Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa

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A Ordem Primeira


Sobre Ele, nada;
sem Ele, o que é não pode ser.


Ele é a ordem primeira,
Ele é o fluxo perfeito.


Ele é o criar do dia
e o destruir da noite.


Ele é a entrega perfeita
e a resposta expressa.


Ele é natural.






Esse é a ideia de Deus no Entregacionismo.

Sobre ficar, quando é hora de ir…

Quantas vezes você já se percebeu aguardando uma mensagem que não vinha,
uma atitude que nunca se confirmava,
uma decisão que sempre ficava para depois?

Quantas vezes você já tentou se convencer de que era só uma fase,
que o tempo iria resolver,
que a pessoa iria mudar?

E, principalmente:
quantas vezes você já permaneceu em um lugar que não te entregava o que você sabia, no fundo, que merecia?

Em algum momento, quase todos nós passamos por isso.
Não é um sofrimento escancarado, não é drama evidente, não é caos.
É algo mais silencioso — e justamente por isso, mais perigoso.

É aquela sensação constante de espera.
De estar sempre aguardando algo que nunca se define.
Uma resposta que não vem.
Um gesto que nunca chega.
Uma decisão que sempre fica para depois.

E, se você for honesto consigo mesmo, sabe exatamente do que estou falando.

Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.

Esperança de que a pessoa se envolva mais.
Esperança de que, em algum momento, ela se posicione.
Esperança de que o tempo resolva aquilo que a outra pessoa se recusa a enfrentar.

Enquanto isso, você vai se moldando.
Ajusta o tom.
Reduz expectativas.
Tolera silêncios que machucam.
Aceita ausências disfarçadas de “fase”.

E vai ficando.

Não porque está em paz.
Mas porque sair parece doer mais do que permanecer.

O problema é que esse tipo de relação não termina de uma vez.
Ela consome aos poucos.

Consome sua energia.
Consome sua autoestima.
Consome sua capacidade de desejar algo inteiro.

Há pessoas que não prendem pelo amor — prendem pela indefinição.
Elas não dizem “não”, mas também nunca dizem “sim”.
Elas cozinham sentimentos em fogo baixo.
Mantêm o outro ali, orbitando, esperando, projetando.

E quem espera demais começa a viver menos.

Começa a adiar planos.
Adiar encontros verdadeiros.
Adiar experiências.
Adiar a própria vida.

O mais cruel é que, com o tempo, você passa a acreditar que o problema é você.
Que está pedindo demais.
Que precisa ser mais paciente.
Mais compreensivo.
Menos exigente.

Quando, na verdade, o mínimo nunca foi entregue.

Existe um momento — silencioso, mas decisivo — em que a gente precisa escolher.
Continuar esperando ou agir.

E agir dói.

Dói se posicionar.
Dói dizer “isso não me basta”.
Dói aceitar que a pessoa talvez nunca será aquilo que você projetou.

Mas essa dor é limpa.
Ela tem começo, meio e fim.

Diferente da dor de ficar, que se espalha, se infiltra, se prolonga.

Quando você se posiciona, algo importante acontece:
Você quebra o ciclo da espera.

E ao fazer isso, você não perde — você abre espaço.

Espaço para relações que não precisam ser adivinhadas.
Espaço para pessoas que sabem o que querem.
Espaço para vínculos onde presença não é esforço, é escolha.

O terreno só se torna fértil quando você para de ocupar espaço com aquilo que não cresce.

Agir não é desistir do amor.
É desistir de ser refém.

É escolher a própria dignidade, mesmo tremendo.
É aceitar o vazio temporário para não viver um vazio permanente.

Porque a verdade — dura, mas libertadora — é simples:

Quem não se posiciona, já escolheu.
E quem espera para sempre, paga com a própria vida.

O problema, por vezes, não é sobre quem somos, mas sim sobre o que as pessoas pensam e o que esperam de nós.
Vivemos, tantas vezes, entre a essência e a expectativa, tentando equilibrar aquilo que somos com aquilo que os outros idealizam.
Contudo, a serenidade começa quando compreendemos que não fomos feitos para corresponder a todas as projeções, mas para sermos fiéis à nossa própria verdade.
Furucuto, 2026.

