Uma grande Amizade Nao tem Dinheiro que Pague
A maioria das pessoas quer encontrar um parceiro, mas ninguém conquista uma pessoa maravilhosa sem saber lidar com a turbulência emocional causada pelas rejeições exaustivas, com a tensão sexual reprimida e com a obsessão em olhar fixamente para um celular que nunca toca. Tudo isso faz parte do jogo do amor. É impossível ganhar sem jogar.
Há muitas pessoas que buscam em alguém uma espécie de remédio para seus males sem ao menos perceberem que a cura não é externa; Ninguém "conserta" ninguém, só a vontade, o entendimento e amor próprio podem nos levar a regeneração de nosso próprio interior.
Meus irmãos, precisamos ser purificados; a nossa tendência é de querer ir ao céu em uma cama macia; mas o caminho do Rei para muitos consiste em um leito de dores e abatimento. Conforme sabemos, há várias estradas em Londres chamadas .caminhos do Rei., e foram excelentemente construídas com pedras. Mas o caminho do Rei para o céu está repleto de cruzes e aflições.
Pessoas falsas são como escorpiões dentro de uma armadilha, você pode até tentar ajudar, mas, no final das contas, vão querer sempre te picar!
Já vivi muito… muito de muito e muito de nada…
Uma vida farta de nada e vazia de tudo… uma vida repleta de tanto na verdadeira imensidão do intenso, do abundante…
Já vivi sem ter sentido e já senti cuidando não ter vivido…
Já me apaixonei muitas vezes… Já me apaixonei por gestos, por sorrisos, por lágrimas… Já me apaixonei pelo verdadeiro, pelo inato, por âmagos não moldados…
Tudo o que é artificial, ajustado, abomino. Tudo quanto é genuíno e expressado com despretensão, apaixona-me…
Já fui tanto e tão pouco… Já fui de tudo um pouco… Já senti e vivi todos as sensações que um ser humano pode experimentar: já ri às gargalhadas até chorar de tanto rir; já chorei de pena; já chorei de morte; já chorei de alegria ao trazer um filho ao mundo…
Já sorri em vez de chorar, enganando o choro e enganando-me a mim… Já sorri pela felicidade do retorno dum sorriso…
Já sofri, sofrer de dor profunda, de dor intrínseca e enraizada… Já sofri sem saber porquê…
Já amei e amo… amor de amor, de dar sem pedir nem esperar… amor de filha, amor de irmã, amor de mãe, amor de mulher…
Já pedi, já implorei, já me humilhei… e de joelhos já supliquei…
Já corri até ficar sem fôlego e já corri em passos lentos sem sair do lugar ao sabor da vida e dos demais…
Esperar? Já esperei, desesperei… Hoje já não espero… a vida é uma espera constante e de tão constante ser, passou à certeza do certo… e o que é certo não é esperado…
Já quis ser e não fui e já fui o que não quis ser nem ambicionei… Já quis e não quis sem saber qual o querer…
Já dei pelo prazer de dar e já recebi sem esperar receber…
Já acreditei sem questionar e já questionei sem querer saber o porquê…
Já julguei sonhar acordada, mas os sonhos não existem… os proclamados de sonhos são meramente as vontades, os anseios não realizados… porque é tão mais fácil falar de uma utopia do que querer, lutar por concretizar o desejo… o sonho é o unívoco do querer e só deixará de ser sonho se houver vontade de querer e fazer…
Já olhei com olhos de ver, já julguei ver o que os olhos não viram e já olhei para o escuro e vi o que os olhos pensaram não ver…
Já fui abençoada com pessoas boas de índole pura, amantes da vida, do amor e do próximo…
Já cruzei com entes estranhos, ficcionando vidas que não são as suas ou não as podem ter, conjecturando realidades díspares das suas naturezas… perdidos sem quererem ser achados…
Já cruzei com a mentira, com a falsidade, aquela a que engana, atraiçoa, que não tem começo nem fim, que dilacera, aguilhoa com desdém, até com contornos de perversidade…
Já cruzei com a sinceridade e com aqueles que se dizem “demasiado sinceros” também… com a sinceridade que inunda a alma e me faz crer na vida e nas pessoas… àqueles que se dizem “demasiado sinceros” apelido-os de embustes do ser humano… não existe demasiado sincero, ou se é sincero ou não se é. A sinceridade só tem um peso e uma medida…
E hoje, que tenho hoje? Uma vida que me sorri e me envolve com os seus ensinamentos de todo um percurso caminhado perscrutando, observando e apreendendo todos os possíveis meandros, cantos e recantos do ser humano, em prol da felicidade… a minha felicidade e a dos meus…
Que retive da vida que passou por mim e da vida que agarrei de rédeas nas minhas mãos?
