Um Poema para as Maes Drummond
O sol inebriante percorre a parede branca craquelada do jardim de inverno,
É só um quadrado vazio que ninguém plantou,
As vezes me perco olhando para esta parede,
Imaginando minha vida em cada fragmento,
Se eu pudesse juntar cada um,
Não seria mais eu mesma.
08/10/25
Muitas vezes a Vida quer nos guiar por um caminho de riquezas, mas não deixamos pois estamos agarrados ao que pertence ao passado.
Toda forma de apego está relacionada à
crenças de escassez ou medo de perder
Eu só uso isso aqui para me distrair, bater um papo, quando não tenho nada pra fazer.
Minha vida real é offline.
Gabiróba, que era um sapinho muito alegre, estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá que o pegou pela mão e entrou correndo naquela escola escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. Oi, oi, esse e meu amigo. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando aquele monte de pés correndo pra lá e pra, mas para não contrariar seu gambá ele se artiscou passar pelos alunos. Lá perto da quadra encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir um poesia.
- Ola muito prazer seu sapo, eu sou Lagosta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada, então fico aqui escrevendo no celular e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legalPoeta Lagosta, mas o que você escreveu no celular? Pode nos falar?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal! Saiu tudo da sua imaginação?
- Claro que não! Pois, não tem dono a imaginação. Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir e chorar, mas está sempre disposta a servir a qualquer um que no silêncio ela encontrar.
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais lá. Pensou que talvez a aula tivesse para acabar e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por fio.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto ....
Entre Continentes
Meu filho mora onde meus braços não alcançam.
Um oceano inteiro mora entre o meu hoje
e o teu agora.
A casa ficou grande demais
desde que tua ausência passou a ter endereço.
O silêncio aprendeu teu nome
e o tempo, sem você,
anda mais devagar.
Sinto saudade do que não volta:
do riso solto,
do barulho da presença,
do simples fato de saber
que você estava ali.
Te amo em fuso horário,
te espero em pensamento,
te abraço em oração.
E mesmo longe,
mesmo do outro lado do mundo,
você continua sendo
a parte de mim
que nunca foi embora.
Bicho, o Brasil não é mais um país, é um esquema de pirâmide com hino nacional!
Antigamente, o bandido usava máscara e pulava o muro. Hoje? Hoje o estelionatário usa terno, tem selo de verificação no Instagram e um advogado que estudou mais que o juiz! O cara não te rouba mais no escuro, ele te rouba à luz do dia e ainda te manda um link do Gov.br pra você confirmar o recebimento do golpe!
E a lei? Ah, a lei é maravilhosa. Se você rouba um pão, você apodrece na cadeia. Mas se você rouba 2 bilhões de reais de aposentados, o juiz olha e fala: 'Olha, tecnicamente, ele não roubou... ele apenas pegou um empréstimo vitalício sem intenção de devolver. Tá liberado!'
Os criminosos não estão mais fugindo da polícia, eles estão contratando a polícia pra fazer a segurança do escritório de 'consultoria' deles! No Brasil, o crime não compensa? Meu irmão, no Brasil, o crime abriu capital na bolsa e tá dando dividendos!
O estelionato no Brasil ficou tão profissional que daqui a pouco o bandido vai te dar nota fiscal e pedir pra você avaliar o golpe no iFood: 'O roubo foi rápido, mas o bandido foi meio grosso. 4 estrelas.
Carlos Alberto Blanc
O Brasil não se tornou um 'paraíso do estelionato' por um surto súbito de maldade, mas porque a política pública reduziu drasticamente o custo do crime. Quando as leis tratam o estelionato como um delito que exige a 'autorização' da vítima para ser punido, o Estado não está protegendo direitos, mas subsidiando a fraude. A 'legalização' que vemos não é burocrática, é econômica: criminosos são seres racionais que migram para onde o lucro é alto e o risco de punição é irrelevante. Chamar isso de justiça social ou conformidade jurídica é apenas um exercício de semântica para mascarar a falência da ordem pública.
Carlos Alberto Blanc
Céu mágico, cativante, cujo azul é do tom do mar, um lugar incomparável, radiante, lá o forte encanto pela simplicidade não se perdeu, o impacto exultante da magia da arte espalhada por todos os cantos
O imaginário certamente fica à vontade ao ponto de fazer imaginar que a bela música “La vie en rose” chegou até as alturas e foi colorindo as suas nuvens incontáveis com bastante capricho em cada parte
E assim, passaram a ter um rosa suave, apaixonante, nas suas formas e camadas, uma viagem emocionante graças a uma riqueza de detalhes, resultante de uma inspiração encantadora, de muita ludicidade.
