Uniao e Respeito em um grupo Jovem
você se encanta com a vida?
Se o ser humano perder a espiritualidade, qualquer orientação que seja ou siga, perde o sentido da vida e a verdadeira PAZ de saber se encantar com ela e com a ALEGRIA em sua plenitude, apesar das pedras, grandes ou pequenas que aparecem no caminho.
Todos têm direito a VIVER e VIVER BEM. Quer sejam negros, amrelos, brancos... Brasileiros, americanos, europeus, asiáticos.... hetero , homo .... cristãos, budistas, islâmicos, .... etc etc etc ....
PP Francisco disse ( iluminado como é) " (...)
O papa Francisco reiterou sua tolerância sobre a homossexualidade, perguntando: "Quem somos nós para julgar?".
Em conversa com jornalistas no voo de volta da Armênia, o pontífice foi questionado sobre o massacre homófico de Orlando, reivindicado pelo grupo Estado Islâmico. Francisco lembrou que, segundo o catecismo, os homossexuais "não devem ser discriminados, mas respeitados e acompanhados no plano pastoral".
"Uma pessoa que vive nessa condição, que tem boa vontade, que busca a Deus, quem somos nós para julgá-la?", perguntou, repetindo a fórmula que empregou em seu retorno do Rio de Janeiro a Roma em 2013.
Segundo o papa, os cristãos não só devem pedir perdão aos homossexuais, como "aos pobres, às mulheres exploradas e às crianças obrigadas ao trabalho forçado".
"Os cristãos devem pedir perdão o tempo todo", recomendou.(..)"
Namastê a qualquer orientação...
NAMASTê:
Literalmente significa "curvo-me diante de ti"; a palavra provém do sânscrito namas, "curvar-se", "fazer uma saudação reverencial", e (te), "te".[6] The word "Namaḥa" takes the Sandhi form "Namas" before the sound "t".[7]
Quando dito a outra pessoa, é normalmente acompanhada de uma ligeira vénia feita com as duas mãos pressionadas juntas, as palmas tocando-se e os dedos apontando para cima, no centro do peito. O gesto também pode ser realizado em silêncio, contendo o mesmo significado.
RED CROSS INTERNATIONAL
Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é a maior rede humanitária do mundo. A sua missão é aliviar o sofrimento humano, proteger as vidas e a saúde das pessoas e preservar a dignidade humana, sobretudo durante conflitos armados e outras emergências.
O CICV | Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Nayra
Olhar para te, é buscar a renovação, é fazer-se ressurgir as forças naturais e simples, que nos faz, sentir-se feliz.
É abraçar a vida, e através das cores do teu brilho, distinguir a razão de amar, e sentir a paixão fluir através do teu sorriso.
Eu quero vencer o medo de ver a coisas como elas realmente são...
Eu quero ser forte.
Eu quero ser uma fortaleza para aqueles que amo...
Busco êxito em apenas uma coisa:
Amar como que por instinto, é claro, a lutar com toda a garra para proteger o meu coração e as pessoas que estão dentro dele...
Oque dizer do mundo nada .
Se for dizer das pessoas puxe a cadeira e vamos conversa pois todo tempo to mundo ainda e pouco
Podemos nos enganar com as pessoas
O que as vezes nos esquecemos
É que elas também se enganam
Conosco
E também
Com elas mesmas
Eu caio de bossa eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa xingando em nagô
Você que ouve e não fala / Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala / Você vai ter que aprender
A tonga da mironga do cabuletê
A tonga da mironga do cabuletê
A tonga da mironga do cabuletê
Você que lê e não sabe / Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe / Você vai ter que viver
Na tonga da mironga do cabuletê
Na tonga da mironga do cabuletê
Na tonga da mironga do cabuletê
Você nunca vai saber como é a continuação se você não continuar. Baixa então sua guarda e deixa eu te mostrar.
