Um Poema para as Maes Drummond
Que tenhas
Muros para o vento
E um tecto para a chuva,
E bebidas junto ao fogo
Risos para te alegrar
E perto de ti aqueles que amas,
E tudo aquilo que o teu coração possa desejar.
Ah, se a juventude que essa brisa canta
Ficasse aqui comigo mais um pouco
Eu poderia esquecer a dor
De ser tão só
Prá ser um sonho
E aí, então, quem sabe alguém chegasse
Buscando um sonho em forma de desejo
Felicidade então prá nós seria
E depois que a tarde nos trouxesse a lua
Se o amor chegasse eu não resistiria
E a madrugada acalentaria a nossa paz
Fica, oh, brisa fica, pois talvez quem sabe
O inesperado faça uma surpresa
E traga alguém que queira te escutar
E junto a mim queira ficar...
Amor tem as formas de um outono,
tristeza tem aroma de janeiro,
saudade tem as cores de uma praça
e alegria tem gosto de brigadeiro.
A paixão é de todas as cores,
desilusão é preta e branca.
Inverno tem cheiro de abraço
e é docinho o sabor da esperança.
Sim, e quantas vezes um homem precisará olhar para cima
Antes que ele possa ver o céu?
Sim, e quantas orelhas um homem precisará ter
Antes que ele possa ouvir as pessoas chorar?
Sim, e quantas mortes ele causará até saber
Que pessoas demais morreram?
Nota: Trecho da música "Soprando no vento".
Um conselho aos esquenta bancos: Deus não quer crente morno. Ser membro de uma igreja não é sinal de salvação, porém, o salvo por Cristo Jesus faz obras realmente por ser salvo.
O recado que tenho a dar para aqueles que estão acomodados, desviados, desanimados, não fazendo absolutamente nada pelo próximo, é na verdade algo vindo de Deus:
"Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca." (Apocalipse 3:15-16)
Não seja um crente 'mais ou menos'. Deus não quer migalhas da sua vida, não quer uma entrega de 99%. Ele quer 100%, Ele quer ser o primeiro na sua vida. Do contrário, Ele irá vomita-lo. Duro o que eu disse? Não fui eu quem disse, foi a própria Palavra de Deus!
"Esta vida é um perpétuo combate e a filosofia o único emplastro que podemos pôr nas feridas que recebemos de todos os lados.
**emplastro ( Preparação terapêutica adesiva que tira a dor)
Retrato falado
Seu sorriso se transforma em um passe de mágica
Do dia nublado
Para um dia radiante com céu azul
Seus olhos cor de jabuticaba
Mostra a menina, mulher que chegou ao uso da razão e da idade vigorosa,
Que sonha, brinca, mas seus pés teimam na realidade,
Seus cabelos pretos longos e lisos
Mostram a beleza genuína Amazônica.
Poeminha para Jesus
Minha vida sem Jesus...seria um fardo,seria cruz...
Minha vida sem Jesus eu não teria chão,pois caminharia na escuridão.
Minha vida sem Jesus,não enxergaria amor,só a dor.
Minha vida sem Jesus não teria sentido,viveria em vão com angustia no coração.
Minha vida sem Jesus estaria perdida,pois ele é meu caminho minha verdade minha vida.
Minha vida sem Jesus seria cega sem luz.
Agradeço minha abençoada vida a Jesus !!!
"Para um bom conto de fada atualizado. Uma chapéuzinho vermelho terminaria com o "FELIZES PARA SEMPRE"....- antes de ser comida por ele. Passeando pelo shopping com seu Lobo Mau numa bela coleira."
—By Coelhinha
Vi um homem que tinha o poder de voar, fugir das prisões mais seguras, tinha também o poder de ler a mente das pessoas, este homem tinha um olhar fixo, compenetrado, segurava firme em suas mãos a liberdade ...
Este homem, lia um livro.
Kaab
Eu gosto tanto de você
Você diz gostar de mim
Que às vezes me pergunto
Será que isso um dia vai ter fim?
Pois sem um fim, a vida não teria propósito
Ou seria o propósito, o próprio caminho?