**Cinco dias.
E bastou isso para que tua presença tocasse algo em mim,
como um vento leve que muda o rumo sem fazer alarde.
Depois veio o silêncio —
um silêncio que pesa,
mas que também guarda o que foi verdadeiro.
Mesmo assim, teu “bom dia” ainda aparece na minha memória
como um sol calmo, desses que aquecem devagar
e deixam marca.
Eu te vi, linda,
de um jeito simples e inevitável.
Não tentei te prender —
quem tem asas merece espaço.
Te ofereci minhas palavras mais sinceras
e deixei que o destino seguisse o próprio caminho.
Hoje, com a alma mais tranquila,
entendo o tamanho da mudança:
você despertou algo em mim,
me fez olhar para quem eu sou
e para quem posso me tornar.
Sinto tua falta
com uma delicadeza que não sei explicar,
mas guardo, com carinho,
os cinco dias que ficaram para sempre
gravados no meu coração.**
“Anjos, asas de ilusão, um sonho audaz.”
Ser assim: brilhar como um farol, luz na escuridão.
Ouvir as músicas que lhe convierem, ser eclético.
Gostar de ir por onde ninguém foi.
Querer viver — viver mais e mais — e não fingir, não esconder no olhar, mas se permitir ser feliz, aqui ou em qualquer outro lugar.
Não! Não vou mudar a minha maneira de ser, pois é isso que me dá vida.
Viver é ter o mundo real na cabeça e os pés firmes no chão; e, ainda assim, nos é permitido sonhar e projetar coisas. É somente assim que transformamos realidades e preenchemos o inexplicável vazio da alma e do coração.
Cante uma canção.
Dance.
Faça a vida entender que você está feliz por estar aqui.
Os sentimentos — ah, os sentimentos! — são eles que fazem toda a diferença. São responsáveis pela criação de tudo o que vivemos… ou deixamos de viver.
O pensamento é a energia que dá forma ao que desejamos materializar.
“O brilho do sol sobre meus ombros,
em meus olhos, traz um sentimento de vida e felicidade.
Na água, ele parece tão adorável,
e sempre me faz tão bem.
Se eu tivesse um dia que pudesse dar a você,
eu te daria um dia como hoje.
Se eu tivesse uma canção para cantar a você,
eu cantaria para que se sentisse assim.
Se eu tivesse uma história para te contar,
contaria uma história que te fizesse sorrir
e te trouxesse uma doce sensação de felicidade.
Se eu tivesse um desejo para te conceder,
eu desejaria que o sol brilhasse o tempo inteiro,
irradiando em você alegria e vida.
Ah, se eu pudesse…
se eu pudesse.”
A maldade humana tornou-se um souvenir,
distribuído gratuitamente por aqueles
que nada aprenderam com a própria existência na terra.
Há pessoas que, ao despertar,
servem-se de um banquete de sombras.
Estão tão acostumadas a esses maus hábitos
que eles já se alojaram na alma,
como parte da própria espiritualidade.
E, não satisfeitos com o próprio sofrimento,
chamam outros para participar
desse projeto medíocre que chamo de maldade.
O preço?
A breve satisfação
que ilumina o coração sombrio
de quem a pratica.
Faça o bem —
sem buscar explicações.
Faça a sua parte
durante o tempo que lhe foi dado.
É assim que se revela
quem você realmente é.
É necessário distinguir
o certo do errado
com os olhos divinos
que habitam em cada um de nós,
e não com os olhos
daqueles que tentam manipular
e moldar o nosso modo de pensar.
Caminhe pela boa estrada,
e lembre-se:
respeitar pessoas, princípios, valores e crenças
é sabedoria.
E sobretudo —
não tente mudar ninguém.
A verdadeira sabedoria
é colocar-se no lugar do outro.
Ao segurar sua mão,
o mundo desacelera,
e um encantamento desperta
no brilho profundo dos seus olhos.
O coração dela, inquieto,
abandona as amarras do silêncio
e guia seus passos —
livre, pulsante, sem mapas,
sem pedir permissão.
Eu a vejo se tornar alma:
leve, intuitiva, inteira,
um feixe de ternura
pulsando luz sobre mim.
Há um brilho que dança em seus olhos,
um tremor doce nos lábios,
uma paixão que arde devagar,
como fogo que nunca se apaga.
E eu permaneço diante dela,
maravilhado por essa beleza
que se revela inteira
no instante em que ela sorri para mim.
Há um brilho que dança em seus olhos,
um tremor doce nos lábios,
uma paixão que arde devagar,
como fogo que nunca se apaga.
Ao segurar sua mão,
o mundo desacelera,
e um encantamento desperta
no brilho profundo dos seus olhos.
