Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco
Você me fez suspirar
É dona de um beijo singular
Reascendeu em mim o desejo de escrever cartas
Ao reler algumas dessas frases sinto um imenso orgulho por tal sentimento
Quando lhe vejo é como um corpo ressequido que se deleita num banho quente e gostoso
Experiencio um acréscimo de vida quando estou contigo!
Faz-me sentir uma pessoa superior, pois você é beleza das flores
Ao seu lado as horas passam rapidamente
Cada noite ao seu lado é um êxtase
Minha alma se veste de um luxo esplendoroso de emoções
@R_Drigos
Quando a gente está preparado para viver um amor de almas, entendemos o que é liberdade... quando você não precisa agradar o outro, mas sim fazer um mimo para o seu próprio coração. A lei do amor é exatamente assim: te liberta das prisões ilusórias das paixões carnais,a experiência de um encontro de almas é verdadeiramente uma ligação com o todo. é uma magia vivendo dentro do universo!
A vida não é como uma receita de bolo que segue passo a passo, ela não tem um manual de instrução, mas você pode desvendar os mistérios da vida.
Depois de machucar, o corpo cicatriza, constrói um tecido mais grosso, e você não sente mais dor onde machucou. Assim também é a vida.
Você acorda em um lugar estranho.
Um labirinto de paredes altas, feito de pedra e silêncio.
Cada corredor é igual ao anterior — frio, escuro, sem fim.
Você caminha.
Cada passo é uma tentativa de entender, mas o chão parece desmoronar sob os pés.
As sombras não são apenas sombras; são memórias.
As palavras ditas por outros — “Você não é o suficiente.”
Os pensamentos que você sussurrou a si mesmo — “Talvez eles tenham razão.”
O labirinto está vivo.
Ele se alimenta do seu cansaço, da sua dúvida.
E quando você acha que não pode continuar, ele ri.
Mas então, algo inesperado.
Você encontra um espelho, velho e empoeirado, encostado numa parede.
Relutante, você olha.
E lá está você. Não a versão que o mundo vê, mas a que você esconde.
Os olhos carregados de histórias não contadas.
As mãos calejadas por batalhas que ninguém percebeu.
O reflexo não é gentil, mas é honesto.
E algo começa a mudar.
Você toca o vidro e percebe: o labirinto não está lá fora. Ele está dentro de você.
Cada corredor é uma crença que você construiu, cada sombra, uma parte de você que precisa ser acolhida.
Você não precisa derrotar o labirinto.
Você precisa conhecê-lo. Abraçar cada parede que construiu, cada canto escuro que evitou.
E, enquanto o faz, as pedras começam a cair.
A luz atravessa as rachaduras, iluminando o caminho.
Você não sai do labirinto.
Você o transforma em um campo aberto.
E ao respirar o ar da liberdade, percebe algo simples, mas poderoso:
Os desafios nunca foram barreiras.
Eram convites para você se tornar quem sempre foi, só que melhor.
No ventre do Nada, um eco sussurra,
um som sem origem, que o vácuo murmura.
É cifra que dança na sombra da luz,
onde o Verbo não fala, apenas seduz.
Quem forja os limites do que não tem fim?
Quem planta a centelha no pó do jardim?
Ali onde a forma se curva e se esconde,
jaz o Mistério que tudo responde.
Se a chama é oculta no seio do gelo,
qual é o segredo que anima o anelo?
E se o espelho do céu é o chão que se quebra,
quem lê as palavras que o tempo celebra?
A teia do real, tecido sem cor,
é feita de névoa, silêncio e ardor.
Nela os números cantam, os ângulos oram,
as letras se curvam, as formas devoram.
No olho do ciclo que nunca termina,
há um ponto imóvel que tudo domina.
Mas quem o percebe? Quem nele repousa?
O sábio sem rosto ou a estrela que pousa?
Sete são os portais e doze os sopros,
mas qual é o nome que habita os próprios?