Aprendi que o amor se constrói, se edifica com o saber, com a coragem, a força, a luta diária, o acreditar, o dar e voltar a dar e se mais for necessário, novamente dar…
Que a felicidade nos pertence, que nasceu no dia em que nascemos, que é uma dádiva adquirida à nascença, que vive dentro de nós desde sempre… que emergirá e nos fará sorrir e dizer que experimentámos a felicidade, se e só se tivermos a capacidade de lutar e o querer de querer ser feliz…
Eu sou mato seco, cachaça ralé, o lixo do beco de uma rua qualquer; e tudo mais o que for inútil e pegue fogo
Atravessando o Jardim recolhendo pétala por pétala cor vermelha acobreadas de uma flor selvagem ao meu querer. Da qual só existe um exemplar, me basta ser feliz por contemplar.
Uma situação bizarra nos uniu. Escrevo esta carta para você, pois agora estamos no fim de uma estrada. Nossa fortaleza, nossa história está sumindo. Vamos nos encontrar novamente. Venha, se ainda se importa. Assim podemos provar que somos reais. Ou não. E sumimos. Assim como este lugar.
Você conhece o tipo. Ela é uma graça de pessoa, excelente companhia para um cinema, para uma caminhada no calçadão, para uma balada dançante. Uma amiga querida. Mas não dá para convidá-la para almoçar na sua casa. É daquelas chatas pra comer.
A pessoa chata pra comer teve uma infância complicada neste setor: não comia nada. Criança que não gosta de legumes e verduras é normal, mas ela não gostava de cachorro-quente, não gostava de presunto e queijo, não gostava de banana, de doce-de-leite, de molho algum, nem de temperos, implicava com as cores e os cheiros dos alimentos, uma chata.
Deveria ter recebido, naquela época, os corretivos adequados, mas a mãe e o pai não quiseram se dar ao incômodo e agora está ela aí, adulta, simpática, bonita, inteligente, divertida, encantadora... mas chata pra comer.
A chata pra comer não consegue trocar de marca. Aos quatro anos de idade comeu um iogurte de determinada marca e nunca mais quis nem chegar perto de qualquer outra embalagem que não fosse aquela sua velha conhecida. Ela estranha muito os novos gostos, mesmo que a diferença seja imperceptível. E é assim com mostardas, maioneses, conservas, café em pó, sopas de pacote: ela é fidelíssima ao primeiro amor - quando há troca de nome ou fabricante, ela nem olha.
A chata pra comer é alérgica a frutos do mar. Implica com tudo que leve ovo. Tira todas as nervuras do bife, e também as bordas, não come as bordas nem do filé. A chata pra comer pergunta por ingredientes que ela não identifica. Tem cebola neste arroz? Tem champignon neste estrogonofe? Tem palmito neste pastel? Tem bacon nesta batata? Ah, então não vou querer, obrigada. Ela é muito educada, a chata.
Ela também não come comida que seja regional. Sarapatel, carreteiro de charque, buchada de bode? Credo. Ela é fã de cozinha internacional de restaurante, a ver: suprema de frango, massa aos quatro queijos, camarão à grega. Ela é alérgica a frutos do mar, mas de camarão ela gosta. Frutos do mar, pra ela, são aquelas outras coisas nojentas: lula, mariscos, mexilhões.
A chata pra comer acha comida caseira sem graça. E o resto, sofisticado demais. Não gosta de nada muito apimentado, nem muito salgado, nem de carnes estranhas como javali, pernil e pato, nem de molho agridoce, nem de comida crua, nem de cozinha étnica. Junkie food, tudo bem, desde que sem picles e catchup. Pizza? Margherita, superoriginal. Sobremesa? Não é chegada a doces.
A chata pra comer ao menos bebe. Se não bebesse, seria insuportável.
Mas ela não é insuportável: é gentil, espirituosa, culta, empreendedora, charmosa e, claro, sendo chatíssima pra comer, a desgraçada é magra.
Namore alguém que... te diga para ir
Houve tempos em que achava que uma bela prova de amor era o tal do “please don’t go” e todos os seus derivados. Fique. Não me deixe. Não vá embora. Não vou aguentar ficar sem você. Os choros nas despedidas e os dramas nas distâncias, mesmo que curtas, mesmo que breves. Esse tempo passou. Hoje entendo que amor não mora nas restrições, mas na generosidade.
Namore alguém que te diga “vai”. Alguém que, quando você perguntar “você acha que eu devo ir?”, diga “sim, vai”. E “ir” pode ser físico ou não. Pode ser uma viagem, um projeto, uma mudança, um trabalho novo, um desafio qualquer. Alguém que segure sua mão e diga “pode voar bem alto que eu estarei ao seu lado”.
