Um Poema para as Maes Drummond
O amigo sussurrou: Posso te ajudar.
O inimigo sorriu: Eu já ajudei.
Um deles mentiu,
não importa qual.
Eu já sabia.
Sempre saberei.
Às vezes, você pode parecer “chato” com aquela pessoa que ama verdadeiramente e por quem tem um cuidado todo especial.
Quantas vezes você já gritou por dentro por alguém assim?
E, mesmo assim, essa pessoa não quis te ouvir, talvez porque, por algum motivo, não quis acreditar em você.
Mas você não parou.
Você insistiu, clamou… até que, finalmente, ela te ouviu.
E foi esse detalhe que mudou tudo.
O mais impressionante é que os sinais sempre estiveram à vista.
A vida também é assim: sempre dá pequenos avisos.
Antes da demissão, vem o desânimo.
Antes da traição, o distanciamento.
Antes da crise financeira, o desequilíbrio.
Só quem vive correndo não escuta.
Quem não escuta, não enxerga.
E quem não enxerga, paga um preço alto demais.
Mas aqui está a parte mais linda dessa história:
o “chato” falou diretamente com quem realmente se importava.
Ele insistiu até que a pessoa agiu.
A vida é igual.
Quando você fala com quem realmente se preocupa,
e essa pessoa percebe que a sua preocupação é verdadeira,
ela te escuta, mesmo quando ninguém acredita, mesmo quando parece tarde demais.
Se você levar seus sinais, seus medos e dores para quem ama de verdade,
ele vai te escutar.
Porque, entre a distância e o desastre,
o milagre está simplesmente na sua atenção por quem você ama de verdade.
Ah...vou suspirar com a brisa
por ela te mandar um recado
num beijo com perfume de flor
que de meu coração foi exalado...
Passam rápidas as horas,
nos dias que seguem as estações,
todos levam de nós um pedaço
marcando saudade no coração...
Não chore o momento de um adeus,
ele faz parte inseparável da vida,
ela traz e leva tudo de repente
e transforma o que deseja em despedida...
Que cada um faça bem sua parte
nesta terra onde de leve passamos
somos apenas pequenos grãos de areia
e daqui desta vida nada levamos...
A vida é cheia de supresas
um dia sim e outro também
mantenha a esperança acesa
que alguma coisa boa sempre vem !
Um beija flor, sabe,não pode
separar-se de sua flor,
é um pássaro que se prendeu
pelo resto da vida a êsse amor
Tal qual uma flor embotão,
transmuto-me em primavera,
se houver beija flor que me agrade,
fico de um beijo, à espera!
A Jornada de Domily
Num pequeno bairro onde os sonhos pareciam adormecidos, vivia Domily, um jovem que acreditava que a vida podia ser mais do que apenas sobreviver. Enquanto muitos viam dificuldades, ele via desafios disfarçados de oportunidades.
Desde cedo, Domily aprendeu que o mundo não oferece nada de graça — mas oferece tudo a quem tem coragem de tentar. Com uma mente inquieta e um coração determinado, ele começou a estudar, observar e aprender com cada erro. A cada queda, levantava-se mais consciente de quem era e do que queria construir.
As pessoas diziam: “Domily, é impossível mudar o destino.”
Mas ele respondia: “O destino não muda sozinho — quem muda o destino é quem decide não parar.”
Com o tempo, Domily tornou-se uma referência. Não apenas pelo sucesso que conquistou, mas pela mentalidade que espalhou: a de que todos podem avançar, mesmo que com pouco, desde que com propósito.
Hoje, quando alguém pergunta o que fez dele diferente, ele sorri e diz:
> “Não foi sorte. Foi comunicação, coragem e fé no processo.”
Um dia alguém vai notar quando foi seu último grito em silêncio!
Um dia alguém vai entender o quanto é importante dar valor a cada segundo...
Um dia, ah, um dia talvez será tarde demais!
"O Julgo Invisível”
Vivemos num tempo em que o valor de um homem se mede pela pressa com que ele produz.
Se ele para, chamam-no de preguiçoso; se cansa, de fraco; se pensa, de inútil.
Mas ninguém pergunta o que o silêncio dele carrega, nem o peso invisível que sustenta quando o mundo o chama de vagabundo.
Talvez o que eles chamam de inércia seja apenas o intervalo entre o que ele foi e o que ainda vai se tornar.
Nem todo repouso é desistência — às vezes é apenas o respiro antes do próximo passo.
E quem julga de fora nunca vai entender a batalha que se trava por dentro,
onde cada dia sem trabalho é também uma luta para não perder a fé em si mesmo.