⁠COMO VOAR
Eu aprendi a voar sobre o mar
A planar sobre as alturas
Soube como nadar no teu olhar
Como sentir tua pele pura
Queimei meus pensamentos na lava
Joguei meu corpo em cima do teu
Me voltei contra mim
Mas já estava perdido em ti
Me encantei sobre o teu rosto
Me admirei pelos teus detalhes
Transmiti desespero e nervosismo
Mas teu toque me deixou ao seus pés
Como posso me perder tendo chão pra correr
Consigo apenas me reencontrar com teu chamar
Apenas deitada no chão esperando
Esperando pra você me salvar

⁠É preciso entender que desde que o mundo é mundo existe o interesse em ganhar, faturar sobre algo ou alguém, isso não vai mudar, o que acontece em alguns casos, (pessoas e instituições) que aplicam a gratuidade, vezes vem disfarçada também de alguma intenção de retorno, mesmo que seja somente de marketing.
Agora quem realmente doa, é uma minoria, que dificilmente você vai ver por ai dando bandeira.

NA PRÓXIMA ESTAÇÃO

No vácuo espesso da minha incoerência,
caminho sobre trilhos que eu mesmo forjei.
Teu silêncio ressoa em mim
como ferro antigo rangendo no frio.
Aprendi cedo a vestir armaduras.
A confundir silêncio com força,
rigidez com caráter,
distância com equilíbrio.
Mas há um trem parado dentro do meu peito,
um apito que insiste em nascer
e não aceita mais o aço como morada.
Sou peregrino do que ainda não compreendi,
exilado nas fronteiras da própria resistência.
E começo a perceber:
não é o mundo que me endurece —
sou eu que ainda tenho medo de sentir.
Se a vida é viagem incerta,
talvez o erro seja parte da rota,
e cada queda, um ajuste de direção.
Não sou aço.
Sou travessia.
Na próxima estação,
desarmo-me.
Deixo no banco vazio
a armadura que me protegeu
e também me isolou.
Liberto-me de mim
não para desaparecer,
mas para existir sem defesa.
E então, no cais do teu ser,
o mar já não me ameaça.
O naufrágio deixa de ser destino
quando compreendo que amar
não é perder força —
é escolher vulnerabilidade com consciência.
Não te encontro como salvação.
Encontro-te como escolha.
Deixo de ser busca tensa
para ser presença inteira.
Na próxima estação,
não sou menos homem —
sou mais verdadeiro.

J Rabello de Carvalho

Sobre Abusadores e Abusados


Eu...fui uma criança que não conheceu o pai e era feliz assim, até que aos quatro anos de idade levei um tapa na cara de um gigante muito forte enquanto com um canecão de alumínio despejava água para que o gigante escovasse sua dentadura, e foi assim que conheci o meu padrasto.


Com o tapa, que mais percecia um soco mesmo, cai, bati com o queixo no chão e de alguma forma cortei o céu da boca e doeu, e sangrou bastante. Assim foi a minha vida até os 16 anos quando finalmente eu criei coragem e fugi para São Paulo com uma namorada e lá construímos nossa própria família.


Foram 12 anos de abusos físicos e psicológicos, e naquele tempo era aceitável pelas Leis, e minha mãe também vítima de abusos psicológicos, pois nunca presenciei agressão física contra ela, aceitava tudo de boa.


Ninguém veio me salvar. Ah! Como eu sonhava com isso. Não consegui amar de verdade minha mãe até o dia que ela faleceu, não conseguia entender a razão de ela não ter feito nada todas as vezes que ele me bateu.


Hoje vejo o povo Venezuelano, que por anos vem apanhando, e nós? Da América do Sul nada fizemos. Salve os Norte Americanos!!!

Se você parar para refletir sobre os maiores erros da sua vida!?


Você irá perceber que nenhum deles começou grande;


Porque, na verdade, a maioria dos grandes erros começam nas pequenas falhas;
Sejam elas no seu comportamento ou nas suas escolhas.


Leva essa lição para sua vida;
Erre o menos possível porque nem todo erro vira aprendizado, alguns se transformam nos maiores arrependimentos da sua vida.

