Uma grande Amizade Nao tem Dinheiro que Pague

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⁠A justiça tem uma irmã gêmea - o amor.
frases cristãs 9

Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.


Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.


E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.


É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.


E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.


O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.


Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.


Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.


E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.


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Ela é daquelas,
Que tem uma alma
Tão gostosa,
Quanto o sedutor som
Da sua risada.

Sem fim




Geralmente uma história tem começo, meio e fim,


Pois bem, eu conheço uma história com começo, meio e parada no tempo de anos engavetada,


Com tudo, essa mesma história ganhou novos capítulos, recuperou seu fôlego empoeirado proveniente do distanciamento,


Essa história voltou no tempo com a sensação e a respiração do seu começo, ela tem sido vista, lida e vivida intensamente e sem vontade de encontrar o seu fim.

Tem uma parte sua que continua lutando… mesmo quando todo o resto já queria parar. Honre isso.

Tem uma versão sua esperando você parar de se deixar por último.

Nem todo individuo que tem uma tatuagem é malandro, mas todo malandro que conheço tem uma tatuagem...(Zé Beleza)

Tem gente que diz que o caráter de uma pessoa se revela nas grandes decisões da vida. Eu, particularmente, acho que se revela mesmo é no beijo. Porque ali não tem discurso bonito, não tem filtro do Instagram, não tem tempo de ensaiar frase inteligente. É só você, o outro e aquele momento meio ridículo, meio mágico, onde dois seres humanos resolvem encostar boca com boca como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. E é. Ou deveria ser.

Agora me explica, com toda a calma do universo, como é que alguém consegue beijar de olho aberto. Não é nem uma questão de julgamento, é quase um fenômeno científico que eu gostaria de estudar. Porque pra mim, beijo de olho aberto tem uma energia de auditor fiscal emocional. A pessoa não está ali vivendo, ela está conferindo. Tipo assim, deixa eu ver se tá bom mesmo, deixa eu analisar o desempenho, deixa eu checar se isso aqui vale o investimento. E pronto, o romance virou planilha.

Eu imagino a cena e já me dá um leve desconforto. Você ali, entregue, achando que está vivendo um momento digno de trilha sonora, e do outro lado a criatura te encarando como se estivesse avaliando um produto na prateleira. Falta só puxar o celular e dar uma nota. Três estrelas, poderia ser mais envolvente, textura interessante, retorno duvidoso. Obrigada, próximo.

E não me venha com esse papo de que é curiosidade. Curiosidade a gente mata vendo série, stalkeando ex, abrindo geladeira de madrugada sem fome. No beijo, curiosidade demais vira suspeita. Porque quem está presente de verdade fecha os olhos não por obrigação, mas porque o mundo ali fora simplesmente perde a graça. É quase um desligar automático. Tipo quando você encontra um lugar confortável e nem percebe que relaxou.

Beijar de olho fechado é um voto silencioso de confiança. É tipo dizer, por alguns segundos eu não preciso ver nada, porque sentir já é suficiente. Agora, beijar de olho aberto... não sei, tem um quê de gente que não larga o controle remoto nem quando o filme já acabou. Sempre esperando algo melhor, sempre pronto pra trocar de canal.

Mas também, sendo bem honesta comigo mesma, talvez eu esteja exagerando. Talvez não seja falsidade, talvez seja só gente que ainda não aprendeu a se perder. Porque se tem uma coisa que assusta hoje em dia é justamente isso, se permitir viver algo sem supervisão, sem análise, sem garantia. Fechar os olhos virou quase um ato de coragem. E tem gente que ainda não chegou lá.

Só que eu, do alto da minha teimosia emocional e um leve drama que me acompanha desde sempre, continuo achando que quem beija de olho aberto não está completamente ali. E se não está ali, já começou errado. Porque beijo bom não é o que você vê, é o que você sente quando esquece até de existir por alguns segundos.

E se for pra viver algo pela metade, eu prefiro nem começar. Agora me diz, você também desconfia ou eu já tô criando teoria demais por causa de um beijo?

