Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Num canto repousa um violão silenciado, ansiando por mãos que o façam lembrar do que é ser música. Eu, a poucos metros dele, também espero: que alguém me toque com a mesma delicadeza que se dedica a um som prestes a nascer.
A tempestade que se forma no fundo de um copo de uísque, após algumas doses, não é efeito da embriaguez, é o desbloqueio silencioso de lembranças mal enterradas, de amores antigos e mal resolvidos. Não necessariamente são meus, mas ainda assim doem como se fossem.
O tempo é um mestre tardio, só entrega respostas quando já não há perguntas, cura quando a dor já foi assimilada e oferece lições quando já não há mais como aplicá-las. Sua sabedoria chega sempre depois da necessidade.
O amor, em sua natureza mais crua, é um paradoxo temporal e emocional, sua verdadeira dimensão só se revela na experiência da perda. Enquanto presente, é banalizado pela rotina, negligenciado pela falsa segurança da permanência. Somente na ausência é que suas camadas mais profundas se tornam perceptíveis, como uma arquitetura invisível que só se desenha no vazio.
POEMA PARA O AMOR NA DOR.
Eu já viajei por estradas de vento e saudade como se cada curva fosse um corte na carne do tempo até descobrir que o amor espera à margem da estrada exangue e solitário.
Eu vi teus olhos como duas chamas bruxuleantes no crepúsculo do mundo e ouvi no silêncio teu nome mais profundo do que todas as vozes que se perderam na noite.
Cantaste a canção que não termina e a dor tornou-se verbo que pulsa como coração ferido de tanto amar a quem não volta.
O amor é esta estrada interminável onde cada batida de peito é um grito e cada lembrança é um corte que sangra luz e sombra.
Eu te amo como quem espera junto à beira do caminho sabendo que a alegria só existe porque a dor ensinou-me a reconhecer o valor de cada gota de vida.
Ainda que o mundo se acabe entre nós eu guardo teu nome no centro mais ardente do peito onde a dor é chama e o amor é chama mais forte ainda.
E assim eu canto até que o tempo se renda ao meu amor feito dor e a dor se renda ao meu canto feito amor.
Autor:Marcelo Caetano Monteiro .
HOMENAGEM À INDEPENDÊNCIA
(Autoria: Otávio Bernardes)
(“Saga de um filho que ama o Brasil”)
Brasil! Meu país adorado!
Tu és o berço que embalou
muita gente famosa.
Tu és o fanal brilhante
da gente brasileira.
Sinto que sou pequeno demais
para ser teu filho, Brasil!
Gostaria de poder dizer
bem alto teu nome, tua beleza, tua glória...
Parabéns, Brasil, pela tua Independência!
Brasil, terra estremecida...
Seus 194 anos de Independência
me fazem sorrir! Sorrio satisfeito...
Porém, meu sorriso não é covarde...
Reconheço que muitos homens
deram suas vidas por causa de ti!
Sei prestar a eles meu reconhecimento.
Tanta gente ignora isso, meu Brasil!
Vejo o sertanejo labutando
na sua lida diária.
Você, homem ousado, constrói
esta terra mais bela ainda...
Sertanejo que foi índio, índio
que foi não-civilizado,
não-civilizado que não era gente...
O Brasil cresceu, correu bastante
e... você, homem intrépido, viu
de perto esse progresso!...
Olho a campina, ao longe...
me dá vontade de correr
e abraçar você, Brasil!
Sabe, sou louquinho por você...Sou moreno, sou trigueiro,
sou mulato, sou índio,
sou brasileiro...
Quero observar todos os seus filhos...
Há muita gente importante.
Você se envaideceu, Brasil!
Você não é mais aquele de antes!
Às vezes, acho que você é ingrato comigo...
Tanta coisa mudada!
Eu próprio gosto tanto de você,
que mudei também!
Hoje, tu possuis tantos filhos ilustres!
Tu me deixaste para trás...
Eu já era!
Triste e lamentável!
Tu cresceste...
Tu correste demais, Brasil!
Brasil, meu país benquisto!
Cresce, Brasil, cresce!
Tu és a esperança
daqueles que lutam,
para enobrecerem teu nome!
Brasil-menino, Brasil-homem,
Brasil de hoje...
Sonhei com você desde pequeno...
Meu sonho se fez realidade!
Parabéns, Pátria Querida!
Seus 192 anos denotam a grandeza
desse povo laborioso...
Fique conosco! Fique em nosso coração...
Só que nosso coração é pequeno demais
para abrangê-lo todinho...
Precisamos crescer...
E crescer é imitar você, meu Brasil!
Na verdade, você é imenso, é lindo, é verde-amarelo!
Brasil, cresce, cresce!
Mas... não deixe de ser
o meu Brasil – a terra
em que nasci...
MULHER!
(Autoria: Otávio Bernardes)
“Toda e qualquer mulher tem um quê de fantasia e de sublimidade!”
Otávio Bernardes
"Não se deve vender os "frutos"... e sim as sementes, para que cada um plante à sua maneira!"