SOBRE ESCREVER... (poesia de Lina Veira)
A poesia sopra dentro de mim
Excita e despe minha alma
Um poeta não tem pele – escrevi
Toda arte de escrever é inicialmente SUOR
Trabalho e exercício criativo
Uma vantagem pessoal
Um brinde estratégico da vida
O significado do escrever é sinônimo do escrever
“Necessidade “- Escreveu Machado de Assis
UM LIVRO QUE VOCE NÃO ESCREVE
FICA ENGASGADO NA SUA CABEÇA
ESCREVER, É TAMBÉM abençoar a vida, já dizia Clarice Lispector
Um escritor está sempre concentrado
OBSERVANDO
OBSERVANDO
Esperando como uma meditação mindfulness
A qualquer momento chegará uma inspiração
Selecione, relacione, organize
A escrita precisa de massagens nas costas, nas mãos
De rodas de amigos
De trilhas de pedras
Do confronto das Ideias
Do abismo representativo que assola
Da agitação dos braços e do coração.
Quanta tensão em cima do muro!
Respira a escrita ofegante
Suando, suando
Lembra do muro que caiu na década de 80?
Dos Heróis que morreram de overdose?
Dos inimigos no poder...
Continuamos desiguais na fisionomia,
na cor e raça
Mas Iguais nos sonhos como aquele garoto
que queria mudar o mundo...
Como mercadorias, nas prateleiras, acumuladas, fechadas em arquivos, retalhadas em pirâmides, assim, assim reconheci minhas letras brincando com as palavras
Fechados como um amigo que espera
AO LADO DE MUITOS
A RIR-SE DA HORA, O LIVRO NOS FAZ PENSAR
NOS TRAZ A VANTAGEM DE nos ALIMENTAR DOS SABERES
DO PODER DE SER MAIS, DE FAZER MELHOR.
TRANSPORTÁVEL, consagrado
PRONTO PARA FALAR DE QUALQUER ASSUNTO
Que assunto? Depende do tema ou ideia desenvolvida
Escrever é fazer mágica, reinventar o que já existe!
Observe e anote, guarde movimentos da alma, da imaginação.
Ninguém nasce sabendo escrever bem.
Então escreva, treine!
Uma mentira , uma fantasia, uma realidade
Um texto genial , uma ideia ruim também
Defenda seu ponto de vista, sua ideia formada, seu vexame, sua escrita nascida, assim por diante...
ESCREVA , TREINE!
DERRAME VOCE NO MUNDO!
Lina Veira 16.11.24
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SOBRE ESCREVER É UMA POESIA
sobre o pensar profundo do antes e durante a escrita, usando a prática para organizar ideias, refletir com sinceridade e comunicar com clareza e impacto, transformando sentimentos e conceitos complexos em palavras acessíveis. Trazendo o conceito da comunicação e do livro, não apenas na técnica. Escrever é um processo de mergulho na alma, coragem de ser autêntico e de buscar a verdade, onde o ato de escrever se torna um meio de descobrir o próprio pensamento.
esse texto foi dividido entre alguns autores da antologia Memórias Literárias de um sábado.

O Banquete de Argila

À noite, as xícaras são sentinelas brancas sobre a mesa,
Rígidas como o gesso do meu parto, aquele erro, Aquele nó indesejado que o sangue não soube desfazer.
Você parou no umbral,
O hall transformado em abismo,
Partindo antes mesmo de habitar o próprio rastro.

Agora você retorna,
espectro de louça e mágoa,
Bebe o chá amargo nas minhas xícaras de ossos.
Enquanto o ódio flutua na superfície, como nata.
E papai aquele gigante de botas e fúria ruidosa
Me expulsa do mundo com um gesto de ferro,
Me tranco do lado de fora de mim mesmo.

É sobre decisões para "governança": muitas vidas crescem apoiadas demais na figura do "dono", sem se alterarem, se importarem, com os acontecimentos ao redor!
Funciona até o dia em que vira risco: no isolamento acústico para os apelos de viver, na insociabilidade, o crescimento vira tensão e não escala!
Este é o ponto em que alguém precisa sair do "fazer só para si", e assumir o papel de "sua parte no mundo", e de sua vida interagindo com outras!
Uma vida, pertence ao universo ou a um "dono"?
A falta de interação com o ambiente arruina qualquer relacionamento, de dentro para fora ou de fora para dentro; "se alguém não se entende, nunca entenderá o universo ao seu redor"!

Liderança é sobre como lidar com sonhos e aspirações.


Uma boa dose da liderança está alicerçada na premissa de que há um futuro a construir.


Por isso devemos distinguir liderança de gerenciamento.


O gestor tem sempre os pés no presente, enquanto o líder pode estar mirando o que ainda não existe.

Final de dezembro


O mês de dezembro se aproxima,
e a gente para, pausa para refletir
sobre o ano inteiro, tudo que se fez (ou não).
As músicas antigas voltam,
com aquela nostalgia de criança,
mas não há mais tempo para pensar nisso.
Você não fez nada este ano todo.
Sempre colocou expectativas, metas,
e a única que conseguiu cumprir
foi a de continuar vivo.
Vivo para se iludir de novo, no próximo ano.
O consolo está na mesa,
No dia do Natal:
o estômago cheio, a máscara no rosto,
fingindo sorrisos para a parente que se detesta.
Que venha o novo ciclo!
É, o ano vem e as metas seguem.
Talvez eu só coloque mais uma:
Parar de fumar.

