Uma Cidade Chamada Felicidade
Tire seus pés do chão, voe com a felicidade.
A vista lá de cima é linda e você a perde quando deixa a vida te jogar para baixo.
A felicidade mora onde estamos em um estado permanente de nós mesmos,onde as coisas externas só podem entrar se for pra alimentar a felicidade.
Marcio Melo
A generosidade era jovem, cheia de alegria, e transmitia tanta felicidade.
Mas com o tempo, a generosidade envelheceu.
E toda sua alegria e felicidade se tornaram fraqueza, cansaço.
E a tantos que alegrou e transmitiu bondade, afeto,
Nenhum sequer apareceu; ninguém a reconhecia mais.
Mesmo assim, em meio a fraqueza e cansaço, não deixou de ser boa, caridosa, generosa.
Esta era a sua essência, que o tempo afadigou em velhice, mas não apagou.
Ao ver a maldade que corrompia os mais vulneráveis, ela, a generosidade,
Ao ver as vítimas da maldade, prestava socorro sem questionar,
mas estando fraca e cansada.
Um dia, a Fonte de Toda Bondade a viu e se compadeceu dela,
por ser tão boa, mas ser vítima do tempo, sem perder sua essência.
A Fonte de Toda Bondade veio a ela e perguntou:
"Generosidade, o que quer que eu lhe conceda?"
Ela, já fraca, velha, cansada, respondeu:
"Que acabe com a maldade do mundo."
Naquele momento, o tempo parou, a maldade desapareceu,
E a generosidade se tornou nova, forte, cheia de vida.
Então, ela, a generosidade, se tornou uma luz pura e poderosa,
e a todos que fossem dignos, ela os iluminava com a sua luz de generosidade...
A Generosidade - Metáfora
Por Marcio Melo
Caminho devagar, pois já venci as pressas. Minha felicidade não pede licença, mas nunca pisa no chão do outro.
Silvio Bueno
"Não importa se chamam de amor, ódio, saudade, felicidade, etc. São todos o mesmo sentimento, apenas foram definidos nomes diferentes para cada estado dele."
De que me adianta compor meus versos,
poetizar a vida, a felicidade e o amor?
De que me adianta ser poeta,
se os poetas não existem mais,
e o desamor, o perecível passageiro,
tem mais valor?
De que valem meus poemas, nunca lidos,
ignorados por superficiais
que se vendem como objetos
da nova indústria social?
Onde o superficial é uma propaganda
que encobre a realidade em declínio,
onde o amor e a felicidade
são propagandas num comercial
com personagens perfeitos,
imitando um passado que nem existe mais.
Assim, sou eu, um poeta no tempo errado,
poetizando o que já foi desejo de um passado
que deixou lembranças.
Hoje, ser poeta é ser ignorado
por um mundo em guerra, cheio de ódio,
onde meus poemas são descartados.
Por Marcio Melo
Menina, vem comigo,
quem sabe passear,
ver o mundo pelos olhos do amor.
Pra que a felicidade seja o clima permanente
enquanto nosso passeio durar,
e que seja por uma vida.
Pra que nunca se desmanche seu sorriso
e nunca apague o brilho dos seus olhos.
E quem sabe, menina,
sejamos pra sempre,
depois que nosso amor transcender.
Por Marcio Melo
Um homem pode escolher muitos caminhos, mas somente um o levará à felicidade verdadeira: o caminho até si mesmo.
A maior felicidade quando aniversariamos não é a nossa, mas daqueles que estão próximos a nós e que nos amam de coração. Para esses, é mais um ano ao nosso lado
Ataraxia
O caminho mais curto, na busca da felicidade está na filosofia. Essa nos permite, a conhecer a si mesmo e compreender que a felicidade não é atemporal. Ela nos auxilia na interação com o tempo. A felicidade é fragmentada, existem momentos felizes e infelizes. Logo digo; Tudo passa. É justo reconhecer a importância do passado, vislumbrar o futuro, mas viva o presente . Não se preocupe com aquilo que você não possa mudar !
