu não preciso de ninguém
Só com ela
Eu não preciso de ninguém
A flor mais linda do jardim
A estrela mais bela do céu
O meu anjo querubim
Deixa eu provar desse mel
Não existem pessoas perfeitas que não possuam algum defeito, decerto que para alguém eu também sou perfeito, mesmo com todos os meus defeitos.
Seguir o senso comum é muito fácil. "Pensar", por outro lado, como diria Henry Ford, "dá trabalho." Logo, o senso crítico leva pessoas inteligentes a investigar, se informar, aprender sobre o assunto e só depois, fundamentar seu posicionamento contra ou a favor.
O porta-retrato, a decoração
Pedaços de uma história, emendo tudo
Então relembro o passado achando sua face
Pedindo pro futuro que tudo passe
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