Uma Verdade Inconveniente
Sempre brinco com a melhor amiga, “você é uma doida, psicótica, precisa se tratar...” mas na verdade, a doida sou eu. Eu e meus medos, eu e minhas manias. Não me importo nunca com a opinião dos outros, mas seria tão bom que todo mundo gostasse de mim... odeio essa minha mania idiota de me perder nos meu defeitos, de não caber nas minhas inseguranças. É tão ruim achar que qualquer coisa ou pessoa no mundo pode ser melhor do que você. É sempre assim.. ah, mas meu cabelo é feio, e eu sou gordinha, meu nariz é estranho e eu estou sempre rindo de tudo ... porque ele ia me querer ? e quando eu acho que ele está lá , me desejando, por um minuto que seja, vem a loira com suas belas pernas, a morena e seu cabelo enorme e sedoso e a ruivinha com suas sardas e seus olhos claros.. e eu quase sinto vontade de morrer. Porque eu sou inteligente, tenho o sorriso bonito. E isso, infelizmente não basta. Odeio os padrões de beleza, e odeio mais ainda essa minha mania de querer me encaixar em qualquer um deles.
Vou Pedir a DEUS Que vc Encontre uma Pessoa Legal,Carinhosa e Que te ame de Verdade! E Que essa Pessoa Seja Eu !
Um conselho para os Homens: Quando uma mulher te fizer uma pergunta, responda a verdade. Tem 99% de chances dela estar perguntando já sabendo a verdade
POIS É
A verdade pode durar uma vida inteira, perseguir uma mulher madura, assaltada de lembranças provocadas por uma amiga que mexe com uma varinha "o fundo lodoso da memória". E, de repente, a avó percebe uma convulsão na sua realidade, porque de repente outra verdade se sobrepõe. Explica. Reduz. E ao mesmo tempo amplia. Pois é. A verdade, em Lygia Fagundes Telles, é tão crua quanto esclarecedora. O que está em seus contos é a vida, sua própria e de outros, tão real e tátil como o chão áspero de cimento.
Reli, com assombro renovado, seu Papoulas em feltro negro, que ela incluiu no livro "Meus contos preferidos". Em onze páginas, Lygia roteiriza, organiza, sumariza, romantiza, anarquiza e enfim suaviza e cicatriza uma vida inteira.
Ojeriza.
Fuga.
Medo.
Ansiedade.
Mentira.
Não foi sem intenção que a narrativa das memórias suscitadas por um telefonema se concentre na latrina do colégio. Era o ponto da tangência. O ponto da fuga. A casinha fedorenta era melhor do que a sala de aula, com aquela presença esmagadora, opressora da professora castradora. Mentira! Tão bem dissimulada que pareceu verdade, por cinqüenta anos. E a verdade, um dia, lhe atinge a face como a aba de um chapéu de feltro, ornado de papoulas desmaiadas.
A memória é sinestésica. E os elementos formais estão ali, polvilhados no conto de Lygia, a declarar a ação dos sentidos. O tato da memória traz a aspereza do giz, o suor das mãos, o pé que esfrega a mancha queimada de cigarro no tapete. A audição da memória pede que se repita a Valsa dos Patinadores, como se repetiu a lembrança pela voz da companheira sessenta e oito, da escola primária. Mas o cheiro da memória remete, primeiro, a urina. A latrina escura. E eis a visão da memória a denunciar a obliteração. Negro quadro-negro. Trança negra. Saia negra. Feltro negro.
No meio do negrume, o sol reflete o seu fulgor majestoso na vidraça. É o esplendor do flagrante descobrimento. "O sol incendiava os vidros e ainda assim adivinhei em meio do fogaréu da vidraça a sombra cravada em mim." Dissimulação - mesmo em meio a tanta luz, há uma sombra. É uma sombra que persegue a personagem até o reencontro com a professora. Sombra, por definição, é uma imagem sem contornos nítidos, sem clareza. Como a professora, morta-viva, "invadindo os outros, todos transparentes, meu Deus!" E Deus, que sombra é esta a que chamamos Deus?
Pois é. Neste conto de Lygia, o gosto da memória, ou a memória do gosto, está ausente. Não se manifesta o sabor. Por que não se manifestou o saber, é por isso?
O conto é partícula de vida. É meio primo da História. Mais do que eventos, registra caráter, caracteres, costumes, clima, ambiente, formas, cores, preferências, gostos. O conto é uma das modalidades da história feita arquivo. Por isso conto, contas, contamos. O conto oral é o livro em potência, a história em potência. Ambos pertencem a quem os usa, e a quem de seus exemplos faz uso.