Às vezes quero ver o Sol à noite
E olho as Estrelas,
que são Sóis distantes
Enxergo hoje as coisas
Como não as via antes
Hoje não adianta mais
Saber o que devia ter descoberto
No tempo em que nasciam flores
Onde hoje tudo é deserto
Eu, que desejava tanto a Guerra
Enquanto vivia em paz
As vicissitudes desejadas
Foram tão rudes
Quanto inesperadas
E hoje eu olho as coisas
Tão distântes e digo
Faz um tempo
Tanto tempo, Meu amigo
Que queria desviar-me
Dos caminhos que hoje sigo
Aprendi a caminhar
Conheci os segredos dos Mares
E dos Nós de Marinheiro
Esta noite eu enfrentei
Uma tempestade atróz
Querendo encontrar o caminho
que me conduzisse de volta
À ilha dos Girassóis
Uma fada dança em minha mão
Tenho esperança, ainda
De que tudo mude
E que o vento sopre em direção
Ao final deste Mar
Que não finda
E caminhar finalmente pela praia
Ao final de uma tarde linda
Antes que a vida se esvaia
Consumida pelo tempo
Tanto tempo
Meu amigo.
De vez em quando as coisas são
Exatamente o que parecem
As pessoas não te esquecem
Simplesmente
Nem se lembram de você
A noite cai
Bruxas em sorriso de fada
Tristes sorrisos insulados
Vozes melancólicas como um fado
Exploram os recônditos da sua mente
Com sua elegante languidez
Atraindo simpatias
Preparam seus ardis
A aparente fragilidade
Te conduz às suas ilhas
Trilhas mal iluminadas
Armadilhas nas quais
Você é insensível à dor
Quando percebe
Está envolvido por algo
Que parece ser amor
Aquele
do qual você fugia
Fingia ser imune
O odor que te atraiu
Não era sequer perfume
Aquilo que te fez
Cair na armadilha do mal
era algo bom e natural
Que te faz não crer na fé
E aquilo que parecia amor
Agora não mais parece
Simplesmente é.
Quantas vezes ao dia
A gente vê coisas
Que antes não via?
E que porém, nem de longe
São aquilo que se esperava
e quanto mais a gente reza
Mais a Santa fica brava
Quantas vezes nessa Estrada
Eu tenho que me conformar
Em ver malogrados os meus planos
Quantos enganos haverão de haver
Pra finalmente eu me confortar
com coisa alguma?
Quando é que eu vou
lavar a alma
Antes de ver perder a calma
Quanta calma é preciso ter
Quantos traumas eu vou viver
Será que a gente
Se acostuma?
Não tenho nada
Eu vou sair
Pra buscar uma
Em suma:
O tempo passa
Nada se apruma
E não há nada que eu faça
Que me ajude a finalmente
ver os ponteiros se ajustarem
Tem horas que desejo
Simplesmente que eles parem
A gente vive
E esta vida não se arruma
haja fleuma
Pra enfrentar tanta celeuma
A verdade é só uma
Essa cidade
é feita de espuma
Duma hora pra outra
Pode não haver a outra
e não restar
Coisa nenhuma.
O Vento soprava
E a folha caiu
lá do alto da galha
Parou num telhado
Enroscado numa telha
No resto da Ilha
O povo trabalha
Máquina debulha milho
O Rastelo ajunta a palha
Que o vento espalhava
Estudam as filhas
Malhava o martelo
a folha farfalha
Voa um pouco
Entope a calha
Atrapalha o escoamento
de toda produção nacional
E as coisas fogem ao normal
Agora, há de faltar feijão
Açafrão, limão, manjericão
doce de mamão e trigo pro pão
O comércio falha
O povo olha as prateleiras
Vê que as coisas
Sairam dos trilhos
Não tem pilha
Toalha de banho
Comida pros filhos
Colírio pros olhos
Coalhada pros velhos
Faltaram até
As migalhas pras gralhas
Que vão vasculhar
Justamente na calha
e palmilham a folha
Escoa o entulho
E tudo volta aos trilhos
Prossegue a batalha.
A vida é mesmo assim
Tantas aflições
Eu tenho que enfrentar
Mas o Senhor está sempre
A me proteger, Te sinto aqui
Os problemas tentam me abater
Eu me lembro
O grande Eu Sou me enviou.
Eu não vou parar
A estrada é muito longa
Vou continuar
Mesmo em meio às lutas
Eu não estou só, Te sinto aqui.
Sem honra, sem glória
Sem buscar meus interesses
Sem nada esperar
É assim que eu quero Te adorar
Sem olhar Tuas mãos
Mas procurando a Tua face
Me olhando no espelho Até ver a Tua imagem
Meu Deus, Meu Pai, Amado Jesus
Espírito Santo que me consola
Não quero dormir, não quero acordar
Sem Te ouvir, sem Te tocar...
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