Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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Ei menina!!! Mais vale um sonho na mão, do que mil voando!! Pé no chão e mão no concreto!! Por: Abigail Aquino 03/12/2015

Menina dos meus desejos mais sinceros, profundos e insanos.


Desejo debruçar-me sobre os contornos da tua face meiga e serena, sentir meus dedos deslizarem suavemente por tua pele, enquanto teu suspiro me convida a continuar e assim embala a cena.


Com a mão direita, envolver teu pescoço e com a esquerda, percorrer teu corpo, explorando cada pedaço como quem descobre um tesouro.


Apertar, com vontade, tua cintura maravilhosa, deleitar-me em tuas curvas preciosas e me perder nas tuas silhuetas prazerosas.


Escrever palavras em teu corpo com a caneta dos meus lábios e, com o pincel das mãos, desenhar delícias nessas curvas que me tiram do sério. Chegar aos teus ouvidos e sussurrar palavras doces e provocantes; com os olhos, ler teus arrepios, e com os ouvidos, saborear teus gemidos.


Quero beijar teus lábios, subindo lentamente até a tua boca, enquanto me perco no tempo nesse intervalo.


Provar o suave e doce mel desses lábios, fazendo-te delirar em prazer e rendição.


Quero colar minha boca à tua, sentir teu corpo se entregar, enquanto tuas pernas repousam sobre meus ombros.


Menina, te quero. Te desejo!


Ismael Miranda

Eu vejo um rosto de menina por trás da sua pintura de mulher.

Menina que em braço distante
Abraço constante, nada cessa
Menina que palavra ausente
Memoria presente, nada cessa
Menina que perto do longe;
Mas longe tão pero;
Nada cessa.
Menina de riso eloquente
Que logo me interessa
Menina de salto alto
Que corre de pressa
Vestida de grande ternura
Sem medo de cair
Quando passos adiantados
Correm a minha procura
E nada cessa.

⁠Corpo de mulher, com sorriso de menina.

Um riso contagiante...
ela é a dona da voz que me fascina.

Misteriosa como toda mulher
as vezes doce como toda menina.

Tem dias que conheço você
mas milhares de sensações já pude ter.

Teve raiva, teve riso, me senti acolhido,
mas também senti desabrigo.

Hora me puxa pra você,
Hora parece nem querer.

Fico confuso, sem saber o que
fazer. Devo seguir ou devo correr?

Tenho vontade de acelerar,
mas é preciso saber se haverá
estrada pra continuar.

A sua boca me instiga, seu corpo
me alucina, sua inteligência me fascina
e o seu jeito..., esse sim me intriga.

Dia brava, dia calminha, quem é o louco que vai dizer que isso não alucina?

Companheira na madrugada,
companheira durante o dia.
Ei, será que ainda vai me
acompanhar pra toda vida?

Vontade de te colocar no colo
e fazer cafuné até amanhecer,
Abraçado com a mulher que
eu amo de todo o meu ser

a cabeça pede explicação mas o corpo entra em erupção com tal sensação...

mas no fim, o que será que vai acontecer?
será que vale mesmo apena pagar pra ver?

no que isso vai dar ? não sei dizer.

mas hoje, com toda certeza, eu posso falar
eu amo muito você.

agora só resta saber...

vai ficar ou vai correr?

Jeito de menina, quase mulher...
extremante linda, sem igual...
simpática alem da conta,fora do normal....
sincera do mesmo jeito...
impaciente, palmeirense doente...
canta, grita e berra, desfaz a princesinha...
ainda bem que ela surge no outro dia.

A menina de cabelos dourados e boca cor de melancia.
Certo dia ela se apaixonou e sofreu.
Anos depois ela se apaixou, sofreu, sofreu.
Não teve medo de amar de novo.
Em um dia lindo de prima-vera ela amou, amou e não sofreu mais.