A escola deve ensinar a ler. Mas também deve ensinar a ouvir. Por isso, também na escola, que é um complemento da família, é preciso haver quem conte histórias. Como Lygia, que nos faz lembrar que é preciso haver a lembrança de uma infância vivida, o acalanto de uma voz querida, contando histórias, ilustrando a vida.
Lygia é de uma franqueza pontiaguda.
Este conto, em especial, é uma escancarada confissão de humanidade. A personagem é Lygia, ou qualquer um de nós. A personagem é frágil. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era forte. Imaginava-se executora. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era executada. Humana, enfim. Eis a verdade. Eis Lygia. Pois é.
Jornal das Letras, edição de agosto de 2007
Refletir !
Uma hora isso acontece,
Ah necessidade de verdade ,
faz pensarmos ver entender melhor esta curiosidade.
Nos tira a ansiedade nos da a paz faz melhor pensar,
no sentido de algo solução buscar,
desta forma novamente inovar,
seu meu dele dela objetivo alcançar.
Assim é a reflexão nos da nova direção,
esta com novo âmbito parâmetro,
sobre vários por problemas do passado é fato,
verdadeiramente real e diagnosticado,
neste sentido pra vida batalha luta preparado
Quando você odeia uma coisa, significa que na verdade você se importa.De alguma forma você se incomoda com aquilo
Eu odeio de muitas coisas Mais eu não odeio ninguém eu não acho que alguém tenha tanta importância assim pra mim, não nesse ponto...
O ilusionismo. Por trás de tudo que parece verdade existe apenas uma mentira que destrói toda a beleza do truque, quando descoberta.
Na verdade, todo dia é dia da saudade. A cada dia que passa é uma lembrança, um momento, uma saudade que fica para trás. Todos temos uma saudade, seja de uma época, de uma lembrança, de algo ou de alguém. Saudades do que foi bom e passou, saudades de alguém que não ficou, saudades e vontade de reviver um momento. Saudade de alguém que se foi, saudade de alguém que mudou, saudade de alguém que hoje virou simplesmente um desconhecido. Saudades de algum lugar, de alguma brincadeira, saudades de sonhar. Saudades do que eu já fui, do que eu queria ser, do que eu não voltarei a ser. Saudades de um riso, de um abraço, de um colo. Apesar de ás vezes amargar e doer, é bom, significa que algo, alguma coisa ou alguém na nossa vida valeu a pena.
Uma mulher de verdade reconhece a importância de ter moral e ser digna, afinal do que adianta ter um rostinho bonito, se por trás dele existe uma mente suja? Rostinhos bonitos só são válidos se vier acompanhado de um bom caráter, sem mais.
A franqueza é a coragem da verdade. É uma vitória constante sobre o medo. A partir do medo de nós mesmos. É um bem, por ser uma forma de autenticidade, de naturalidade, de caráter.
O amor de verdade nasce como uma química explosiva que muda tudo que esta ao seu redor imediatamente, é como amor de mãe que vê seu filho nascer e já o ama mais que tudo imediatamente quando o vê após o parto, é como um casal que se olha pela primeira vez e vê os brilho no olhar.
Amor de verdade não se inventa, não surge de uma paixão movida por ideais, amor de verdade não se cria no verão, ele vive as quatros estações.
Amor de verdade é atemporal, não ser abala com as quedas das folhas do calendário nem com a mudança de tendências.
Amor de verdade é irracional, não segue lógica, não se questiona, não se confunde.
O amor de verdade é aquele que uma vez que se sente e irá leva-lo por toda sua vida, mesmo que não seja o que você vivência .
Amor de verdade não sai da cabeça não se esquece nem em sonhos, pelo contrário é o que faz dos sonhos um momento especial que lhe trás de volta ao passado que não se quer esquecer.
Amor de verdade não morre, ele é eternizado e continua existindo mesmo sem a sua existência física.
O amor de verdade são o encontro das almas se encontraram mediante a imensidão do universo onde tudo é único e não existe duas coisas iguais.
O amor de verdade não se magoa ele se fortalece, ele cria uma castelo de pedra ao seu redor toda vez que é atacado, não é como uma paixão que tem a beleza de um castelo medieval mas com a resistência de um castelo de areia.
E então chega uma hora que a gente entende que quem gosta da gente de verdade fica ao lado da gente. E pronto!
Almas Gemêas!! Eu acredito que qdo duas almas se amam de verdade, existe uma força muito grande, uma cumplicidade, um elo eterno, inquebrável , e que o proprío universo trabalha a favor. !! Paz e luz Simone Vercosa.
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