O Olhar Que Esperamos
O olhar que esperamos,
chega, mesmo que tarde,
como um segredo não dito,
como o vento que nos toca
sem pedir licença.
Quantas memórias,
o tempo roubou de nós,
sem que sequer soubéssemos?
O tempo, esse amante implacável,
caminha sem piedade,
nos arrasta,
mesmo quando resistimos.
E nos encontramos, então,
diante de anos perdidos,
diante de sonhos
que se afastam,
como estrelas fugidias
em um céu distante.
Como encontrar coragem para seguir,
quando o desejo é de ficar,
quando a alma implora por descanso
nas margens do que é seguro?
Oh, como se faz isso,
quando tudo parece tão distante,
quando a esperança se dissolve
no horizonte da incerteza?
O futuro não pertence a mais ninguém,
ele é nosso —
mesmo que o mundo tente nos convencer do contrário.
Você, que se sente esquecido,
é mais importante do que imagina.
A cada passo,
deixamos rastros invisíveis,
como marcas no vento,
tocando corações,
permanecendo
em silêncio, mas eternos.
Nos olhos guardamos memórias,
não escritas, mas profundas,
como ecos de um tempo que não se apaga.
E quando a dor tentar nos silenciar,
é nesse instante que devemos levantar,
seguir,
pois o futuro é nosso —
e ninguém, nunca,
poderá roubá-lo.
Lembre-se, sempre:
nada, nem ninguém,
pode silenciar a voz da sua alma.
Você é importante.
Faça-se ouvir.
Então, veio o silêncio —
um silêncio que, embora pesado,
guarda em seu peito a beleza do que foi verdadeiramente vivido.
Mesmo com o tempo, o teu “bom dia” persiste na minha memória,
como um sol suave que nasce devagar,
aquecendo o coração e deixando uma marca
que, silenciosa, permanece em mim
Liberdade é um estado de ser
Há momentos em que a alma sente a necessidade de respirar, de romper as correntes invisíveis que a mantêm presa.
Liberdade não é um destino, é um estado de ser, algo que flui dentro de nós, esperando para ser reconhecido.
Não precisamos ir longe, apenas aprender a nos soltar, a nos permitir.
E quando a liberdade se apresenta, ela não grita — ela sussurra, suave, como uma brisa leve que nos envolve.
É no silêncio da mente que ela se revela, no instante em que nos libertamos da constante pressão de sermos algo que não somos.
E, nesse momento, tudo se torna possível: o peso do mundo desaparece, e somos simplesmente nós mesmos, inteiros, em paz.
Muitas vezes, buscamos fora o que está dentro de nós.
Mas a verdadeira liberdade não vem de conquistar, de ser mais, de ter mais.
Ela vem de abandonar, de desapegar, de aceitar que, no fundo, já somos completos.
E quando entendemos isso, nos tornamos capazes de viver de forma plena, sem medo, sem limitações.
Eu aprendi que ser livre não é um ato de rebeldia, mas um gesto de autocompreensão.
E, ao olhar para o que sou, vejo que a liberdade está em cada passo, em cada respiração.
Não é algo que se conquista, mas algo que se permite.
E quando me perco nesse estado, eu me encontro.
E sigo, sem pressa, sem pressões, apenas sendo.
“A ciência suave de amar”
Amar é um estado químico que aprende a ser humano.
Começa no corpo antes de virar escolha.
No início, o amor é dopamina em festa: euforia, foco absoluto, aquela vontade quase infantil de estar perto, de repetir o encontro, a conversa, o cheiro. É o cérebro dizendo “mais disso, por favor”. A pessoa vira ideia fixa, não por fraqueza, mas porque a serotonina cai e a mente passa a orbitar um só nome — como se pensar nela fosse um hábito involuntário.
Aí vem o frio na barriga: a noradrenalina e a adrenalina aceleram o coração, suam as mãos, deixam tudo mais vivo. O amor, nessa fase, é risco gostoso. É expectativa. É o corpo em alerta, como quem sabe que algo importante está acontecendo.
Com o tempo — se houver cuidado — a química muda de tom.
A paixão barulhenta aprende a falar baixo.
Surge a ocitocina, que não grita, mas fica. Ela constrói confiança, abrigo, vínculo. É o conforto do abraço que acalma, da presença que não exige performance. O amor amadurece quando deixa de ser só fogo e vira lareira: menos urgente, mais constante. A vasopressina entra em cena e sustenta a ideia de “nós” ao longo do tempo.
Então, pelas experiências humanas, amar é isso:
Um processo onde o corpo se apaixona primeiro
e o coração aprende depois a ficar.
Amor não é só química — mas também não existe sem ela.
É quando os hormônios acendem a chama,
e as escolhas diárias decidem mantê-la acesa.
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