Um Poema para as Maes Drummond
Sei que um dia meu momento chegará e o que o meu coração carregará será maior do que os olhos poderão ver;
Tentaram descobrir os meus segredos, mas falar do que não se deve não é da conta de ninguém, dando ou não importância para o que se tem razão;
Muita luz, paz e sabedoria é o que desejamos um para com os outros... Mesmo depois de um ano de turbulência...
Nós que decidimos a direção que seguiremos, se é a felicidade como um caminho ou o caminho que é a felicidade;
Para saber viver em um mundo corrupto é preciso ter olhos para enxergar, ouvidos para escutar, mas sem boca para se comentar;
Se o seu coração fosse meu eu gravava os pensamentos de um anjo...
Para que o caminho divino me desse passagem para que eu pudesse passear e semear o amor que convém;
Um autodidata é um arrogante pela sua própria ignorância... De não estudar e mesmo assim saber do que não precisa saber...
Pontinhas de importâncias com o próximo também pode ser vista como um querer sem poder, amar sem saber...
Veremos face a face o que é verdadeiro realmente, veremos um lado intenso que os desejos insistem se perder da razão;
Mas o começo ainda sim se encontrará para nos dar o valor do prazer de está juntos... Beijos ardentes e um tanto salientes... Ah me faça suspirar que lhe arrancarei sussurros na noite escura e prazerosa...
Eu ando perdido um tanto distraído, mas nunca desisto de mim... Busco a minha compreensão ou o seu entendimento para nos encontrarmos pelo caminho correto;
Erro ou acerto e adquiro experiências... Continuando a viver eu aprendo a dar valor a mim mesmo e em meios redemoinhos me acho com os seus sinais de saber quem sou realmente...
Mas um dia de lutas chegou ao fim, mas uma dificuldade fora superada...
Devo me recolher e descansar o meu corpo... Para que amanhã eu volte a lutar com determinação e coragem...
Purifica-te e entenda de que a vida não é um mar de rosas, mas também não é o impossível, no qual o coração pense em desistir...
Não vivo um drama no qual não precise declamar... Pois não declamo por não reclamar da vida que vivo na invenção de um lírio verso suave...
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