Um Homeme duas Paixoes
Devo lhe dizer:
Meu vocabulário é um tanto quanto chulo
Minhas mãos ja deram muitos murros
Não me confesso a um Deus surdo
Não trago nada alem dos meus fumos
Ja quebrei diversos muros
Não há grito em meus surtos
Sou a dor do ‘vagabundo estupido’
Não sou adequada a teu orgulho
Mas querido, não existem valores em túmulos.
A dúvida cruel
A ordem, a desordem
A força, a sensibilidade
O orgulho, o mistério
Um arsenal de sentimentos, num instante eterno
Certezas incertas, respostas diretas
A inconstância, o drama
o vazio e o excesso
A vontade infindável do ser;
A busca incessante pelo eu.
Sorrisos, lágrimas e mais versos,
Sobre o nada, sobre tudo
Sobre ser quem se é e sobre o peso do mundo.
Devo lhe dizer:
Meu vocabulário é um tanto quanto chulo
Minhas mãos ja deram muitos murros
Não me confesso a um Deus surdo
Ja quebrei diversos muros
Não há grito em meus surtos
Não trago nada além dos meus fumos
Não sou adequada ao seu orgulho?
Mas querido, não existem valores em túmulos!
Ei amor, se um dia a cama ficar pequena pra nós dois, se nossa musica não mais nos descrever, se as flores não tiverem mais o mesmo cheiro, promete tentar lembrar do meu calor no frio da serra que moramos, da minha voz rouca ao acordar e do meu Mont Blanc com frescor de jasmins e notas de sândalo?
Se achar que lhe falta algo, algo intenso ou harmônico. Feche os olhos e tenta lembrar das minhas unhas marcando suas costas, da nossa combustão, dos nossos gemidos alternados no ritmo em que você penetrava meu corpo e minhas chagas.
Mas se o café não for mais tão doce, nem mais tão quente, o sol não entrar pela nossa janela, se nossa aliança apertar seu dedo e seu peito, promete que pede pra eu ir embora? Só pra não estragar nossa história.
Promete tentar, mas só tentar guardar o melhor de ti, o melhor de mim, o melhor de nós e o nosso não acaso, o nosso eterno romance, mesmo que não termine tão terno?
Promete antes de desistir, tentar lembrar dos motivos que o fizeram me amar? E se eu não for mais a mesma pessoa, enterre o que fui, sem esquecer o que te trouxe; Mas se e somente só, sentir que não é um ponto final, tente acrescentar mais dois e no próximo parágrafo, me reencontre, me reconheça em um bar, a gente pode ate rir por eu ser xará da sua ex e você do meu, mas de como somos diferentes deles.
A gente pode ate dizer que foi o destino que nos colocou ali, mesmo que frequentássemos os mesmos lugares a 5 anos e que nossa cidade seja tão pequena que seria impossível não nos encontrarmos, você chamaria o garçom de amigo e me pediria uma pina colada, porque já conhece meu gosto agridoce e eu seus bons modos
Mas poderíamos fingir que é novo, que é inédito, poderíamos nos reinventar e nos reamar por indeterminas primaveras, fazer coisas que nunca fizemos, já que nos tornamos pessoas tão diferentes do que eramos, poderíamos então nos perder no lapso do tempo e do indefinido, assassinando os padrões que nos afogaram, das expectativas que colocamos sobre o outro, porque não entendiamos a beleza de ser contraditoriamente mutável e único, sem pertencer a lugar nenhum e ainda sim morar no abraço do outro.
E como sempre, coloquei energia demais no que era escasso e frágil, foi como uma grande vela em um barco de papel.
Faça um favor a você mesmo, indigne-se, exploda, se expresse, contrarie alguém, ria de algo triste ou sem graça, chore no meio de uma piada, arrisque e se renove, mesmo que seja criticado, só não seja a pessoa que se afoga por nada dizer, por medo de ser ridículo ou incrível.
• ‘Torna-te o que és!’
Ser escritor é ser louco,
Por isso as vezes me afasto um pouco
Ser escritor é vender a alma pro diabo
E não ter troco
Por isso as vezes eu morro
Pra ver se eu nasço de novo
Talvez um engenheiro ou um objeto oco
Ser escritor é ser canhoto, é escrever um pouco torto,
É não caber dentro de si, não caber nem no próprio verso, que dirá no outro.
Eu sempre escrevo um texto de amor para quem não sabe amar.
Eu sempre quebro a cara e afogo as mágoas num bar.
Eu sempre volto a escrever pra lamentar a ressaca do amor, do álcool e dos socos que a vida me dá.
Se você sente vergonha de orar na presença das pessoas, pare um momento e observe os homens ímpios, e perceba como eles não têm nenhuma vergonha do mal que praticam em público.
O que podemos aprender em um ano ao lado de alguns homens de Deus, não aprenderemos em dez anos caminhando sozinhos.
Alguns têm interpretado Ezequiel 37 como se fosse um livro de poesias. Não faça isso! Ezequiel 37 é um capítulo sobre a misericórdia de Deus para um povo pecador e rebelde, e não uma obra Poética.
Queres tú ser enviado? Estás disposto a pagar o preço? Olhe para Jeremias, veja como Deus lhe deu um único amigo, Baruque, e ainda assim Ele mesmo o mandou repreender.
O Brasil é um país acostumado com festas. Basta ter cervejas na mesa, uma bisteca bem assada e uma caixinha de som para que muitos sejam fisgados pela boca, como peixes.
Hoje é um dia para lembrarmos quão bondoso Deus tem sido para conosco. Qual pai estaria disposto a sacrificar seu filho por homens pecadores? No entanto, Deus fez isso por você e por mim. Jesus é a figura mais julgada de toda a Terra, mas, ao mesmo tempo, é o homem mais amado do planeta. Portanto, neste dia, deixe de lado o desespero em seu coração e apresente diante d'Ele toda a sua dor. Ele é o seu verdadeiro amigo.
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