Uma Verdade Inconveniente

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Se engana quem acredita que o amor de verdade não acaba!

Não só acaba, como ele também morre.
Vai morrendo aos poucos com a falta de diálogo, com a falta de compromisso, com a falta de reciprocidade, com a falta de cumplicidade, com a falta da verdade;

E para fechar o caixão!?
Ele morre de vez com a falta de respeito e da fidelidade!

Talvez por isso seja tão difícil, amor de verdade que dure uma vida inteira;

O homem precisa ser capaz de prover, proteger e morrer por amor, enquanto a mulher precisa ser sábia, para honrar e edificar.

No momento em que todos se conscientizarem de que todas as pessoas que nós ajudamos, na verdade é ela quem está nos ajudando, pois está nos proporcionando a oportunidade de fazer o bem… E volta para nós tudo o que emanamos, pois Tudo é Energia ✨✨✨


O PLANETA SOBE DE NÍVEL!!!

líderes de verdade forma alunos para o superarem.

Entre o silêncio e a alma

No silêncio encontro a verdade,
Entre ecos de memórias antigas.
O tempo passa, leve e suave,
E a vida se escreve em linhas amigas.

Sigo meus passos, pequenos e certos,
Caminho que escolhi, sem pressa.
No coração guardo os afetos,
E na alma, a paz que me resta.

E que me acalenta

O nosso maior obstáculo na vida é a verdade. Pois a verdade é libertadora para mentes que buscam por acreditar em um ideal próprio.


@Godangio

"Todas as mentiras revelam a verdade de quem mente"

“O fraco se ajoelha pela beleza. O comum se entrega ao desejo. O homem de verdade permanece de pé, porque caráter não se negocia.”

“Se é só corpo, é fogo de palha. Se é só mente, é amizade. Relação de verdade é quando desejo e respeito andam de mãos dadas.”

O relógio não mente: ele mostra se o que você chama de prioridade é verdade ou desculpa.

Quem planta o bem no silêncio, carrega a verdade no peito e ergue forças que nem a maldade consegue tocar.




— Purificação

Quem guarda a verdade no peito carrega fogo que nem a escuridão consegue apagar.


— Purificação

O que é a verdade?
Não seria um romance proibido,
De dois amores que se escondem
Dos olhos públicos curiosos,
Para que se amem em secreto?
E que não foi capaz de escapar
Do anonimato, do segredo,
Revelando-se um escândalo?
E, muitas vezes, não seria a verdade
Senão uma desavergonhada escandalosa?


Não seria um espelho embaçado,
Que não reflete bem nossa face,
Mas, mesmo assim, permite-nos
Um vislumbre aproximado
De nossos rostos?


Ou nossa sombra pelas paredes,
Com seu desenho não tão exato,
Sem noção tridimensional,
Distorcendo-se à medida
Do movimento de nossos corpos
Ou da luz que nos ilumina...
Incapaz de nos representar
Como faz o pintor a um quadro.
Uma simplificada aproximação?


Não seria, senão, como um alvo
Para um arqueiro,
Onde as flechas são atiradas,
E tenta-se atingir
O mais perto do centro?
Uma narrativa que tenta ser
Tão próxima da realidade,
Como a flecha ao meio do alvo?


Não seria ela
Como as estrelas do céu
Que não podemos tocar,
Ser apenas desejosos disso?
Não seria a verdade
Como o corpo de uma mulher casada
Que pertence a outro homem
E nunca poderemos tocar,
Nem nos mais ambiciosos sonhos?


Não seria, então,
Como o troféu de um esporte,
Tal como os gregos amavam praticar,
Que exige um treinamento rigoroso,
E a cada falha, procura-se evolução,
Até conquistar o resultado?


Não seria a verdade
As ideias que vagam
O pensamento dos loucos,
Um sonho dentro de nossas mentes,
Inventada pelos neurônios?
Ela existe fora da mente delirante?

Às vezes, o erro é só um atalho disfarçado. No fim, tudo o que parte de verdade volta em forma de força, até as escolhas que doeram.

Se eu fosse falar a verdade
Talvez você se comovesse.
Perdi meu pai aos onze anos — e com ele, o lar.
A casa deixou de ser abrigo, tornou-se lembrança.
O conforto e a segurança que uma infância promete
se desmancharam na poeira do tempo.

A vida se desenrolou como um fio invisível
que eu apenas seguia, sem saber aonde levava.
Mas não escrevo para comover ninguém.
Sou um homem realizado no pouco que premeditei:
ser poeta — não por escolha, mas por destino.

Desde menino, tive uma clarividência silenciosa
sobre o que viria a ser.
Uma voz interior me dizia
que havia um mandato das alturas:
cantar, mesmo que o canto fosse triste;
dar forma ao invisível;
soprar o fio de Ariadne
que me conduziria pelo labirinto da vida.

Entre fragmentos e quedas,
fui forjado por dores que não escolhi.
E nelas, descobri a necessidade inevitável
de escrever — sempre com lágrimas,
sempre com o sangue secreto da alma.

Não havia mapa, só o instinto e a necessidade.
E foi nas escolhas, muitas vezes cegas,
que aprendi a me reconhecer.

Hoje compreendo que minha existência,
apesar de comum, sempre esteve repleta de sentido:
era o ensaio do homem que eu me tornaria —
um ser moldado pela perda,
mas iluminado pela busca.

Quando a verdade é dita, não precisa de esforços para que alguém acredite.

COERÊNCIA


As coisas que não disse...
O que escondi dentro de mim...
O segredo da verdade...
Ou a mentira já no fim...
O tempo já dormia...
Quando se lembraram de mim...
O sol já brilhava...
Como convite de marfim...
Mas as coisas que não disse...
Continuam dentro de mim...
A vaidade nos atrai...
Mas escolhi ser assim...


António José Ferreira

Os unidos pela mentira jamais serão vencidos!
Nos unidos pela verdade sempre haverá o covarde.

“O dia do juízo não chega com trovões. Ele vem quando a verdade toca tua porta.”

Talvez um dia eles entendam quem eu fui de verdade, mas até lá sigo sendo silêncio para quem nunca quis me ouvir.

Discutir sem necessidade é provar que se ama mais a discórdia do que a verdade.