De viver um sonho tão querido
Não sei, talvez não houvesse propósito
Apenas gratidão por te-lo vivido
Querer as coisas que não podemos ter
De tentar alcançar o impossível
Para vivenciar apenas um momento
Uma fração daquilo
Que enquanto vivi, sei que foi infinito
E contra maré a gente continua
Competindo contra os nossos erros
Tentando consertar aqueles que cometemos
Comemorando as vitórias
Que devemos a nós mesmos
Me diz minha querida amiga
Quando tudo o que restar de nós
Forem as memórias empoeiradas nos móveis da sala
E os pequenos sonhos colados nas paredes
Promessas e teu nome rabiscado com gizes
Será que você ainda se lembrará,
Do quanto éramos felizes?
E quando ouvires notas erradas
num qualquer violão
Você ainda se lembrará de mim cantando,
Aquela nossa favorita canção?
E se um dia eu não estiver mais aqui
Por alguma infelicidade da vida
Quero que me prometa menina
Que só não se esqueça que, para mim
Você sempre foi a minha melhor amiga
Os anos passam sem parar
E não vemos uma solução
Só vemos promessas de um futuro que não passa de ilusão
E a esperança do povo vem da humildade de seus corações,
Que jogam suas vidas seu destino nas garras de famintos leões
Há momentos, em que o melhor a fazer...
É retirar-se, ausentar-se um pouco,
isolando-se em si mesmo(a)...
Para refletir,
repensar,
renovar-se,
E só então regressar,
com a esperança recomposta
com a alma disposta,
sentindo-se bem e forte
pra recomeçar.
— Você é um idiota.
— Foi por isso que você não me ligou? Porque sou um idiota?
— Não. — Magnus caminhou em direção a ele. — Não liguei porque estou cansado de
você só me querer por perto quando precisa de alguma coisa. Estou cansado de assistir
enquanto você está apaixonado por outra pessoa... outra pessoa que, por acaso, nunca vai amá-
lo de volta. Não como eu amo.
— Você me ama?
— Seu Nephilim idiota — disse Magnus, pacientemente. — Por que outra razão eu estaria
aqui? Por que outra razão eu teria passado as últimas semanas consertando seus amigos
imbecis cada vez que se machucam? E o tirando de cada situação ridícula em que se mete?
Sem falar em estar te ajudando em uma batalha contra Valentim. E tudo de graça!
— Não tinha pensado por esse lado — admitiu Alec.
— Claro que não. Você nunca pensou por lado nenhum. — Os olhos felinos de Magnus
brilharam com raiva. — Tenho setecentos anos de idade, Alexander. Sei quando alguma coisa
não vai funcionar. Você sequer admite para os seus pais que eu existo.
Alec o encarou.
— Você tem setecentos anos?
— Bem — corrigiu-se Magnus —, oitocentos. Mas não aparento.
Hoje me perdi nas lembranças…
e, por um instante, não quis me encontrar.
Voltei a lugares que já não existem como antes,
revivi vozes que hoje só moram no silêncio,
toquei ausências que ainda sabem o meu nome.
Há memórias que abraçam.
Outras apertam.
Algumas ensinam.
E todas, de algum jeito, nos lembram de quem fomos.
Hoje eu me perdi…
mas talvez tenha sido só a alma visitando
as versões antigas de mim
para ter certeza
de que sobrevivi a todas elas.
Ao brilhar um relâmpago nascemos,
dura inda seu fulgor quando morremos:
tão curto é o viver!
Glória e amor por que nos consumimos
sombras de um sonho são que perseguimos:
acordar é morrer!
Meu olhar é criança carente pedindo colo
é carência de ganhar um beijo,
beijo de garoto maroto,
menino homem.
Meu desejo é vontade dos teus olhos
é querer saciar fome, de matar sede.
Minha sede é pedido de carinho
busca de chamego !
Eu sou um gato, negro como cor da noite.
Livre e misterioso como os astros no firmamento.
Tens medo do mistério?
Dele crias lendas, medos e fantasias?
És supersticioso e preconceituoso?
Não me use nas suas inseguranças.
Eu sou um gato preto.
Eu sou uma vida, eu sou mais uma beleza da criação, assim como você e tudo que existe neste imenso cosmos.
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