Se a rosa gira e jamais se fecha,
qual mão invisível a forma e a deixa?
Há ouro no vento e sal nas estrelas,
há mapas gravados na pele das velas.
E quem decifrá-los, será como um rio:
fluido, sem margem, sem tempo, sem fio.
O que tudo contém
mas nada é, quando o tudo convém?
Sussurre o enigma ao silêncio que paira,
e a Chave surgirá onde o eco não falha.
Não houve início.
Houve um esquecimento.
Algo —
que não era algo —
curvou-se sem curvar-se,
e o tempo…
esqueceu-se de nascer.
Na contração do Inefável,
brotou um som que não soa.
Chamam de Palavra.
Mas não se diz.
Ela sonha.
Quatro tocaram o véu.
Três caíram.
Um deixou de ser —
e por isso voltou.
Tu pensas que lês.
Mas é o livro que te devora.
Página por página,
ego por ego.
Não há resposta.
Há combustão.
E se ainda perguntas,
é porque ardes pouco.
Aqui, cada emoção é sacerdócio,
cada lágrima, um rito oculto,
cada impulso, uma esfinge que guarda
o nome secreto do despertar.
Somos, então, harpas da gravidade invisível,
vibrando entre o abismo e a aurora,
entre o punho da raiva e a palma do afeto,
entre a sombra que fere e o verbo que liberta.
A tristeza — carvão para o ouro.
A alegria — sol que canta sob a pele.
O medo — vigia e labirinto.
A culpa — espelho que sangra
quando se nega a olhar.
Não somos senhores do sentir,
mas portais por onde o sentir se revela.
E o caos, tão temido,
não é ruína — é catedral em construção.
No ventre da dor germina a lucidez.
No silêncio do trauma, a chave.
No desequilíbrio, o mapa.
Na dúvida, o mestre disfarçado.
Que tua alma, ao ler-te,
não tema as marés que a erguem ou afogam —
pois toda emoção, quando escutada com reverência,
é alquimia.
E todo caos, quando acolhido com presença,
é caminho.
No princípio, o som não era som.
Era uma intenção tímida,
um arrepio do nada
suspeitando que poderia ser algo.
Então veio o ritmo —
não por desejo de música,
mas por saudade de ordem.
O caos teve inveja da simetria.
E dançou.
Deus ainda não era Deus.
Era apenas um ponto de interrogação
com vertigem de consciência.
Questionou-se. E isso foi luz.
Foi quando o tempo,
esse estagiário do eterno,
decidiu andar.
Um passo por dúvida,
dois por desejo,
e tropeçou — na matéria.
A primeira pedra?
Era um pensamento que esqueceu de ser leve.
A primeira árvore?
Uma ideia enraizada por engano.
O primeiro corpo?
Um gesto que ficou preso num espelho.
A carne não veio com manual,
mas veio com sono.
E o sono inventou o sonho,
só pra que o impossível tivesse um lugar onde ensaiar.
A mente surgiu tarde,
mas fez questão de parecer a autora.
Ela colecionou razões,
explicou a morte antes de entender a manhã,
escreveu manuais para sentimentos
que só se abriam com lágrimas.
Enquanto isso, o coração,
esse motor sem engrenagens,
continuava batendo como se soubesse de algo
que ninguém mais lembrava.
Veio o amor —
não por nobreza,
mas por falha no código da solidão.
Uma rachadura bem-vinda.
A gente se olhou,
e isso nos doeu.
Por isso continuamos.
Vieram as cidades.
Empilhamos medos e chamamos de prédios.
Cercamos a dúvida com concreto
e demos ao absurdo o nome de “rotina”.
Mas dentro, bem dentro,
sempre havia um pássaro —
não uma alma,
mas um instinto de verticalidade.
Você já sentiu isso?
A sensação de que esqueceram de te explicar o essencial,
mas mesmo assim você continua,
como quem sabe de um segredo
sem saber qual é?