A felicidade é estritamente atrelada a sensação de bem estar, e alimentada pelo desejo. O indivíduo sem objetivo, é uma alma vagante sem rumo, prumo ou direção. E o desejo? Este é a força motriz que impulsiona a vida.
081124
O verdadeiro obstáculo que impede a plenitude da felicidade humana é a força do querer. Os anseios corrompem o espírito, inflamam a alma e adormecem a mente!
Hoje eu acordei chorando.
Lágrimas de felicidade, não tristeza.
Pois num momento sem direção,
você veio por poucos segundos me acalentar.
Não te vi dormindo, pouco antes de acordar,
Mas quando percebi, na sua frente me ajoelhei e desatei.
Não soluçava, como agora, mas já chorava lagos e rios.
Tentei sua testa beijar, enquanto dormia serena, mas antes você acordou e me olhou.
Aquela cara de quem acaba de acordar, mas já ostentava seu zelo, tentando tirar da minha camiseta um pelo.
Parando para refletir, sua voz eu não me lembro de ter ouvido, mas as palavras eu entendi e as respondi com um riso baixo.
Antes que pudéssemos falar qualquer outra coisa, infelizmente virei para o lado, acordei e me afoguei.
Foram poucos segundos, não nego,
um curto infinito, aceito.
Mas nesse momento de dor,
Foi muito mais do que eu podia querer.
A Felicidade Entre a Declaração e o Silêncio
Há vidas que se sustentam no brilho da superfície. São existências que proclamam, com voz firme, estar felizes, como se a repetição da palavra fosse capaz de transformar o vazio em plenitude. Mas a felicidade que precisa ser dita é, muitas vezes, apenas máscara: uma narrativa construída para convencer os outros — e a si mesmo — de que há sentido onde, na verdade, há apenas vertigem.
Essa felicidade declarada é feita de festas intermináveis, de aplausos que ecoam por instantes, de conquistas que se dissolvem tão rápido quanto surgem. É uma felicidade que depende do olhar externo, da plateia que valida cada gesto, da confirmação que nunca é suficiente. Quando as luzes se apagam e o silêncio retorna, resta apenas a solidão. A companhia efêmera se desfaz, os vínculos superficiais evaporam, e o afeto é substituído por euforia passageira. A narrativa de que se está só “por opção” é escudo contra a dor de não encontrar alguém que corresponda às exigências de uma lista impossível. O brilho fora compensa o vazio dentro, mas não o elimina.
A felicidade autêntica, ao contrário, não precisa ser proclamada. Ela não se sustenta em discursos, mas em presenças. É discreta, mas sólida. Não nasce da necessidade de ser vista, mas da profundidade dos vínculos, da intimidade preservada, da paz que não depende de testemunhas. É uma felicidade que resiste ao silêncio, que permanece quando não há plateia, que não se desfaz quando o mundo se recolhe.
Declarar-se feliz pode ser, paradoxalmente, sinal de fragilidade. É como repetir uma frase para convencer-se de sua veracidade. A felicidade verdadeira não precisa de palavras: ela se reconhece no olhar sereno, na tranquilidade dos gestos, na ausência de necessidade de afirmação. É uma felicidade que não teme a invisibilidade, porque encontra sua força no íntimo.
Assim, distinguem-se dois modos de viver: o da felicidade declarada, que brilha intensamente, mas se apaga quando a energia externa se esgota; e o da felicidade silenciosa, que não precisa de palco, porque encontra sua plenitude no silêncio. Entre o parecer e o ser, cada um escolhe o caminho que deseja trilhar. Mas é no silêncio, e não na proclamação, que a felicidade revela sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em dizer “sou feliz”, mas em não precisar dizê-lo.
Tatianne Ernesto S.Passaes
Eu não vou negar que homem chora,
porque as vezes eu choro,
de saudade,
da felicidade,
do seu colo!
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