Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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A humildade é uma flor que cresce no jardim de Deus.

Esta vida não é tudo o que há. Esta vida é uma preparação para a próxima.

Um gênio é um homem que faz uma coisa fácil mesmo quando é difícil.

O amor é o segredo de uma herança duradoura.

Uma consciência suja inutiliza a alma.

Uma boa leitura é cura espiritual.

Uma grande esperança prova um grande amor.

Uma igreja que ama é uma igreja revolucionária.

Cometer pecado é uma questão pequena, mas não ter consciência dele é questão mais séria. ⁠

O Coração tem uma memória própria. ⁠

⁠A unidade da localidade proíbe a qualquer pessoa estabelecer uma outra igreja numa localidade, se uma igreja local já estiver sido aí estabelecida.

Uma alma sem oração é uma alma sem Cristo.⁠

Toda felicidade é uma obra-prima. ⁠

Uma fraqueza não corrigida será a causa de uma grande queda amanhã. ⁠

A leitura é um investimento silencioso: enquanto poucos percebem, ela constrói dentro de você uma riqueza que nem o tempo, nem as perdas, nem o mundo conseguem tirar.

A vida é uma eterna caixa de surpresas, cada momento, cada acontecimento, são únicos e exclusivos!
Descobri que o que existe de melhor em mim é exatamente a capacidade de me surpreender, de me emocionar e me comover com as mais corriqueiras atitudes, com os mais cotidianos fatos e ocorrências do meu dia a dia!
Percebi também que meu coração é composto basicamente de água que constantemente brota em meus olhos!
O que mais me alegra é que a grande maioria dessa descarga de emoções é positiva, vem da alma, surge exatamente da minha fragilidade em administrar as maravilhas as quais sou exposto diariamente, não canso de me surpreender com a capacidade do ser humano de se reinventar e principalmente com sua solidariedade e amabilidade!
Como é Belo o Viver! ❤❤❤🥰🥰🥰

Duas almas destinadas se encontram, se amam; mas como cada uma quer um caminho diferente, elas se separam.

Somos Brevidades

Vivemos apenas uma vez.
E nesse único sopro de existência,
resta-nos provar da vida
a sutileza dos instantes mais nobres —
aqueles que, embora raros,
carregam em si uma eternidade condensada.

Mas tais instantes são breves.
E quando falo em brevidade,
é porque o ser humano nada mais é
do que um viajante de passagem.

Como um compasso invisível,
nosso coração marca o ritmo,
nossa alma vibra,
até que, um dia, a música silencie.

E de nossa curta travessia
sobre esta esfera que chamamos Terra,
não herdaremos riquezas,
não guardaremos posses.
Restarão apenas lembranças —
essas frágeis centelhas de eternidade.

Porém, quantas vezes as ignoramos?
Quantas vezes as deixamos adormecer,
cegos pela pressa,
surdos pelo ruído do mundo?

E, assim, distraídos,
nos perdemos no caos,
renunciando, ironicamente,
à face mais bela da existência.

Só então, diante do tarde demais,
lembramos daquilo que esquecemos.

Pois somos brevidades —
fagulhas efêmeras
em meio ao infinito universo.

Quando o Certo Vira Exceção

Uma pessoa entra em um cargo com discurso reto, passado limpo e intenção correta. No início, estranha o ambiente. Depois, adapta-se. Em seguida, encanta-se. O poder seduz, o dinheiro facilita, e aquilo que antes parecia inaceitável começa a ganhar justificativas elegantes. Não acontece de uma vez. Acontece aos poucos. Quase sem perceber.

Há quem vista uma farda para proteger, mas aceite um valor para liberar quem sabe estar errado. Não chama de corrupção — chama de “jeito”, de “situação”, de “exceção”. Mas exceção repetida vira prática. E prática consciente vira crime, mesmo quando a consciência tenta se esconder atrás da necessidade.

Existe também o corrupto cotidiano.
Aquele que grita contra os grandes esquemas, aponta dedos e exige punição exemplar. Mas, no caixa do mercado, recebe um troco a mais e guarda. Justifica rápido: “não vai fazer falta para eles”. Ali, naquele instante pequeno e aparentemente irrelevante, o discurso morre. Porque caráter não se mede pelo valor envolvido, mas pela decisão tomada.

A corrupção raramente começa grande.
Ela começa confortável. Começa quando se troca princípio por conveniência, verdade por vantagem, ética por silêncio. Começa quando alguém decide que, desta vez, não precisa ser tão correto assim.

E talvez o que mais abale não seja a corrupção em si,
mas o fato de que idoneidade, caráter e ética tenham virado qualidades — quando deveriam ser obrigações humanas. Algo básico. Elementar. Inegociável.

Hoje, quem faz o certo é tratado como exceção.
Recebe elogio por cumprir o mínimo. Como se honestidade fosse virtude rara, e não fundamento de qualquer convivência possível.

Sou otimista em muitas coisas.
Acredito em recomeços, em aprendizado, em mudança individual.
Mas, quando olho para o mundo e para as pessoas, confesso: sou pessimista.

Porque, às vezes, a sensação é clara e desconfortável —
este mundo, para ficar ruim, ainda tem que melhorar muito.

Mas há algo que não falha.

A conta sempre chega.
Pode demorar, pode parecer injusta, pode não vir na forma que esperamos — mas retorna. O que se faz, volta. O que se ignora, cobra. O que se normaliza, pesa.

E quando a conta chega, não é o discurso que responde.
É o caráter.

No fim, não há sistema que sustente valores perdidos,
nem sociedade que sobreviva à própria conivência.

A esperança — se ainda existe — não está no mundo, nem nas estruturas.
Está em cada escolha individual.
Em devolver o troco. Em recusar o favor. Em manter o mínimo quando ninguém vê.

Porque o certo só vira exceção
quando pessoas demais decidem não sustentá-lo.

Havia tanto você nas coisas. Olhava uma árvore e de repente seus olhos. Olhava um transeunte e de repente você. Talvez fossem meus olhos – turvos e contaminados por uma estranha catarata de imagens suas.