Então, veio a poesia.
Não a que rima.
Mas a que lembra.
Veio para dizer que o invisível é real,
mas tímido.
Que o silêncio é uma linguagem antiga,
e que toda saudade é, na verdade, memória de algo
que ainda não aconteceu.
E é por isso que escrevo:
porque talvez alguém — você —
esteja à beira de se lembrar.
…o que chamamos de “eu”
é só uma assinatura mal lida,
rabiscada por um autor que escreve com luz
mas esqueceu as vogais.
Toda identidade, no fundo, é empréstimo.
Uma roupa vestida pela consciência
só pra ela poder brincar de “gente”.
Mas e se o nome que repetes todos os dias
não for teu verdadeiro nome,
mas o eco do chamado que ainda não respondeste?
E se teu rosto for apenas uma metáfora
que teus ancestrais esculpiram com medo de se perder?
E se você for mais próximo da dúvida do que da certeza?
Os deuses…
ah, esses velhos astros aposentados
que agora moram em memes e marketing —
eles não morreram.
Eles viraram neurotransmissores.
Marte é um pico de cortisol.
Afrodite, uma oxitocina bem colocada.
Hermes, um pensamento acelerado demais para dormir.
E você os invoca sem altar, sem saber.
Cada impulso teu
é um mito em versão beta.
Já percebeu?
O inconsciente é só o backstage onde o Real tira os sapatos.
Ali, o medo faz cafuné na tua coragem
e o amor veste a roupa da raiva só pra testar tua escuta.
E o tempo?
Ah, o tempo nunca andou pra frente.
Ele é circular,
como uma desculpa elegante que o universo encontrou
pra você rever suas lições com disfarces novos.
Por isso os encontros se repetem.
Por isso você sonha com coisas que não viveu.
Por isso certos olhares te dizem “voltei”
quando tudo ao redor insiste em “prazer, quem é você?”
Há uma memória antes da memória.
E é ela que este poeta tenta tocar.
Não folheiam, mas sentenciam,
como quem encara um tomo fechado
e crê decifrar-lhe os mistérios
pelo traço do tempo na capa.
Murmuram que és raso enigma,
que teus passos se dissolvem no vento,
mas ignoram que teu caminho
se estende onde os pés daqueles que nem querem ousaram tocar.
O silêncio, esse arauto impassível,
sempre sussurra o que os tímpanos tíbios temem,
pois a grandeza, em seu estado incipiente,
é um espelho que fere os que não suportam o reflexo de si.
Potencial é trovão contido no horizonte,
um aviso que precede o dilúvio,
e aqueles que habitam sob telhados frágeis
preferem desacreditar o vento a fortalecer seus muros.
Humildade exige menos que compreender,
dissipar dói menos que buscar,
pois enxergar além da névoa
exige olhos que saibam ver.
Mas diga-me: quantos já viram a alvorada de um relâmpago
e compreenderam que estavam diante da luz,
e não apenas do eco que a sucede?
Os cegos ouvem e se espantam,
os sábios veem e se encantam.
A luz não suplica por meras críticas.
Rasga as trevas sem pedir permissão.
Ela rasga o véu das trevas impassível,
e somente aqueles que ousam encará-la
são dignos de testemunhá-la.
Aquele que busca apenas acumular conhecimento, encontrará um espelho. Aquele que busca a verdade, encontrará um portal.
O tempo é um rio, e Binah é sua corrente. Mas o sábio sabe que, no coração da correnteza, há sempre um ponto imóvel onde tudo já aconteceu e nada jamais acontecerá.
Toda ponte é uma escolha. Quando um portal é aberto, só a consciência define se ele levará à ascensão ou à queda.
O universo não é um lugar fixo, mas uma tapeçaria viva que se altera conforme a vibração de quem o observa. Aquele que domina a linguagem das forças ocultas não está mais sujeito ao acaso – ele se torna um arquiteto da realidade.
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