Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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"Ali, o futuro não contava. E o passado só continha uma certeza: o amor era um erro nocivo, e sua cúmplice, a esperança, uma ilusão traiçoeira."

Mas sabes principalmente, com uma certa misericórdia doce por ti, por todos, que tudo passará um dia, quem sabe tão de repente quanto veio, ou lentamente, não importa. Só não saberás nunca que neste exato momento tens a beleza insuportável da coisa inteiramente viva.

Custa tão pouco fazer alguém feliz... basta um simples gesto, uma suave carícia ou apenas a transparência do olhar...

Se o teu beijo doesse e torturasse,
transmitisse um veneno e uma doença,
inoculasse o germe da descrença
e destruísse a fé que não renasce!

Se o teu beijo ferisse e condenasse,
fosse um pecado, um crime e uma sentença;
se eu te beijasse e, numa angústia imensa,
fosse ficando negro de uma face!

Se o teu beijo deixasse ferida
e meus lábios sangrassem toda a vida
e eu tombasse murchando sobre o pó...

Tu serias o horror de toda a gente!
Mas eu te ampararia docemente
e pediria, em troca, um beijo, um só!

Como Viver um Grande Amor

Seria possível elaborar uma receita de como viver um grande amor?

Um dia, o Poetinha Vinícius conseguiu fazê-la a seu modo - divino modo!...

Mas está em cada um de nós o cerne de como verdadeiramente viver um grande amor.

Para os românticos, viver um grande amor significa estabelecer uma cumplicidade mútua e irrestrita, baseada na confiança, na paixão, na troca, na esperança, na capacidade de doar-se incondicionalmente.

Significa, além de olhar um nos olhos do outro, olhar juntos na mesma direção.

Não estabelecer limites. Em matéria de amor, o limite é não ter limites.

É saber aceitar a diferença e aceitar-se, na diferença: vivenciar a diversidade na unidade.

Tanto quanto ser fiel, é importante ser leal. Lealdade e fidelidade caminham juntas e se fundem, quando se deseja realmente viver um grande amor.

Viver um grande amor significa, especialmente, mergulhar num eterno romance... é o objetivo máximo, o maior projeto de vida dos corações românticos. O verdadeiro amor tem sabor de romance... deseja o romance... busca o romance... se realiza no romance.

E se pelo romantismo vale o amor... pelo amor vale a vida!

Há uma diferença entre desistir de alguém e perceber que você merece algo melhor.

Quem condena atira uma pedra que voltará sempre ao ponto de origem.

Supere tudo que viveu até hoje, plante uma rosa no seu próprio jardim. E jamais pare para agradecer a Deus apenas pelos frutos, agradeça também por cada semente.

Nada prende tão bem uma alma à outra quanto a simpatia de um sorriso.

Aceitar-se a si mesmo é um pré-requisito para uma aceitação mais fácil e genuína dos outros.

Todas as vezes que esperamos um favor em troca, um agradecimento, um elogio ou uma recompensa começa a se formar em nossa vida um palco para muitas frustrações.

Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos. Mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruina as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe. Deve-se temê-lo mais que a um assassino.

Um ingrato se esquece de mil refeições, mas reclama de uma que não teve.

Dar é a cura para a ganância, e não acumular.
Quando você semeia para ter uma colheita, você consegue dominar a ganância.
A ganância acumula.
O homem retém.
Satanás rouba.
A natureza do próprio Deus é inclinada a dar.

A vida é como uma caixa de chocolates. Você nunca sabe o que vai encontrar.

Um pequenino grão de areia
Era um eterno sonhador
Olhando o céu viu uma estrela
Imaginou coisas de amor

Passaram anos, muitos anos
Ela no céu, ele no mar
Dizem que nunca o pobrezinho
Pôde com ela encontrar

Se houve ou se não houve
Alguma coisa entre eles dois
Ninguém sabe até hoje afirmar
O fato é que depois, muito depois,
Apareceu a estrela-do-mar

O Medo!

Devo dizer uma coisa sobre o medo.
Ele é o único oponente real da vida.
Só o medo pode derrotar a vida.
Ele é um adversário inteligente, traiçoeiro, e como eu sei disso!
Ele não tem decência, não respeita nenhuma lei ou convenção, não mostra a menor misericórdia.
O medo procura o seu ponto mais fraco, que encontra sem erro nem dificuldade.
Começa na sua mente, sempre. Em um momento você está se sentindo calmo, com sangue frio, feliz.
Então o medo, disfarçado na pele de uma leve dúvida, entra na sua mente como um espião. A dúvida encontra a descrença e a descrença tenta expulsá-la. Mas a descrença é um soldado raso mal armado. A dúvida a derrota sem maiores problemas. Você fica ansioso. A razão vem à batalha por você. Você está reafirmado. A razão está completamente equipada com a última tecnologia em armas. Mas, para a sua surpresa, apesar de ter uma tática superior e várias vitórias inegáveis, a razão perde. Você se sente enfraquecendo, hesitando. Sua ansiedade se torna pavor...
Rapidamente você toma decisões precipitadas. Você dispensa seus últimos aliados: a esperança e a confiança. Pronto, você se derrotou. O medo que nada mais é do que uma impressão triunfou sobre você.

Este texto foi extraído do livro “Sem medo de viver”.

Entenda que Se uma pessoa realmente gosta de você, ela corre atrás. Pare de se iludir com uma pessoa que não liga e não se importa com você ou com seus sentimentos. Quem ama, cuida. Quem gosta, protege e se importa. O resto, é resto, e de resto meu bem, ninguém vive!

Uma pessoa que consegue brilhar nas sombras consegue ser feliz em qualquer lugar, em qualquer circunstância.

Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência. Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho. Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer. Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.