Neste poema, minha menina, deixo escrita a verdade:
Se um dia você o ler, peço toda a sua atenção e sinceridade.
O que nunca tive coragem de te dizer cara a cara,
Hoje transformo em versos, pois a alma declara.
Sim, eu te amei não duvide, não negue, não tema.
Não foi por anos de história, mas por cada detalhe do teu poema.
Me apaixonei pelo teu jeito, teu sorriso, teu olhar,
Pelos pequenos pedaços de ti que aprendi a admirar.
Em tantas noites pedi a Deus, entre lágrimas a rolar,
Implorei que te trouxesse pra perto, que me deixasse te amar.
Nunca quis só teu corpo, algo simples e vazio,
Queria teu todo, teu mundo, teu abraço macio.
Orei aos céus, aos deuses que a imaginação desenhou,
Chorei até que a dor cansada em silêncio se calou.
Te esperei por mais tempo do que eu deveria,
Mas no dia 31 de dezembro, quando o ano termina, te deixo… finalmente, eu diria.
Guardarei um espaço enorme no meu coração,
Mesmo que você ocupe só um cantinho na escuridão.
Se um dia nos reencontrarmos e meu sorriso surgir,
Se meus olhos brilharem nos teus… estarei pronto pra te seguir.
Mas se décadas passarem e meu peito não balançar,
Se meu olhar não tremer ao ver o teu voltar,
Então morreu o que fomos, aquilo que um dia senti,
E ficará guardado no meu coração, adormecido ali.
Sinto falta do teus cabelos negros, dos teus olhos castanhos,
Da calma que eu encontrava só por te abraçar.
Sinto falta do calor do teu corpo junto ao meu,
Da paz que senti no primeiro olhar que se perdeu.
Mas se não és pra mim, eu aprendo a te soltar,
Te deixo livre pra viver, amar e voar.
Pois não quero tua tristeza, quero ver você sorrir…
E se não for comigo, mesmo assim vou te permitir.
Eu te amo, Lorena M. Monteiro S.
E deixo nesses versos tudo o que viveu em mim. ❤️💭

Ai ai Meu DEUS...
Como essa menina maltrata meu coração com essa graça toda...
Por que tanta beleza pra tanta, tanta, distancia...
Pra que, este monte de açucar nessa moça café com leite, se só um pouquinho ja basta pra agracia-la.
Ai ai Meu DEUS...
Como pode alguêm tal flor, perdida num jadim de Amor.
De que adianta um selva destas, pra uma rosa unica e rara...
Pra que tanto desejo, tiro proveito desse "ensejo",
e pra vc eu deixo um beijo.
Ai ai meu DEUS.

Tem menina que nos rege
Encoraja com riso e arte
Muita energia feminina
Que a vida põe em toda parte
Não se enterra nenhuma fase
Mistura a força e a base
Pra ser inteira em toda a idade.

Sorriso lindo, que sempre me fascina, têm aquela menina.
Menina mulher, mulher com jeitinho de menina, é assim, aquela menina.
Menina perfeita, menina linda, que sonho sempre em chamar de minha.
Girassol é a flor preferida da minha menina, flor que, como ela, imita o astro lá em cima.
Como o Sol é a minha menina, que mesmo longe, me aquece e é a luz que me ilumina...

Que é isso, menina?!
Ora o vento te empurra, ora te balança...
E tu deixas-te ir, julgando ser um passo de dança!

Cora coralina

Que desde menina
Mesmo sem ser muito letrada
Conseguiu abismar a moçada educada

Seus versos simples !!
Como de uma cabocla
Desse imenso Brasil
Varonil

Monstrou a todos nós ,
Que as mulheres
Desse pais continental
Que ela é a tal

Inteligente ......simples
Bem humorada
Deixou....... imaculada
Saudades em nossos corações

⁠A menina que fui, queria crescer depressa, que o tempo passasse, queria o ano seguinte...
Hoje, mulher, só me preocupa a minha mudança interior.