Namore alguém que fique feliz com os seus voos, as suas conquistas, os seus projetos. Alguém que esteja mais preocupado com a sua realização do que com a sua ausência. Alguém que entenda que, entre adultos, vale o combinado. É essa relação que queremos? É. A ideia é vivermos juntos, como casal, da forma que der? É. Pronto, isso basta. O resto é circunstância. As intenções são o que conta, não as turbulências naturais do caminho.
Namore alguém que te olhe sem medo e que vibre com as suas vitórias. Fuja de quem se sente ameaçado com elas – sobretudo se você for mulher. Não se engane com sabotadores travestidos de cuidadosos. Não se perca nas mãos de inseguros disfarçados de ciumentos. Não deixe que sua vida se confunda com a de outra pessoa, nem que essa pessoa se aposse da sua vida como se fosse dela.
Namore alguém que te diga “se for importante para você, vá”. Alguém que, sempre que possível, se habilite a ir junto. Alguém que se interesse pelos seus projetos, que ouça suas dúvidas e angústias, que opine, que incentive e que saiba que a decisão final é sempre sua. Namore alguém que entenda e aceite.
Li em algum lugar, há muito tempo, que o amor é como o mercúrio: um metal líquido à temperatura ambiente. A única forma de manter o mercúrio em nossas mãos é deixá-las abertas. Se você tentar fechá-las, o mercúrio vai escapar pelo meio dos dedos. O amor é assim: quanto mais livre estiver, mais tende a querer permanecer.
Namore alguém que sinta uma felicidade genuína pelas suas conquistas. Alguém que celebre tanto quanto você quando as coisas dão certo. E que, quando elas não derem certo, te diga “vamos lá, vamos tentar outra vez”. Alguém que sorria nas despedidas e que diga “vai passar rapidinho”, mesmo quando a gente sabe que não vai.
Apaixone-se pela capacidade de deixar ir. E também a descubra em si mesma. Saber ficar longe é tão importante quanto saber conviver todo dia. Aprenda a encontrar a felicidade na mão que se despede e não na mão que agarra e restringe. Prender é fácil. Deixar ir é imenso.
Namore alguém que sinta a sua ausência, mas não faça disso uma amarra. Alguém que tenha mais medo das suas frustrações por perder chances do que das dificuldades que os movimentos da vida trazem. Namore alguém generoso. E seja generoso de volta. É esse tipo de amor que tende a durar uma vida inteira.
Intensa paixão
Que paixão fez-te os lábios tão maduros num rosto de uma mulher tão bela. Minha alma por ti soluça num silencioso e vago momento.
Ao te ver uma tortura, pois sinto que não posso te ter. Cada instante perdido um sofrimento.
Pensar em amor é pedir para morrer, e não pensar é matar meu pensamento.
Quem eu sou!!!???
...talvez eu seja uma mulher, com os sonhos de menina...que acreditava em contos de fada.
A menina que sonhava todas as noites olhando para as estrelas e imaginando o futuro...
Que fechava os olhos e sonhava com um mundo lindo e perfeito...
A menina que esperava, esperava, esperava....
E com o passar do tempo foi crescendo e percebendo que nem tudo é azul...que alguns sonhos infelizmente não se realizam...e que existe mais pessoas mal caráter do que suponhava....e que derrota e desilusão faz parte da vida...para que se aprenda a crescer e amadurecer...e com o tempo foi vendo que não se pode só sonhar é necessário buscar também...
talvez eu seja a mulher que cresceu... escondeu todos os sonhos e deu a cara a tapas...mais que toda noite quando ninguém esta vendo...ela busca dentro dela toda a fantasia de menina, fecha os olhos e sonha....
E assim descobri que eu não sei quem eu sou...e também não tenho certeza para onde quero ir....mas tenho certeza que sou muito mais que muitas pessoas suponham...
E aprendi que é necessário se camuflar, esconder, e se reinventar de vez em quando, para que não atinjam, machuquem e matem a menina sonhadora que esta dentro de mim...porque ela sim sabe perfeitamente quem ela é....e para onde ela quer ir...e onde quer chegar.
POEMA
O que é um poema?
Uma maneira de dizer algo,
Um sentimento,
Um desejo,
É um expressar de sentimentos,
Te desejo,
Te adoro,
Te quero,
Forma fácil e bonita de dizer,
O que desejamos e queremos ter,
Dedicar um poema a alguém,
Pode ser dificil mas sabe bem,
O que acabei de escrever,
Será poema?
Não sei!
Uma certeza porém,
fica aqui,
Se teu nome é XXXXX,
Foi escrito pra ti!
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