Um Poema para as Maes Drummond

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Você é como uma canção, a cada nota um sentimento, a cada melodia, um pensamento, uma mistura de calmaria e tempestade, um momento, uma lembrança, uma esperança, um sorriso, uma lágrima, muitas emoções.
Para mim você é assim. Essa canção que faz bailar na chuva, na rua, nas estrelas. Eu amo a essência do seu coração, essa alegria dos seus olhos, essa mania de menina, esse sonho de mulher, esses pés no chão e a cabeça no céu.
Falar de você é fácil. Você é tão transparente, tão generosa, tão única, eu amo nossos encontros, nossos abraços, nossos debates, eu amo suas motivações, eu te desejo um turbilhão de paz, saúde, alegrias. Amo nossa amizade, amo ter você pertinho de mim.

O Momento Decisivo: O Instante que Não Volta


A fotografia vive do instante. Há um segundo exato em que tudo se alinha: a luz, o gesto, o olhar, a atmosfera. É nesse ponto de encontro que nasce a imagem única, impossível de ser repetida.


O momento decisivo não é apenas técnica — é sensibilidade. É estar presente, atento, entregue ao que se revela diante de si. É confiar que, em meio ao fluxo da vida, há uma fração de tempo que guarda a eternidade.


Quando o clique acontece, não se captura apenas uma cena. Captura-se o irreversível: aquilo que não voltará a acontecer da mesma forma.


E é justamente por isso que a fotografia emociona. Ela congela a vida no exato ponto em que ela estava prestes a escapar.


A arte de fotografar é, então, a arte de estar pronto. Pronto para ver, sentir e decidir. Porque o tempo não espera — mas a imagem, uma vez feita, resiste ao esquecimento.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Retrato e Alma: O Olhar que Fala


No retrato, mais do que rostos, o que se busca é a alma. Um olhar, quando capturado com verdade, pode dizer mais que mil palavras — pode contar histórias, revelar silêncios, expor fragilidades e, ao mesmo tempo, guardar mistérios.


A fotografia de retrato não se limita à superfície. Ela atravessa a pele e chega ao invisível. É a tentativa de traduzir em imagem o que não pode ser tocado: a essência.


Por isso, diante da câmera, não basta posar. É preciso se permitir ser visto — mesmo que em partes, mesmo que nas frestas de um olhar distraído ou numa expressão que escapa sem querer.


O retrato verdadeiro não é apenas sobre quem é fotografado, mas também sobre quem fotografa. É o encontro entre dois mundos: o da lente que busca e o da alma que, por um instante, se deixa revelar.


Um olhar pode ser espelho, pode ser janela, pode ser abismo. No retrato, ele é tudo isso ao mesmo tempo.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Ela tem um coração de pedra.
Ela é tão crítica.
Ela é tão cruel.
Ela ri da sua dor.
Ela supera qualquer terror.

Sou uma fortaleza.

Sem colunas para me sustentar.

Possuo um interior confuso e bagunçado, repleto de rachaduras, algumas dessas, até já foram reformadas pelo tempo, mas as lembranças insistem em reabri-las.

O chão, por muitas vezes me falta, confesso.

O teto, dia após dia teima em se despedaçar e desabar sobre meus ombros já cansados.

Mas minha fachada, esta sim me enche de orgulho, com seus muros de rocha bruta, sempre enfeitada com um lindo sorriso e muito iluminada com o brilho dos meus olhos.

Todo mundo tem um quase amor. Uma história que por capricho do destino ou por desleixo nosso não aconteceu. Mas o problema não é isso. O problema é o que isso faz com a gente.
Como pode, uma história que não chegou a acontecer não deixar que outras aconteçam? Como pode um amor que deu errado, fazer com que pensemos que nenhum mais dará certo.
Quando a gente é criança a gente tem medo de fantasmas, de espíritos de gente que já morreu. Mas quando a gente cresce a gente percebe que os fantasmas são outros! Fantasmas de gente que morreu dentro da gente, mas que ainda nos visitam! E o que mais assusta não é a sua presença. O que mais assusta é a ausência que essa presença faz... Texto: @marcosbulhoes

O amor não machuca, o amor cura.
Ser amado não machuca, o que machuca é um amor não correspondido.
Nem sempre as pessoas falam a verdade, mas usam momentos para usar o seu sentimento.
Amar a pessoa errada é amar a solidão.

