Uma Cidade Chamada Felicidade
A flora com sua vitalidade
possui uma bendita calma preciosa
contida numa bela austeridade
que supri a necessidade da alma
e sem dificuldade a revigora,
dessarte, é sensato observá-la
por esta sua essência transformadora.
Uma memória de uma vivência breve
pode ter uma valor imensurável
se for rica em simplicidade,
em euforia, em vitalidade,
de uma maneira liberta,
sem cobranças, sem maldade,
assim, na mente pode tornar-se eterna e ser transformada
numa dose de coragem.
Isso faz parte da grandiosidade da vida
que mesmo sendo passageira,
pode ter um sabor de eternidade
se for constantemente usufruída na beleza de cada simples detalhe.
O Hoje é invariavelmente o fruto de uma semente lançada há pelo menos cinco anos. O diferente disso é exceção e não a regra. Plante certo e tenha paciência, pois a árvore crescerá e na estação correta haverá flores e frutos.
O tempo do ser humano é como um fluxo de água gotejado apressadamente de uma represa que está cedendo.
Sendo assim, considerar preciosa cada batida do coração, cada segundo vivido, cada minuto de dedicação, é compreender que não há nada mais valioso do que a Vida.
O Fôlego é uma partícula do Sopro Divino em nós, o que fazemos com ele evidencia quais valores temos na vida e em que ponto estamos no Caminho para a Eternidade.
O Tempo é uma lâmina longa bem fina na ponta e bem larga no fim.
Ela nos atravessa segundo a segundo até o último instante, onde conheceremos não o final, mas o início de tudo, e como prêmio a Mão de Quem a possui.
Existe uma trajetória cheia de degraus entre a Ignorância e o Conhecimento. Sendo a Ignorância o mais cômodo dos lugares e o Achar que Sabe o mais perigoso dos degraus.
Uma riacho festeja em seu caminho a vitória do fino equilíbrio de reciprocidades entre o Céu e a Terra. Sem chuva, sem reciprocidade, qualquer fonte seca.
Há uma necessidade instintiva por soberanos, zigurates, torres, castelos e pirâmides, fruto, de um lado, da sede por explicar angústias, e do outro, da vaidade em poder suprir essa sede.
O Tempo é uma máquina insaciável de moer vida, então deixe que ele, o Tempo, faça o trabalho dele, já é o suficiente, não precisamos permanecer investindo batimentos cardíacos em situações negativas.
Ser tolerado, ser querido, ser amado, pontos cardeais de uma busca sem fim pela aceitação.
Por isso, antes de tudo, se tolerar, se querer e se amar, pois com fome do básico qualquer migalha parece pão.
Um rio pode ser represado, desviado, mas nunca detido, pois seu fluxo é contínuo e se uma direção lhe é impedida, outra inevitavelmente é aberta.
Se insistiu, investiu, se esforçou em uma direção e está óbvio que só te consome, pare, pense, olhe para outro lado!
Haverá um caminho que te encaixa sim, porém não se mova bruscamente.
Planeje com cautela seus passos, pois sair bem é o mínimo e se retirar deixando saudade é o mais que ideal.
Vaidade é uma das forças que movimentam a Humanidade, então cabe entender que a busca pelo próprio louvor estará sempre obscurecida atrás de uma aparente expressão de nobreza.
Em uma ocasião, um assaltante me acertou uma coronhada atrás da cabeça e assustado perguntei:
- O que eu fiz de errado?
Ele me respondeu:
- Você existe!
Moral da história: A percepção de sua existência como boa ou ruim depende da utilidade ou significado que você representa naquele instante.
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