"O Silêncio de Não Ser Pai"
Não sou pai. E há nisso um espaço — não de vazio, mas de eco. Um campo onde o tempo passou, e deixou intacta uma terra que poderia ter sido semeada.
Não ser pai não é ausência de amor.
Talvez, seja amor que não precisou de nome, que não se debruçou sobre berços, mas se espalhou em gestos, em presenças sutis, em silêncios partilhados.
O mundo, com sua pressa de moldar destinos, parece esperar que todos sigam a mesma trilha: encontrar, gerar, ensinar, repetir. Mas e aqueles cujos passos desenham outro mapa? E aqueles que escutam a vida por outros ângulos, sem o riso de um filho chamando pelo corredor?
Às vezes penso: teria sido bonito... Ser chamado de pai com a voz trêmula de uma criança, encontrar meu rosto espelhado em outro pequeno rosto. Talvez um dia. Talvez nunca. E tudo bem.
Há paternidades que não vestem título.
Há frutos que não brotam do sangue, mas do cuidado que deixamos pelo caminho. Já fui abrigo, já fui raiz, mesmo sem ter dado nome a ninguém.
Não ser pai é, por vezes, um caminho mais silencioso.
Mas há sabedoria no silêncio, há paz em aceitar que a vida se desenha também nas entrelinhas. E que o que não foi, ainda assim, pertence ao que somos.
O homem vive sob um pacto silencioso: suportar tudo e não reclamar de nada. Desde cedo, aprende que sua dor não importa, que fraqueza é vergonha e que pedir ajuda é quase um crime. Cobram dele força, estabilidade, solução — mas ignoram completamente o que ele sente.
Quando cai, é julgado. Quando falha, é descartado. Quando sofre, é mandado engolir seco. Seu valor não está em quem ele é, mas no que consegue entregar.
No fim, o homem não é visto como humano, mas como ferramenta. E quando quebra, simplesmente substituem.
Há no silêncio…
um mundo que grita baixinho,
um espaço onde os pensamentos
ecoam mais alto que qualquer voz.
Há no silêncio…
lembranças que voltam sem aviso,
sentimentos que se revelam
quando ninguém mais está por perto.
Há no silêncio…
um refúgio e também um abismo,
onde a gente se encontra
ou se perde dentro de si mesmo.
E às vezes,
é nele que mora a verdade
que o barulho do mundo
não deixa a gente ouvir.
Que eu possa, um dia, recompensar enfim
A força viva que você sempre investiu em mim
Que eu consiga, um dia, entender afinal
Que o amor de mãe é dádiva imensurável, sem igual
Que me faz pequeno afinal
Um dia alguém vai te enxergar com uma clareza tão profunda, que você vai se perguntar como conseguiu sobreviver tanto tempo sendo mal interpretado.
Alguém vai olhar além das suas defesas, além das versões que criaram sobre você, além das dores que te fizeram diminuir a própria luz para caber no conforto dos outros. E nesse dia, você vai ouvir sobre si coisas que nunca teve coragem de acreditar.
Vai doer.
Porque às vezes a cura dói mais do que a ferida.
Dói perceber que você passou anos aceitando migalhas emocionais quando carregava um universo inteiro dentro de si. Dói descobrir que não era difícil de amar — apenas estava cercado de pessoas incapazes de enxergar profundidade. Dói entender que muitas das culpas que você carregou nunca foram suas.
Mas junto da dor vem o grito.
O grito da liberdade.
O grito de quem finalmente se reconhece.
O grito de quem passa a existir sem pedir desculpas por ser intenso, sensível, verdadeiro e raro.
Porque existem palavras que não entram pelos ouvidos — elas atravessam a alma.
E quando alguém te revela a beleza que você passou a vida escondendo de si mesmo, algo dentro de você desperta violentamente.
Você percebe que nunca foi pequeno.
Só passou tempo demais tentando sobreviver em lugares que diminuíam tudo o que Deus colocou dentro de você.
E depois disso… você nunca mais consegue voltar a se enxergar da mesma forma.
A igreja Evangélica é fraca em muitos aspectos, mas vejo um povo sem intimidade com Deus em sua casa.
O Culto começa na sua casa.
A mensagem pregada deve ser pregada para sua família primeiro.
Deus antes da fundação do mundo, em meio a milhões de pessoas, escolhe um povo para ser seu.
Trecho do Livro: Linhagem Espiritual
Predestinação
*O Cristianismo é um caminho sem volta, você não escolhe entrar nele, e muito menos, sair dele."
Citações do livro
Linhagem Espiritual
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