Sorri, por entre as lágrimas, como a menina que fui, já não agarrada à mão da minha tão amada avó, mas para sempre, presa a ela, por lindas penas brancas a esvoaçar até ao Céu.

Coração de menina...
Tem a delicadeza dos anjos,dos sonhos de amor,dos contos de fada,e o desabrochar de uma flor,uma borboleta a sair do casulo,tem o dom da bondade,o jeito de princesa,é pura vaidade mas só na delicadeza,coração de menina é anjo vindo do céu para encantar nossa vida enviadas de Deus.

Maio...jardim onde Deus me plantou
e me fez flor...
Flor menina...Flor mulher...
E florescer nos caminhos da vida
Obrigado Senhor...
Meu divino companheiro que me guia
me protege e me ilumina...
Obrigado pela longa caminhada
Bem aproveitada nas estradas dessa vida
Obrigado Senhor...
Por mais um ano completo e muito
abençoado graças a ti Senhor...
De feliz aniversário estou eu...
E o melhor presente que recebo é teu...
A minha vida...Obrigado Senhor.
Ivânia D.Farias
15/05/1966 ❤

Aprendendo regular dopamina




Menina nascida na cidade do barulho, já com a vida cercada de muros.
Recebida não com colo, mas com sentença.
Chamaram-na excesso antes de ser presença.
Aprendeu cedo que amor, em certas casas, é moeda rara e grito frequente.


Cresceu calibrando o próprio pulso pelo humor de quem deveria cuidar e dar o exemplo,
lendo o clima como quem estuda tempestades para sobreviver.
Hiperalerta.
Hiperativa.
Hiperconsciente.


O sistema nervoso virou quartel.
O coração, radar.


Enquanto era chamada de vários nomes que podem ferir,
ela decifrava o mundo pela tela azul da madrugada,
internet discada como portal secreto,
ICQ piscando como farol de outro continente,
músicas baixadas em silêncio,
fitas gravadas como quem arquiva provas de que existe beleza.


Trancada, mas não pequena.
Sozinha, mas não vazia.


Ela estudava pessoas como quem estuda maré.
Observava. Comparava. Não engolia narrativas prontas.
Sua mente nunca coube em moldura doméstica.


Quando o portão abria,
virava oceano.
Skate no asfalto,
corrida na areia,
prancha rasgando a água,
dopamina como milagre bioquímico,
liberdade como direito ancestral.


O mar não gritava com ela.
O mar respondia.


Ali descobriu irmandade feminina,
descobriu biologia como idioma do planeta,
descobriu que justiça não é conceito e sim
instinto.


Desde criança defendia quem nem gostava,
porque desigualdade lhe doía na carne.
Onça quando preciso.
Silêncio quando estratégico.
Memória absoluta quando traída.


Ela não guarda ódio.
Ela arquiva.


Inteligente o bastante para liderar,
sensível o bastante para sentir antes de acontecer.
Sonhos lúcidos, pressentimentos,
um tipo de percepção que não cabe em manual clínico
nem em catecismo.


Chamaram-na intensa.
Era apenas desperta.


Confiou demais,
porque quem ama com verdade não imagina cálculo alheio.
Teve ideias roubadas,
amizades rasgadas,
lealdades quebradas.


E mesmo assim continuou oferecendo água num mundo que vende sede.


Há nela uma dualidade quase mitológica:
a menina que sobreviveu à casa em guerra
e a mulher que escolheu proteger águas e florestas.
Trauma e missão dividindo o mesmo corpo.


Ela se trata.
Regula a dopamina.
Aprende a dialogar com o próprio sistema nervoso como quem domestica um cavalo ferido sem quebrar sua força.


Não precisa mais viver em modo incêndio.
Pode viver em modo construção.


Às vezes o passado aciona alarmes invisíveis
e a tristeza senta ao lado.
Mas agora ela sabe nomear o que sente
e nomear é poder.


