Um Homeme duas Paixoes

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⁠O patriotismo é um sentimento integral e persistente de amor à pátria, com a disposição de fazer sacrifícios por ela, de compartilhar seus problemas, mas não de servi-la sem questionamentos, de não apoiar suas reivindicações injustas...

Alexander Solzhenitsyn
ERICSON, Edward; MAHONEY, Daniel. The Solzhenitsyn Reader: New and Essential Writings 1947-2005. Wilmington: ISI Books, 2012.
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O homem não precisa ser bonito. Precisa ter charme. Um olhar, um sorriso, um mistério. É uma hipnose que queremos.

"O humor corresponde à virtude humana da humildade e é apenas mais divino porque tem, por um instante, uma percepção maior dos mistérios.

A amizade é um fenômeno social onde se celebra uma nova família, e esta parece ser tão antiga quanto a própria vida.

Amar não mata ninguém, o que mata mesmo é ver seu amor nos braços de um outro alguém.

Quando um homem faz uma coisa completamente idiota, é sempre pelos motivos mais nobres.

A única verdade neste mundo é que não existe verdade. Qualquer um pode se tornar um deus ou um demônio. Basta que as pessoas acreditem.

(Eren Kruger)

Hoje é você quem está sofrendo, amor
Hoje sou eu quem não te quer
O meu coração já tem um novo amor
Você pode fazer o que quiser

Você jogou fora o amor que eu te dei
O sonho que sonhei, isso não se faz
Você jogou fora a minha ilusão, a louca paixão
É tarde demais

Um homem sem honra não é homem. Quer ser homem ou quer ser covarde?

Cobra Kai
5ª temporada, episódio 2.

Um momento de dor vale uma vida inteira de glória.

Quando vejo minhas cicatrizes, dou um leve sorriso.
Pois elas são a prova de que consegui ser mais forte do que aquilo que me feriu.

Eu sou um propósito de Deus.
Não sou uma pedra na qual se tropeça
ou bloqueia caminhos.
Eu sou uma benção, trabalhando
em minha marcha evolutiva.

Quanto mais eu vivo, mais eu chego a conclusão de que o ser humano é podre. Um verdadeiro pote de vírus e bactéria.

— Aquelas garotas do outro lado estão olhando para você.
Jace assumiu um ar jovial de gratificação.
— É claro que estão — ele disse. — Eu sou terrivelmente atraente.
— Alguma vez você já ouviu que modéstia é uma característica atraente?
— Apenas vindo das pessoas feias — Jace confidenciou. — Os mansos herdarão a terra, mas no momento ela pertence aos vaidosos. Como eu.

Um mover de olhos, brando e piedoso,
Sem ver de quê; um riso brando e honesto,
Quase forçado; um doce e humilde gesto,
De qualquer alegria duvidoso;

Um despejo quieto e vergonhoso;
Um repouso gravíssimo e modesto;
Uma pura bondade, manifesto
Indício da alma, limpo e gracioso;

Um encolhido ousar; uma brandura;
Um medo sem ter culpa; um ar sereno;
Um longo e obediente sofrimento:

Esta foi a celeste formosura
Da minha Circe, e o mágico veneno
Que pôde transformar meu pensamento.

A vitória de um homem às vezes se esconde num gesto forte que só ele pode ver.

O vento só me atiça
ao valor do tempo.
É um beijo da vida
me fazendo acordar.
Colho as flores,
que da tempestade nasceu,
depois de uma longa estiagem.
Me enfeito do que é meu.
Desvio as pedras...
Há de ficar linda
essa vida que Deus me deu.

Eu sou como um circo de lonas estragadas
Onde o palhaço já não faz mais rir
Onde o trapézio há muito está parado
porque o medo foi morar ali.
Eu sou como um circo de lonas estragadas
Em que a banda já não quer tocar
Onde as jaulas se restaram abertas
porque nem bicho se deixou ficar.
Eu sou como um circo de lonas estragadas
Sem ter mais público para aplaudir
Temendo aqueles que atiram facas
Temendo tudo que lhe quer ferir.
Eu sou como um circo de lonas estragadas
Sem alegria qualquer, sem emoção.
No entanto, existe aquela corda bamba
Onde balança o meu coração.

Não se abale pelo fato de um dia ter demonstrado seus sentimentos para quem não soube valorizá-los, essa pessoa um dia vai ver o que perdeu;

“Chatear” e “encher”

Um amigo meu me ensina a diferença entre “chatear” e “encher”. Chatear é assim: você telefona para um escritório qualquer na cidade.
— Alô, quer me chamar por favor o Valdemar?
— Aqui não tem nenhum Valdemar.
Daí a alguns minutos você liga de novo.
— O Valdemar, por obséquio.
— Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar.
— Mas não é do número tal?
— É, mas aqui nunca teve nenhum Valdemar.
Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:
— Por favor, o Valdemar já chegou?
— Vê se te manca palhaço. Já não lhe disse que o diabo desse Valdemar nunca trabalhou aqui?
— Mas ele mesmo me disse que trabalhava aí.
— Não chateia.
Daí a dez minutos, ligue de novo.
— Escute uma coisa: o Valdemar não deixou pelo menos um recado?
O outro dessa vez esquece a presença da datilógrafa e diz coisas impublicáveis.
Até aqui é chatear. Para encher, espere passar mais dez minutos, faça nova ligação:
— Alô! Quem fala? Quem fala aqui é o Valdemar! Alguém telefonou para mim?

Paulo Mendes Campos, in Para gostar de ler - Crônicas