(Otávio Bernardes)
"A oração é uma conversa... um diálogo..., para que, cada dia você se aproxime mais e mais de Deus!"
"Houve um tempo em que o céu era mais azul... o mar também... e havia mais paz no mundo e nos corações! Por que será!?"
Otávio ABernardes
Goiânia, 14/09/'24
O MÁGICO DA TELEVISÃO!
(Autor: Otávio Abadio Bernardes)
“O HOMEM QUE SORRI É UM HOMEM CONFIANTE,
DE QUEM TODA GENTE GOSTA!
XXXXXXXXXX
Era uma vez um gênio...
Era uma vez um mágico!
Um mágico da Televisão,
um mágico da Comunicação:
Sílvio Santos!
“Sílvio” nome dado por sua mãe
e “Santos” pelo próprio Sílvio:
... “para dar sorte!”
Mas, seu nome mesmo era “Senor Abravanel”,
descendente de Dom Isaac Abravanel.
Pena que nunca pude conhecê-lo pessoalmente!
Porém... não precisava...!
Sua locução... seu jeito de falar...
seu carisma conquistava todo mundo,
de qualquer jeito, através do seu “estilo” impecável
de pronunciar... de gesticular... de ganhar a “massa”!!
Logo que o “conheci” pela Televisão,
pude aquilatar o valor... o papel... a criatividade...
o desembaraço do Comunicador Sílvio Santos!
Que coisa!... não sei nem como classificá-lo
no tocante à real e verdadeira
COMUNICAÇÃO ... única...
ÚNICA COMUNICAÇÃO!!
Empresário... apresentador...
muitas vezes também “humorista”...
Sílvio contagiava todo mundo
e, na minha modesta opinião,
ele foi o “Pelé” da Televisão!
O Sílvio criou na “Tevê” um lugar adequado
para marcar “gols” e mais “gols” de sabedoria...
de galhardia... de criatividade!
e muitas vezes – devo afirmar –
até “golaços” de bondade!
Verdadeiramente, o palco rejuvenescia o apresentador
e dominador dos mais “ouvidos” e
“assistidos” programas!
Sílvio Santos parece que tinha um magnetismo
todo peculiar... todo “contratado”
para impressionar... para fascinar o público,
quando falava, dialogava, encantando as pessoas!
O que me impressiona nesse homem
é um tipo de “humildade elegante”,
que arrebatava todo público espectador e ausente!
Sem dúvida, Sílvio Santos foi um ícone perfeito
da Comunicação em geral no mundo inteiro!
Esse homem, quem sabe, inspirado por Deus,
tinha como missão alegrar o mundo:
Com suas coisas sadias...
Com coisas hilariantes...
Com coisas simpáticas...
Com coisas otimistas...
... algo mágico “bolado” por ele
para dar sentido à vida...
para dar sentido à Comunicação!
Por fim, obrigado, eterno Sílvio Santos!
Seu nome é uma “Honra” pro nosso País...
pra nossa gente sofrida e desmotivada!
Só te peço uma coisa:
Continue SORRINDO... SORRINDO...
sempre SORRINDO
no Céu também!!!
"Existem músicas... canções... que são um verdadeiro bálsamo
para a nossa alma!"
Otávio ABernardes
Goiânia, 29 de junho de 2025.
Existe a Primavera
como estação,
e a total Primavera
de mais de um coração.
É da segunda que estou
falando que ainda
sem data é a La Sagra
que estou esperando.
O Folk Trentino nunca
parou de estar sempre
para ela se preparando.
Como a guardiã da poesia
desta Cidade de Rodeio
nunca deixei de embalar no peito.
Ir até a Ilha do Francês
navegar ao redor e ali parar,
na Ilha que um veterano
estrangeiro resolveu se abrigar.
Parar, respirar e apreciar
os peixes coloridos a nadar despreocupados pelo mar,
e imaginar o nosso flutuar.
Como quem desenha mapas
de navegação ando escrevendo
as rotas íntimas em silêncio.
E tenho certeza que tens feito
o mesmo com fina devoção,
sem dar voltas é meu o seu coração.
Passear de mãos dadas
na Ilha das Conchas,
Um beijo discreto debaixo
de uma sombra de uma árvore.
A cena está finamente
feita na imaginação,
Ando sorrindo e cantando
ainda sem aparente razão.
A intuição tem escrito
poemas de amor para mim,
é alguém vindo no destino.
Sem receio de ser chamada
de ultrapassada ainda persisto
em ser quem sonha acordada.
Ali um dia serviu para defender,
prender e também para curar,
é a Ilha de Anhatomirim que
tem muita história para contar.
Estou indo navegar para escapar
do veneno espargido de quem
não se contenta com o da própria
língua e expõe a todos a perigo.
Não preciso fazer nada porque
a existência de gente assim
para si próprios é inabalável castigo.
Tenho mais o quê fazer do que dar
holofote à quem não quer aprender
e só se gloria no mal para aparecer.
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