Há quem diga que ela carrega memórias de outras eras,
que já andou por sombras antigas
e retorna vida após vida tentando equilibrar a balança.
Talvez mito.
Talvez metáfora.
Talvez apenas a forma poética de explicar
por que alguém tão jovem carrega tanta responsabilidade.


Ela é virgem na análise,
áries no impulso,
escorpião na emoção,
tigre na defesa,
oceano na profundidade.


É abrigo para segredos.
É ombro firme.
É aquela que chega quando todos vão embora.


E, paradoxalmente,
ainda se pergunta por que foi rejeitada no início.


A resposta não está nela.
Nunca esteve.


Ela nasceu inteira demais
para caber em lugares rasos e pequenos.


Agora caminha com o aperto no peito de quem enxerga o mundo ruir, a
geopolítica em combustão,
a natureza saqueada,
os heróis sociais e ambientais tombando pela missão,
e mesmo assim escolhe plantar.


Porque há pessoas que vieram para consumir.
E há as que vieram para criar e cuidar.


Ela não é ingênua.
Ela é deliberadamente boa.


E isso exige mais coragem
do que qualquer guerra.

Sou feita de travessias.


A menina de dezessete
ainda corre em mim
com folhas da Floresta da Tijuca
presas nos cabelos
e o gosto ácido de sonhos
na boca.


Mas hoje caminho mais devagar.
Carrego filhos nos braços,
culpas no peito,
e um espelho que às vezes
não me reconhece.


Entre o pão da pressa
e a fome que não é de comida,
procuro aquela que eu era —
não para voltar atrás,
mas para me reencontrar inteira.


Sou mãe,
sou mulher,
sou chama baixa que insiste.


Ainda quero o mundo.
Só estou aprendendo
a caber nele
sem deixar de caber em mim.

Para meu leitor
Na menina que fui, está a mulher, mãe, amiga, esposa que hoje
sou e vou continuar me tornando a ser até o fim. Lá nasceram meus
amores, meus medos, minha inesgotável busca de entendimento
para algumas coisas da vida, amizades, coragem, meus valores e
segredos. Relatos e lembranças que perto ou longe estão ao meu
redor, dentro de mim, porque somos marcados sim, pela realidade
do nosso meio familiar, escolar e cultural. Não temos como fugir
disso, somos muito de nossos pais e do meio em que vivemos. Até
podemos mudar no decorrer da vida, mas é em função disso que
atuaremos em toda a nossa história, no nosso jeito de ser, de falar,
na criação e educação de nossos filhos; no nosso silêncio, no que
realmente toca nosso coração.
Hoje, não durmo nem acordo ancorada nas ordens e cuidados
de meus pais. Atravesso meu mundo sem o pé de seriguela no
quintal de casa para subir, sem a cama de mamãe para me esconder
nas noites de trovões e tempestades. Sem o barulho e alegria de
papai chegando. Eu me superei sem o colo de meus avós e tias por
perto. Sem os banhos de chuva que tomávamos na rua de roupa e
tudo, agradecendo a Deus pela água que caía. A melhor sensação de
tantas que já vivi! Cedo aprendi no meu nordeste a agradecer pela
água que caía, que corria, e tornava verde meu sertão, a ser grata
pela vida dos bichos, pela vida de todo rico e pobre.
Hoje, quero também agradecer por você estar aqui e tocar meu
coração com suas mãos, por este livro, por este ano um grande
influenciador de minha vida com suas metas e propósitos, por todo que acolhi e colhi, pelo novo olhar que busquei, e mais livre estou.
Agradeço a Deus pela vida recebida e pela família que ele me deu.
Por meus filhos, pela infância e bagunça gostosa de todos os dias,
por meu marido, por todos vocês que fazem parte de tudo isso, de
toda história que continua aqui nas próximas páginas que virão.
Obrigada!
Que sejamos felizes!




TEXTO FINAL DA OBRA Um de meus olhares por Lina Veira