Quando se tem uma experiência com o Senhor Jesus, entendemos que Ele é suficiente : suficiente para curar a alma, para preencher o vazio, para restaurar o que foi quebrado e para dar propósito onde antes só havia confusão. Quando Ele se revela, percebemos que nenhuma riqueza se compara à Sua presença, nenhuma conquista supera Sua paz e nenhum amor é tão profundo quanto o dEle.

⁠Um rico encanto para os olhos
na sobriedade de uma bela rosa
que mesmo na penumbra da noite, tem um primor que é notório e profusamente cativante.

Admiro suas pétalas de curvas graciosas,
a vivacidade que traz na sua essência,
atributos delicados e muito preciosos como um afago
da natureza.

Sendo assim, um tom de romantismo
que esbanja naturalidade
que gera um pouco de equilíbrio
diante de tanta instabilidade,
logo, saber contemplar é preciso
pra fazer a si, um ato de bondade.

⁠Ela tem um olhar liberto
belos cabelos cacheados,
profundos sentimentos,
uma essência rara e calorosa
como um lindo dia ensolarado
na praia,
quer desfrutar de cada momento,
sua existência é mais que necessária,
sua presença é pra poucos,
pois é precioso o seu tempo
e só o usa com aqueles que lhe agradam.

Com seus vinte e poucos anos ,
ela já tem uma vida inspiradora,
tendo em vista que, graças a Deus, continuaseguindo o seu caminho,
indo de encontro aos seus choros
de amargura, às várias vezes que caiu,
mostrando que aprendeu a levantar.
A chuva de suas lágrimas de outrora
deu lugar a uma tempestade vívida
e transformadora, seu sorriso ganhou mais vida, mais relevância, uma luz de sobriedade, seu olhar está mais confiante, então, ficou mais bonita
em cada detalhe, tem mais esperança,
suas feridas estão cicatrizando,
e está amando-se cada dia mais.
É evidente que está ciente
de queé imperfeita
assim como todo ser humano,
mas o fato é que não usará
suas fraquezas para não lutar,
pois o Senhor será sua Fortaleza,
permanecerá lutando e assim,
resistirá.

⁠Ela tem um olhar atencioso, lindos cabelos, lábios carnudos, tem uma personalidade instável,
é carinhosae intensa, gosta de atenção, não se contenta apenas com palavras,
mas, às vezes, prefere ficar sozinha,
a sua liberdade não dispensa, pois foi arduamente conquistada e já está cansada de tanta agonia.
Uma pena pra quem não tiver esta compreensão,
já que assim, não irá conquistá-la,
só ficará com a ilusão
de que um dia soube apreciá-la.

Até aqui, minha existência tem sido uma verdadeira odisseia. Sobrevivi a provações que desafiaram os limites do possível, aprendi a domar o ímpeto do coração e a pronunciar um “te amo” somente quando a alma reconheceu a verdade do sentimento. Vivi realizações tão grandiosas que reduziram meus antigos sonhos à mera sombra do que a realidade me concedeu.

Viver é colecionar adeuses discretos. Nem todo fim tem trombetas, muitos se vão por uma janela fechada. Eu faço inventário desses pequenos fins, para não esquecê-los. Cada adeus me ensina a salvar pedaços para recomeços. E, mais uma vez, o coração vira caixa de sobras transformáveis.

A dor tem uma língua própria, poucos se oferecem para traduzi-la. Conto-a com as mãos e às vezes com olhos partidos. Não peço aplausos, só que alguém tente entender o sotaque. Quando encontro esse ouvido, a dor muda de tom e emagrece. Dividir o idioma do ferimento é já metade da cura.

Minha alma tem a textura de uma casa abandonada, onde o vento sopra entre as frestas de memórias que eu deveria ter enterrado.

O silêncio da noite tem uma voz que só os insones conseguem traduzir, uma frequência de rádio que transmite apenas as notícias do que perdemos pelo caminho. É nessa hora que a escrita se torna o único radar capaz de localizar algum sentido no meio desse nevoeiro existencial.

O amor incondicional é o que uma mãe tem por um filho. Entre um casal, o amor é recíproco.


- Vanessa Costa Lima

Se o seu pai ou a sua mãe tem saudades de quando você era mais novo só quando perde uma discussão, é porque eles têm saudade da época que você era burro e controlável.