Uma Cidade Chamada Felicidade
Tomar remédios é andar sobre um fio. Cada comprimido é um pacto, uma promessa de silêncio na mente, mas também o risco de naufragar mais fundo. É um mar instável, uma química que tenta domar os monstros, mas às vezes os alimenta. Vivo entre marolas e calmarias artificiais, tentando não me perder no balanço frágil do que chamam equilíbrio.
Tem dias em que o cansaço pesa e a vida parece uma canção repetida. Mas mesmo nessa rotina silenciosa, há um fio tênue de esperança, o sono que acolhe, o descanso que renova, e a certeza de que, a cada amanhecer, uma nova nota pode surgir na melodia.
A dor não define quem sou, mas revela quem escolho me tornar, quem sabe uma alma que renasce das próprias cinzas, tecendo, com mãos feridas, já rasgadas pela vida, sua nova tentativa por uma redenção.
Não sou o que sofri, sou o que floresceu depois, uma história reescrita com a tinta invisível da resistência, um rosto onde cada cicatriz desenha o mapa secreto da coragem de recomeçar.
A resistência é uma arte que mora no silêncio, como pinceladas secretas sobre a tela invisível da vida, onde o que não se vê se transforma na mais imensa forma de força.
Minha mente é uma máquina que não perdoa, funciona em silêncio, mas nunca repousa. Arquiva dores com precisão cirúrgica, como se cada ferida fosse sagrada. Não esquece, não apaga, apenas acumula. Faz da mágoa um mapa, do trauma, um relicário. E cada lembrança mal curada vira engrenagem, girando sem fim no escuro.
Uma espada nunca matou ninguém; é apenas uma ferramenta nas mãos do assassino.
Quando encontro-me em uma condição que sinto a necessidade de abater alguém, é porque o indivíduo é superior a mim, nem sequer o combato, junto-me ao mesmo, o sucesso é coletivo.
Eu sou uma pessoa calma, o problema é que o estresse de estragar uma flor é o que me deixa estressado. Mas isso logo passa depois que eu acendo um.
Quando há intolerância por parte daqueles que os governam, levam uma nação à guerra, o discurso da PAZ nunca terá precedência sobre o reconhecimento da igualdade, e temos a ignorância de um povo que assassina sua própria espécie humana.
Não há palavras para expressar a beleza de uma flor que tem um nome delicado e que pode traduzir o tempo que passou, modificou e aperfeiçoou o bem e o mal do amor.
Você nunca será capaz de impor a verdade a uma pessoa acéfala, mesmo que prove que todas as suas teorias são baseadas apenas em suas próprias mentiras.
O Ser em sua arrogância se considera uma grande obra, mas aquele que ama é mais divino que o objeto amado, pois possui em si mesmo divindade, oferecendo paz, esperança e sendo uma luz divina para os outros. Virtude que o dinheiro e o talento não produzem.
Existe uma lenda, e essa lenda diz que quando um nova estrela chega ao céu, as outras estrelas se apagam para que ela brilhe mais.
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