Um Poema para as Maes Drummond
Quem vai estar lá pra te impedir, quem vai te parar, nada disso importa quando tudo já foi feito na sua cabeça.
Sinta saudades, ame, chore, procure a sua "felicidade", faça isso ninguém liga, apenas não confie no que as vozes dizem, não as ouça como eu as ouvi.
Eu aprendi que cada momento é o seu momento. Algumas vezes são momentos confusos, às vezes são lindos, assustadores ou simplesmente estranhos. Mas são todos seus. Valorize-os.
Viver não é fácil, mas se conseguir superar o medo e as expectativas dos outros, o prêmio é a sua vida.
A verdadeira felicidade vem para aqueles que ousam viver sua paixão, não importa o que os outros lhes digam.
Enquanto muitos sofrem por relacionamentos e afins, já superei isso tudo com uso de ocultismo, magia, alquimia mental, hipnoterapia e PNL, o único sofrimento que me acompanha é o de viver, esse parece não ter cura.
Confiamos por conforto, porque é melhor crer no inabalável a passar por uma existência cinzenta, cética e tão questionadora a ponto de não sentir graça por nada nem ninguém.
Mudanças dão medo, mas o mundo é assim. E agora percebo que isso nos ajuda a ser quem devemos ser, mesmo que nos leve a novos lugares. A única coisa que não muda é o amor que compartilhamos.
Precisamos de uma pessoa que pense como os criminosos, que seja meio inconsequente e que não tenha medo de burlar as regras.
Não importa onde você esteja, tudo o que precisa fazer é procurar a Estrela do Norte e você nunca estará sozinha. Porque, onde quer que eu esteja, também estarei olhando para ela.
Falamos, falamos, falamos. E mesmo assim faltou dizer tanta coisa. E escutar também. Ela nunca disse que me amava. Jamais ouvi de seus lindos lábios a sentença que pronunciei
algumas vezes.
O professor Benjamim Schianberg, o homem que dizia ocupar-se das “fezes da alma”, escreveu que nos alimentamos tanto do bem quanto do mórbido. No meio disso, ele assunta,
existe a poesia.
“Uma reserva de sonho contra tudo o que não é doce, sutil ou sereno. É o mais próximo da felicidade que podemos experimentar, sustenta Schianberg. Não sei que nome você daria a isso. Bem, não importa muito, chame do que quiser. Eu chamo de amor.”
“Queremos o que não podemos ter, diz o professor Schianberg, o mais obscuro dos filósofos do amor. É normal, saudável. O que diferencia uma pessoa de outra, ele acrescenta, é o quanto cada um quer o que não pode ter. Nossa ração de poeira das estrelas.”
Todas as pessoas têm algo que prezam, algo que nunca querem perder. É por isso que elas fingem. É por isso que elas escondem a verdade. E é por isso que elas mentem.
Eu não acho que a ignorância é, necessariamente, uma coisa má. Quanto mais você sabe, mais problemas você tem.
As probabilidades apontam para o perigo de ver o amor como uma dependência que nem cantam àquelas músicas sertanejas, quem faz isso sempre se machuca por esperar demais.
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