Notas sobre ela.
Antes de amar alguém, acima de tudo ela se ama.
Antes de respeitar alguém, em primeiro lugar ela se respeita.
Vale lembrar que, antes de desacreditar nela, ela tem um Deus que diariamente está ali firmando credibilidade.
Só com Ele ela faz âncora de vida, sendo assim, ninguém faz ela naufragar.
Então, assim vos digo: nada que venha contrários aos meus princípios vai fazer qualquer diferença na minha vida.

Li algo sobre ventanias que invadem a alma, agitam emoções e desejos que muitas vezes desafiam a razão. Que podem ser leves ou poderosas, impulsos que arrepiam os pelinhos, deixam a boca úmida ou até mesmo faz a perder o equilíbrio. Um fogo que aquece, mas também consome. É o que nos faz levantar antes do amanhecer para perseguir um sonho, ou mergulhar de cabeça em algo que dá sentido à vida.
Os poetas a celebram, ...
Paixões, quem nunca? Paixões mudam a Gente! Mudam a Vida...
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi

Apego Ato 1

Luz sobre ele. Silêncio. Ele respira fundo.)

Que fiz eu…

Que fiz eu, senão tomar mãos humanas
e moldá-las em divindade?

Era carne como eu.
Era falha como eu.
E ainda assim, eu a vesti de eternidade.

Com minhas próprias mãos ergui o trono.
Poli a madeira com expectativas,
revesti-o com promessas que nunca foram ditas,
e a coloquei lá no alto… acima de mim.

(ri, amargo)

E então ousei perguntar por que não me via.

Mas como poderia?
Do alto do altar que construí,
tornei-me chão.
Tornei-me base.
Tornei-me invisível.

Ó coração tolo,
confundiste amor com reverência,
entrega com submissão,
admiração com ausência de si.

Não foi ela quem subiu
fui eu quem me ajoelhei.

(pausa)

Amor…
amor não pede joelhos.
Não exige plateia.
Não se alimenta de distância.

Amor é encontro.
É altura contra altura.
É dois olhares no mesmo nível do céu.

E se hoje sofro…
não é por não ser visto.

É por finalmente enxergar
que fui eu quem construiu a própria sombra.

(Luz se apaga.)

Sobre Covardes

Demétrio Sena - Magé

Compreendo as mensagens de cancelamento
em silêncios, distâncias e medo profundo;
é difícil passar pelo meu pensamento
e manter confortáveis os olhos pro mundo...

Só não posso romper as verdades do assunto,
quando vestem os panos do nosso momento;
não me deixo calar; quem não quer pensar junto,
não precisa fugir; aspirar outro vento...

Mas entendo covardes; deve ser medonho
esse medo da vida e da busca do sonho
desse mundo de todos e não de alguns donos...

Imagino entre os panos a borra contida
dos que têm que temer a minh'alma perdida,
como mandam dos púlpitos, grupos e tronos...
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Estela, assim como o seu nome, passou como uma estrela sobre mim.
Deixando a lembrança do seu brilho e a saudade da sua beleza.


Queria poder sorrir como antes, ser o Eu de antes, mas já não vive mais em mim.
Assim como você partiu, junto uma parte minha também se partiu.
Nunca mais serei a mesma.


Agora me sinto solitário, vazia
Com uma dor permanente,
As lembranças figuram em minha mente,
E o que antes me gerava alegria, agora são colhidas como dor.

Analisando e expondo de forma sutil, sobre problemas da sociedade sem precisar falar quase nada:


Todos sabem quem é Musk (Elon), mas Alice Walton ninguém abre a boca à comentar (quem é mesmo essa)?


Não, sobre economia e política com relação às mulheres, ninguém realmente andou interessado..

Quanto menos as pessoas estiverem alertas sobre o que acontece, menos elas vão saber. E quanto menos souberem, mais ignorantes elas continuarão sendo. E, se continuarem ignorantes, nenhuma mudança será vista no meio social.


Quando alguém não entende ou não está consciente do que acontece ao seu redor – seja na sociedade, na política, na cultura ou em seu próprio ambiente – ela se torna incapaz de questionar e mudar algo. Isso mantém tudo parado, sem transformação.


A ignorância, nesse caso, não é só falta de conhecimento, mas também falta de interesse em buscar a verdade. E enquanto isso continuar, nada muda de fato, nem no social, nem no pessoal. Para mudar, é preciso primeiro entender o que está acontecendo, enxergar a realidade e agir.


Se ninguém busca saber, tudo fica como está. Por isso, é necessário se manter consciente e atento para que algo possa realmente mudar.