Se cada um cuidasse de si, investindo tempo em curar as próprias dores, em nutrir os próprios sonhos e conquistas, o mundo seria mais leve.
Haveria menos interferência, menos conflito.
Mais paz.
Mais tranquilidade.

Tem certas horas que só mesmo um café, vários pensamentos e
o silêncio da noite, pra ficar em paz.
É que em certas horas as lembranças confortam a dor que trazemos no coração.

COM UM AMIGO:
Praia deserta vira luau
Filme em casa vira cinema
Comida misturada vira iguaria
Tristeza vira alegria.

Eu mudei um pouco sim:
Antes, quando a garota falava
- Eu te amo!
Eu perguntava o quanto.
Hoje, pergunto rindo
- Até quando?

Engraçado como tudo muda em um piscar de olhos

Ontem eu era a garotinha perfeita, que obedecia e seguia regras
E hoje, eu sou uma garota fria , anti social que adora arranjar confusão

E amanhã? Eu espero que "amanhã " eu não esteja mais aqui

Ontem eu distribuia sorrisos sinceros hoje eu distribuo sorrisos pra evitar perguntas ,por que ,respondendo sinceramente a pergunta que sempre me é feita ...
Não, eu não estou bem

ESCOLHI VOCÊ PRA AMAR

Sonhei, Deus como sonhei viver um amor, fiel, verdadeiro, cúmplice.
Sonhei como sonhei ter esse amor horas e noites de mil maneiras.
Sonhei, há como quis tê-lo.
Sonhei, perdi noites de sonos sonhando com esse amor.
Sonhos que em pouco tempo o pesadelo da infidelidade,
da mentira, da falta de confiança me tragou.
Tragou meus sonhos de um amor tão sonhado.
Mas como tudo na vida tem seu propósito.
Ou melhor, Deus conhece o propósito de tudo.

Restou-me viver esse amor de forma homérica e quem sabe platônica.
Assim escolhi vivê-lo.
Tive meses, dias, horas, minutos e segundos que jamais algo ou alguém o tocará.
Há não ser Deus.
Pois Esse sim me conhece.
E sabe o significado de cada suspiro que dou.
Hoje sei que esse amor é pra ser vivido assim.
Sem toque, sem caricias, sem sussurros, sem voz.
Sendo alimentado apenas por lembranças.

Lembranças essas que sem dúvida acalentaram minha alma.
Alma doída, mas ao mesmo tempo feliz.
Feliz em saber que o homem amado busca viver amores sem fronteiras.
E por amor o deixei ir.
Percebi que não podia prendê-lo na gaiola dos meus desejos.


Por amor ouse voar, vá onde o vento te levar.
Ame, ame, tenha amores, amores sem fronteiras.
Dê o melhor que você tem a quem deseja sonhar.
Acaricie mente e corpos com volúpia.
Peço-ti não pense como você me deixou.
Pense como estou. Feliz em saber que tuas asas.
Ti levarão ao céu dos teus desejos.

Escolhi você pra amar.
Amar de longe.
Ter-te sem ti tocar.
Quem disse que pra amar precisar estar perto?
Escolhi você pra amar.
Amar com a alma.
Amar como nos meus sonhos.
Amar, amar.
Escolhi você pra amar.
Sou feliz em ti amar sem ti tocar.

Autora: Profª - MARIA DE FATIMA B. DE OLIVEIRA

Existe um conto sobre “Dois Lobos” narrado pelos índios Cherokee (tribos de Carolina do Norte e Tennessee)”, também conhecida como “O Interior dos Lobos”.
Um velho avô Cherokee disse a seu neto, quando este veio até ele, com raiva de um amigo que lhe havia feito uma injustiça:
- “Deixe-me contar uma história. Eu mesmo, algumas vezes, já senti grande ódio por aqueles que não têm qualquer arrependimento do que fazem. Mas o ódio te corrói, e não fere seu inimigo. É como tomar veneno, e desejar que seu inimigo morra. Lutei com esses sentimentos muitas vezes”.
Ele continuou:
“É como se existissem dois lobos dentro de mim. Um deles é bom e não faz mal. Ele vive em harmonia com todos ao seu redor, e não se ofende quando não teve intenção de ofender. Ele só luta quando tiver que lutar, e do jeito certo.
Mas o outro lobo, ah! Ele está cheio de raiva. O insignificante vai colocá-lo em estado de raiva. Ele luta contra todos, o tempo todo, sem nenhuma razão. Ele não consegue pensar porque sua raiva e seu ódio são muito grandes. É uma raiva inútil, por causa dessa raiva nada irá mudar.
Às vezes, é difícil viver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar meu espírito”.
O garoto olhou bem dentro dos olhos de seu avô e perguntou: “Qual deles vence, vovô?”
O avô sorriu e respondeu baixinho: “Aquele que eu alimento”.

Sapatilhas da Alma!

São fabricadas como um calçado normal, um pouco exóticas, porém sem sentindo nenhum, pois é no mínimo estranho alguém calçar algo com um gesso na ponta, com madeira na sola... Só passam a ter sentido quando são colocadas nos pés e tomam vida e são usadas por “princesas”, “fadas”, “cisnes”... Mas ao mesmo tempo em que proporcionam magia, trazem realidade, machucados, dores, bolhas... Coisas que você antes não deixava nenhum calçado fazer com seus pés, mas as sapatilhas são diferentes, porque elas machucam os pés, mas curam a alma.
Há pessoas que irão achar que é fácil, que não dói. Quando você fizer alguém pensar dessa forma, é porque está a usando corretamente, pois não é apenas coloca-la nos pés, você tem que coloca-las com a consciência que elas vão te levar para outro mundo, esquecer o que vive.
O momento certo de começar a usar uma, é quando a pessoa não quer usar para poder se sentir bailarina, mas quando já se sente uma bailarina, e é. Quando olha para ela depois de uma apresentação e percebe que ela vale muito mais do que foi pago, vê que ela não fez ficar nas pontas dos pés, mas sim que a fez voar.
Muitas vão olhar para elas guardadas no armário por não usarem mais, e irão lembrar-se de todos os sentimentos que sentiram ao usá-las, porque elas não “guardaram” seus pés, mas sim suas memórias, mesmo que velhas que rasgadas. Você pode ver fotos, vídeos com ótima qualidade, mas só sentirá como foi, o que sentiu, quando tocar nelas, porque sem elas você nunca teria sido uma princesa, você continuaria achando que liberdade era andar descalça.
As sapatilhas não tem pé direito nem esquerdo porque não foram feitas para os pés, foram feitas para o coração usar.

No dia em que eu
Quase conquistei seu coração
Quase um amor
Quase um caminho
Que me deixou
Quase sozinho
E apesar de ter ficado
Quase um ano
Quase morto de paixão
Hoje já estou quase bom

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto

Alberto Caeiro
“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.

Sou fada, sou bruxa.
Sou mulher,
Sou flor
Um lado bruxa
Um lado fada
O meu lado bruxa
Enfeitiça
Meu lado mulher
Atiça
Meu lado fada
te conquista
no amor sou fada
sou mulher
mas sou bruxa
que lhe encanta
sou flor que nunca murcha
sou mulher
que simplesmente ama
um lado fada, um lado bruxa
se estou triste
o meu lado fada
acalma meu coração
se apaixonada
o meu lado bruxa
usa o feitiço da sedução
mas sou simplesmente mulher
Magia, amor e sedução

DESEJO UM ÓTIMO DIA!
A vida é a arte de pintar e sentir nossa própria história. Somos riscos, rabiscos, traços, curvas e cores que fazem da nossa vida uma verdadeira obra de arte com carinho. E reconheço que não é o que tenho que me faz feliz. Mas o que faço de tudo que tenho e de tudo que sou...
Da essência do amor que Deus plantou em mim.
Minha vida é mais gostosa quanto sinto o sabor das delícias que ela me oferta.
Minha vida é abençoada. Quando divido um pouco de tudo que tenho, posso dividir e abençoar outras vidas.

Quando o futuro é arquitetado
Por um carnaval de idiotas em amostra
Seria melhor você ficar quieto.